O Blog do Domingos Costa teve acesso a trecho de um documento da Operação Indefeso que revela quem são os 35 alvos (lista acima na imagem deste post) da Polícia Federal durante deflagração nesta quarta-feira (28) ação para desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudar a concessão do Seguro Defeso, benefício de R$ 1.621 pago a pescadores artesanais durante o período em que a pesca é proibida. Segundo as investigações, o esquema poderia causar um prejuízo de aproximadamente R$ 10 bilhões aos cofres públicos em cinco anos.
A operação mobilizou 160 policiais federais, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU). Foram cumpridos 35 mandados de busca e apreensão em 16 municípios do Maranhão.
A Justiça determinou o afastamento de dois agentes públicos suspeitos de envolvimento nas fraudes. Além das buscas, foram impostas 17 medidas cautelares alternativas à prisão, com o objetivo de impedir a continuidade do esquema e evitar que os investigados atrapalhem as investigações.
A vereadora Karol Basilio, do município de São Luís Gonzaga do Maranhão, também foi alvo da da Operação Indefeso, deflagrada pela Polícia Federal com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) nas primeiras horas desta quarta-feira (28/10) que atua com objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudar a concessão do benefício do Seguro Defeso, que assegura renda aos pescadores artesanais durante o período em que a atividade pesqueira é legalmente interrompida.
Um endereço dela na cidade de Bacabal recebeu agentes da PF que foram cumprir mandados de busca e apreensão contra a parlamentar que é aliada do deputado federal Josimar Maranhãozinho, do PL. As imagens da ação da Polícia Federal foram gravadas pelo repórter Romarinho, da cidade de Bacabal.
Ao todo, a operação mobilizou aproximadamente 160 policiais federais e contou com o apoio técnico da CGU, sendo cumpridos 35 mandados de busca e apreensão em 16 municípios maranhenses, além do afastamento cautelar de dois agentes públicos supostamente envolvidos no esquema investigado.
O presidente da Comissão de Direito Previdenciário da OAB/MA, Flávio Samuel Pinto, é outro alvo da da Operação Indefeso, deflagrada pela Polícia Federal com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) nas primeiras horas desta quarta-feira (28/10) que atua com objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudar a concessão do benefício do Seguro Defeso, que assegura renda aos pescadores artesanais durante o periodo em que a atividade pesqueira é legalmente interrompida.
Conforme apuração do Blog do Domingos Costa, a empresa “Fonseca e Pinto Advogados” consta entre os alvos de busca e apreensão da PF. Flávio Samuel Pinto foi procurado para se posicionar a respeito da ação da PF contra ele, mas até a publicação desta matéria, as mensagens não foram respondidas.
Outro que também não quis se posicionar, até agora, é Kaio Saraiva, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Maranhão (OAB/MA).
Kaio, até onde a apuração do Blog do DC conseguiu alcançar, não figura como investigado nesta operação da PF contra fraude em Seguro Defeso, apenas Flávio Samuel Pinto – atual presente da Comissão de Direito Previdenciário da OAB/MA na gestão Saraiva, aparece como investigado.
Por meio de um vídeo publicado nas redes sociais nesta quarta-feira (28), o Policial Militar do Estado do Maranhão, Daniel Tavares, gravou um vídeo ao lado da esposa, Mylla Mendes, e admitiu que de fato é um dos alvos da da Operação Indefeso, deflagrada pela Polícia Federal com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) nas primeiras horas desta quarta-feira (28/10) que atua com objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudar a concessão do benefício do Seguro Defeso, que assegura renda aos pescadores artesanais durante o período em que a atividade pesqueira é legalmente interrompida.
No vídeo, Daniel fala enquanto a esposa apenas observa em segundo plano, ele diz que agentes da PF realizaram busca e apreensão e o casal apresentou os documentos pedidos.
“Apresentamos bens, não devemos nada, apresentei os documentos dos meus armamentos, foi um mandado realizado no nosso sítio [em Santa Rita] e em nossa residência em São Luís, entregamos tudo, não devemos nada a justiça, estamos com todos os nossos bens em dias, nossos maquinários, nossas empresas em dias, pagamentos nossos impostos altos em dias, nossa declaração de imposto de renda é atualizada, de impostos altos, estamos aqui e não devemos nada”,afirmou.
O PM-MA Daniel Tavares exibe uma vida de ostentação tipo influencer digital e, curiosamente, além de Policial Miliar também diz ser empresário, ao tempo que mostra duas empresas a “Sítio Mendes – Máquinas e Locação” e também um posto de combustível intitulado “Posto Sítio Mendes”. O nome “Mendes” é originário da esposa, Mylla Mendes, que reúne 12,5 mil seguidores no Instagram.
Irmã da Senadora Eliziana Gama também é alvo da “Operação Indefeso, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudar a concessão do benefício do Seguro Defeso.
A senhora Elisvane Pereira Gama, Superintendente Federal de Pesca e Aquicultura no Maranhão (SFPA-MA), órgão veiculado ao Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), é também um dos alvos da Operação Indefeso, deflagrada pela Polícia Federal com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) nas primeiras horas desta quarta-feira (28/10) que atua com objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudar a concessão do benefício do Seguro Defeso, que assegura renda aos pescadores artesanais durante o período em que a atividade pesqueira é legalmente interrompida.
Elisvane Pereira Gama é irmã da ainda Senadora Eliziana Gama, do PT, derrotada nas urnas do último dia 04 de outubro. Contra a irmã da Senadora petista pesam sérias acusações de fraude em registros de pescadores que resultou em mais de 100 mil cadastros suspensos no Maranhão pela Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).
Um trecho de um mandado de busca e apreensão o qual o Blog do Domingos Costa teve acesso mostra o nome da Superintendente Federal de Pesca e Aquicultura no Maranhão (SFPA-MA) entre os alvos da Operação Indefeso.
Ao todo, a operação mobilizou aproximadamente 160 policiais federais e contou com o apoio técnico da CGU, sendo cumpridos 35 mandados de busca e apreensão em 16 municípios maranhenses, além do afastamento cautelar de dois agentes públicos supostamente envolvidos no esquema investigado.
Por determinação judicial, também foram impostas 17 medidas cautelares diversas da prisão, com o objetivo de interromper a atuação do grupo criminoso, preservar a instrução processual e evitar a continuidade das práticas ilícitas.
Além disso, foi decretado o bloqueio de aproximadamente R$ 400 milhões em bens e valores pertencentes aos investigados, visando garantir o ressarcimento dos danos causados ao erário e impedir a ocultação ou dissipação de patrimônio supostamente proveniente das atividades criminosas.
As investigações apontam para a existência de um esquema de fraudes envolvendo a concessão indevida do Seguro Defeso, mediante a inserção de informações falsas em sistemas governamentais, utilização de documentos fraudulentos e possível participação de agentes públicos e particulares.
Segundo os indícios de prova já reunidos e análises realizadas, a atuação da organização criminosa poderia causar um prejuízo de aproximadamente R$ 10 bilhões aos cofres públicos em cinco anos. Durante o cumprimento das buscas foram apreendidos veículos de alto valor, armas, documentos e telefones celulares.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato previdenciário, inserção de dados falsos em sistema informatizado da Administração Pública, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
As investigações prosseguem com a análise do material apreendido e o aprofundamento das diligências, visando identificar outros envolvidos, delimitar a extensão da atuação criminosa e quantificar com precisão os prejuízos causados ao erário.
O Policial Militar do Estado do Maranhão, Daniel Tavares, que reúne 118 mil seguidores no Instagram é um dos alvos da Operação Indefeso, deflagrada pela Polícia Federal com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) nas primeiras horas desta quarta-feira (28/10) que atua com objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudar a concessão do benefício do Seguro Defeso, que assegura renda aos pescadores artesanais durante o período em que a atividade pesqueira é legalmente interrompida.
Nas redes sociais, o PM-MA Daniel Tavares exibe uma vida de ostentação tipo influencer digital e, curiosamente, além de Policial Miliar também diz ser empresário, ao tempo que mostra duas empresas a “Sítio Mendes – Máquinas e Locação” e também um posto de combustível intitulado “Posto Sítio Mendes”.
O nome “Mendes” é originário da esposa, Mylla Mendes, que reúne 12,5 mil seguidores no Instagram. Um dos endereços que a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão contra o Polícia Militar Daniel Tavares fica localizado no município de Santa Rita, cidade natal da esposa.
– Detalhes da operação
Policial Militar do Estado do Maranhão, Daniel Tavares.
Ao todo, a operação mobilizou aproximadamente 160 policiais federais e contou com o apoio técnico da CGU, sendo cumpridos 35 mandados de busca e apreensão em 16 municípios maranhenses, além do afastamento cautelar de dois agentes públicos supostamente envolvidos no esquema investigado.
Por determinação judicial, também foram impostas 17 medidas cautelares diversas da prisão, com o objetivo de interromper a atuação do grupo criminoso, preservar a instrução processual e evitar a continuidade das práticas ilícitas.
Além disso, foi decretado o bloqueio de aproximadamente R$ 400 milhões em bens e valores pertencentes aos investigados, visando garantir o ressarcimento dos danos causados ao erário e impedir a ocultação ou dissipação de patrimônio supostamente proveniente das atividades criminosas.
As investigações apontam para a existência de um esquema de fraudes envolvendo a concessão indevida do Seguro Defeso, mediante a inserção de informações falsas em sistemas governamentais, utilização de documentos fraudulentos e possível participação de agentes públicos e particulares.
Segundo os indícios de prova já reunidos e análises realizadas, a atuação da organização criminosa poderia causar um prejuízo de aproximadamente R$ 10 bilhões aos cofres públicos em cinco anos. Durante o cumprimento das buscas foram apreendidos veículos de alto valor, armas, documentos e telefones celulares.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato previdenciário, inserção de dados falsos em sistema informatizado da Administração Pública, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
As investigações prosseguem com a análise do material apreendido e o aprofundamento das diligências, visando identificar outros envolvidos, delimitar a extensão da atuação criminosa e quantificar com precisão os prejuízos causados ao erário.
A Polícia Federal e a Controladoria Geral da União, realizaram na manhã desta quarta-feira, 28, uma operação em 16 municípios maranhenses. Segundo a PF, os indícios e prova já reunidos e análises realizadas, o prejuízo seria de aproximadamente R$ 10 bilhões aos cofres públicos em cinco anos.
Durante o cumprimento das buscas foram apreendidos dinheiro em espécie, veículos de alto valor, relógios de luxo, armas, documentos e telefones celulares nos municípios onde houve a operação.
A operação cumpriu 35 mandados de busca e apreensão em 16 municípios do Maranhão entre esses municípios estão: Santa Rita, Axixá, Icatu, São Luís, São José de Ribamar, Alto Alegre do Maranhão, Olho d’Água das Cunhãs, Anajatuba, Pindaré-Mirim, Mirinzal, Lago da Pedra, Lagoa Grande, Turilândia, Bacabal, Pedreiras e Santa Luzia do Paruá.
A ação foi batizada de “Operação Indefeso, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudar a concessão do benefício do Seguro Defeso, que assegura renda aos pescadores artesanais durante o período em que a atividade pesqueira é legalmente interrompida.
Dinheiro, relógios de luxo, joias, armamento e documentos foram apreendidos pela Polícia Federal durante a Operação Indefeso.
O prefeito de Humberto de Campos, Luís Fernando, voltou a se manifestar sobre a atuação de líderes religiosos no município. Em vídeo publicado em suas redes sociais na segunda-feira (26), o gestor criticou pastores que, segundo ele, utilizam a religião para manipular fiéis e obter vantagens.
Na publicação, Luís Fernando utilizou uma cena da série The Chosen, que retrata o episódio bíblico em que Jesus expulsa comerciantes do templo, para estabelecer uma comparação com práticas que considera inadequadas entre algumas lideranças religiosas. O prefeito também fez referência aos chamados “vendilhões da fé” e afirmou que pretende tomar providências contra essas condutas.
No vídeo , o prefeito procurou diferenciar os religiosos que, segundo ele, desenvolvem um trabalho sério de evangelização daqueles que utilizariam a palavra de Deus para influenciar pessoas e disseminar o ódio.
“Eu tenho muitos amigos, irmãos de igreja e pastores que têm meu respeito e admiração, porque eu sei que fazem um trabalho sério e honesto, evangelizando e levando uma palavra de conforto”, afirmou.
Luís Fernando também declarou ter conhecimento dos ensinamentos bíblicos e citou a passagem em que Jesus reage à transformação do templo em espaço de comércio. Na avaliação do prefeito, o episódio serve de referência para questionar aqueles que, segundo ele, tiram proveito da fé alheia.
A manifestação ocorre após a repercussão de um discurso feito pelo prefeito durante uma motocaminhada realizada no domingo (25), após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, o gestor já havia direcionado críticas a pastores evangélicos, dando início a uma controvérsia que voltou a ganhar espaço nas redes sociais com a nova publicação.
As declarações reacenderam o debate sobre a relação entre política e religião em Humberto de Campos. A discussão também envolve a liberdade de posicionamento político das lideranças religiosas e a responsabilidade de agentes públicos ao se manifestarem sobre representantes de igrejas.
Força-tarefa cumpre 35 mandados, afasta servidores investigados e apreende bens ligados à suposta organização criminosa.
Recibo entrado pela PF durante a operação.
Em diversos municípios maranhenses, a Polícia Federal, com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou, nesta quarta-feira (28/10), a Operação Indefeso, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de fraudar a concessão do benefício do Seguro Defeso, que assegura renda aos pescadores artesanais durante o período em que a atividade pesqueira é legalmente interrompida.
A operação mobilizou aproximadamente 160 policiais federais e contou com o apoio técnico da CGU, sendo cumpridos 35 mandados de busca e apreensão em 16 municípios maranhenses, além do afastamento cautelar de dois agentes públicos supostamente envolvidos no esquema investigado.
Por determinação judicial, também foram impostas 17 medidas cautelares diversas da prisão, com o objetivo de interromper a atuação do grupo criminoso, preservar a instrução processual e evitar a continuidade das práticas ilícitas.
Além disso, foi decretado o bloqueio de aproximadamente R$ 400 milhões em bens e valores pertencentes aos investigados, visando garantir o ressarcimento dos danos causados ao erário e impedir a ocultação ou dissipação de patrimônio supostamente proveniente das atividades criminosas.
As investigações apontam para a existência de um esquema de fraudes envolvendo a concessão indevida do Seguro Defeso, mediante a inserção de informações falsas em sistemas governamentais, utilização de documentos fraudulentos e possível participação de agentes públicos e particulares.
Segundo os indícios de prova já reunidos e análises realizadas, a atuação da organização criminosa poderia causar um prejuízo de aproximadamente R$ 10 bilhões aos cofres públicos em cinco anos. Durante o cumprimento das buscas foram apreendidos veículos de alto valor, armas, documentos e telefones celulares.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato previdenciário, inserção de dados falsos em sistema informatizado da Administração Pública, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
As investigações prosseguem com a análise do material apreendido e o aprofundamento das diligências, visando identificar outros envolvidos, delimitar a extensão da atuação criminosa e quantificar com precisão os prejuízos causados ao erário.
No município de Humberto de Campos, distante cerca de 180 km de São Luis-MA, o prefeito reeleito Luis Fernando coordenou uma motocaminhada após a vitória de Lula no último domingo, 25/10, e durante um discurso em carro de som, o gestor não economizou críticas a pastores evangélicos.