O Desembargador Marcelo Carvalho acaba de decidir pela realização da eleição da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de São Luís. O pleito deve acontecer nesta quinta-feira (1°) às 9h no Plenário do da Casa.
A ação questiona a Emenda à Lei Orgânica n° 004/2025, que alterou regras relacionadas à eleição da Mesa Diretora. O partido também pediu a suspensão do edital que convocou o pleito.
Segundo o relator, uma nova decisão suspendendo a eleição poderia entrar em conflito com determinação anterior da Presidência do TJMA, que havia restabelecido a validade do edital e permitido a continuidade do processo eleitoral.
A desembargadora Maria Francisca Galiza se declarou impedida nesta quarta-feira (30) de atuar na ação do União Brasil que questiona uma alteração na Lei Orgânica de São Luís relacionada à eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal.
A magistrada, que era relatora do processo, informou que a decisão ocorreu por motivo de foro íntimo. Com isso, determinou a exclusão do seu nome da análise do caso e o encaminhamento dos autos para redistribuição dentro do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA).
A ação apresentada pelo União Brasil pede a suspensão da eleição da Mesa Diretora, marcada para esta quinta-feira (1°), às 9h. A legenda alega que a mudança na Lei Orgânica é inconstitucional.
A questão já havia sido levantada por cinco vereadores em uma ação anterior. A decisão que havia suspendido o pleito foi posteriormente revogada pelo presidente do TJMA, desembargador Ricardo Duailibe.
Até o momento, não há decisão judicial suspendendo a eleição da Câmara.
Toffoli ao lado de seu amigo, o empresário Alberto Leite, também citado na investigação.
O empresário maranhense Alberto Leite, de 49 anos, dono da empresa de segurança cibernética e tecnologia da informação FS Security, está no centro de uma polêmica envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Alberto Leite é irmão do advogado maranhense advogado Daniel Leite, outro enrolado nas fraudes do banco Master que envolvem compras de ações do BRB, conforme os links de posts no final desta matéria.
Uma reportagem do revista piauí, produzida pelo jornalista Breno Pires, revela que o irmão de Daniel Leite aparece em três frentes do relatório da Polícia Federal que ajudam a elucidar suas relações com Vorcaro e com o ministro Toffoli.
A reportagem diz que aá sete meses, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, tem em mãos um relatório da Polícia Federal que apresenta suspeitas gravíssimas sobre a relação do ministro Dias Toffoli com o banqueiro Daniel Vorcaro. Em um trecho, o relatório, ao qual a piauí teve acesso, levanta a suspeita de que Toffoli seja “o beneficiário final” ou o “proprietário de fato” do Arleen, um fundo de investimento que recebeu 35 milhões de reais de Vorcaro. Por meio de uma transação com uma holding, a Egide I, os recursos foram parar nas Ilhas Virgens Britânicas, paraíso fiscal do Caribe.
O fundo Arleen era sócio do Tayayá, o resort que pertence a Toffoli e sua família em Ribeirão Claro, no interior do Paraná. A certa altura, segundo o relatório da PF, o Arleen, que pertencia ao banqueiro, mudou de proprietário, passando para as mãos de um empresário amigo de Toffoli. Em seguida, o fundo fez uma alteração em seu regulamento para permitir que fizesse investimentos no exterior e, meses depois, transferiu todos os seus ativos para o Egide I, registrado no paraíso fiscal caribenho.
Diz o relatório, depois de informar que Vorcaro aportou “ao menos” 35 milhões de reais no fundo Arleen: “Foram identificados diversos elementos de informação que, analisados de forma conjunta, apontam no sentido de que o ministro José Antonio Dias Toffoli possa ter figurado como beneficiário final ou proprietário de fato do FIP Arleen, bem como de seus ativos.” Em outro trecho, o relatório afirma: “Documentos e comunicação […] sugerem uso de interpostas pessoas e estruturas no exterior, incluindo movimentações envolvendo a Edige I Holding nas Ilhas Virgens Britânicas.”
Toda a operação para enviar recursos ao exterior, relatada pela PF, deu-se ao longo de 2025. Em fevereiro, o empresário Alberto Leite, amigo de Toffoli e dono da empresa de segurança FS Security, comprou o fundo Arleen. No mês seguinte, registrou a holding Egide I nas Ilhas Virgens Britânicas e, no mesmo mês, alterou o regulamento do Arleen para autorizar investimentos no exterior. Em novembro, o Arleen começou a se desfazer de suas cotas e, em dezembro, transferiu cerca de 34 milhões de reais para a Egide lá fora. “Deste modo”, afirma o relatório da PF, “pode-se afirmar que todo o ativo do Arleen […] é transferido para a Egide I Holding na liquidação do fundo”.
Em 5 de novembro de 2025, logo depois de celebrar a vitória no caso da usina Alcídia, Vorcaro começou a discutir sua saída do Tayayá – e, portanto, sua desvinculação do fundo Arleen. Naquele mês, escreveu ao seu cunhado Fabiano Zettel que “aquele FIP Tayayá [refere-se ao Arleen] tem que passar pra um amigo que vai comprar”. Não deu a identidade do amigo. Logo em seguida, perguntou: “Posso pedir te procurar?” e, só então, deu o nome incompleto: “Alberto.” Era Alberto Leite, dono da FS Security e amigo de Toffoli. Leite aparece em três frentes do relatório, que ajudam a elucidar suas relações com Vorcaro e com o ministro do Supremo.
A primeira é que, em um plano de negócios de abril de 2024 encontrado no celular do banqueiro, o próprio Vorcaro, Fábio Faria e Alberto Leite aparecem como diretores da Skylink, empresa criada para representar a Starlink, de Elon Musk, no Brasil. (Na reportagem Fábio Faria, “o cara de Vorcaro”, publicada pela piauí, Faria negou que Vorcaro fosse sócio do empreendimento. Se a afirmação da PF procede, trata-se de mais um negócio em que Faria e Vorcaro foram sócios.)
A segunda é que a principal empresa de Alberto Leite, a FS Security, figurou entre as patrocinadoras do fórum jurídico que o Banco Master bancou em Londres, até que Vorcaro mandasse tirar o nome da lista: “Tiraria FS tb.” A terceira é que, em junho de 2024, Leite custeou um camarote na final da Liga dos Campeões, também em Londres, onde recebeu o ministro Dias Toffoli. Uma selfie tirada por Leite com o ministro virou notícia. Vorcaro não estava na cena, mas reclamou com seu articulador. “Não pode expor os caras assim pqp”, escreveu. Fábio Faria respondeu com uma frase que pressupõe hábito: “Agora Alberto não vai poder mais viajar com o Toffoli.” Dois meses antes, em abril, Faria já avisara ao banqueiro que ia almoçar com Toffoli e com Leite: “Tô indo c ele e o Alberto.” Sobre esse conjunto, a Polícia Federal conclui que há “vínculo relacional” entre Alberto Leite e o ministro do Supremo.
Ao apontar ao seu cunhado que o destinatário do Arleen era Alberto Leite, Vorcaro procurou se certificar de que o fundo Arleen tinha dinheiro em caixa. “Tem os 15M que vc colocou. Se ninguém gastou…”, informou-lhe Zettel. O banqueiro insistiu: “Onde tá a grana?”. Resposta: “REAG”, uma referência à gestora de fundos do Master. E então veio a pergunta que a Polícia Federal grifa no relatório, feita por Vorcaro, que era o próprio dono do fundo: “Como chama o FIP?”. Zettel responde: “FIP Arleen.” Naquele mesmo 5 de novembro, Vorcaro escreveu ao empresário Alberto Leite: “Estou pronto pra executar aquele deal que falamos”. Leite respondeu: “Beleza”, disse que estava na Espanha e acrescentou: “Vou pedir pro meu pessoal dar um gás com o teu.”
Sete semanas depois, no dia 27 de dezembro, o banqueiro pediu o papel. “Preciso fazer contrato de venda do fundo Tayayá”, escreveu ao cunhado, referindo-se, mais uma vez, ao Arleen. Zettel perguntou: “Vender pra quem?”. Vorcaro não respondeu à pergunta. Mandou fazer a minuta, estabeleceu o prazo, “pra pagarem até 180 dias”, e deu a instrução que a define: “Sem nome.”
Vorcaro voltou ao assunto em 12 de janeiro, dizendo “Preciso resolver o FIP”. Seu cunhado perguntou: “Tayayá?”. O banqueiro respondeu positivamente e encaminhou então um cartão de contato com o nome de Alberto Leite e escreveu: “Tenho que transferir pra ele.” O banqueiro, então, quis saber quanto valia. “Preciso saber valor PL do fundo.” Zettel respondeu: “Vai transferir o FIP inteiro, né?” Sim, a ideia de Vorcaro era transferir o Arleen integralmente para Alberto Leite.
No dia seguinte, Zettel reproduziu para Vorcaro a abordagem que fizera ao comprador do Arleen: “Boa tarde, amigo! Tudo bem? Estou chamando a pedido do Daniel Vorcaro. Queria organizar a questão da transferência do FIP Arleen, dono do Tayayá”. Leite simplesmente não respondeu. Vorcaro, ao ser informado da abordagem e do silêncio, reclamou: “Aí o cara não responde nem daqui 1 século”, deixando claro que o negócio não podia ser tratado às claras nem com os interlocutores diretos. O desfecho deu-se em 19 de fevereiro de 2025, segundo Zettel: “Alberto Leite concluído! Tá todo feliz”. Meses depois, Leite vendeu sua participação no Tayayá para a PHD Holding, empresa do advogado Paulo Humberto Barbosa, ligado ao grupo J&F.
Procurado pela piauí, Alberto Leite disse que não daria entrevista, mas afirmou que nunca foi sócio do ministro Dias Toffoli nem do banqueiro Daniel Vorcaro. Ao jornal Folha de S.Paulo, ele havia declarado que a compra do Arleen foi uma operação imobiliária regular e lucrativa, promovida por seu braço de investimentos, e negou qualquer vínculo societário, comercial ou de favorecimento com o ministro Toffoli.
CLIQUE AQUIe tenha acesso a reportagem completa envolvendo o irmão do advogado maranhense Daniel Leite.
No debate da TV Mirante/Globo, realizado nesta última terça-feira (29), o candidato do MDB ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, detonou às políticas públicas para a saúde de São Luís, que está em 25º lugar no ranking do Brasil em Atenção Básica – a porta de entrada do SUS – e o pior lugar do Nordeste.
Orleans também rebateu críticas de interferência política na saúde estadual e citou uma entrevista que atribuiu à prefeita de Chapadinha, Belezinha, apontada por ele como aliada de Braide. Segundo o candidato, ela teria relatado que procurava o irmão do adversário quando precisava de um leito em São Luís. “Então você me acusa do que você faz, você acusa o governador Brandão do que você faz”, atacou.
Durante confronto direto no debate, Orleans questionou o atendimento nos Socorrões, apontou falhas na atenção básica municipal e defendeu a ampliação da rede estadual de hospitais. O candidato do MDB destacou o respeito aos profissionais das unidades, mas criticou as condições de atendimento e afirmou que pacientes procuram transferência para hospitais estaduais.
“Eu respeito todos os profissionais dos Socorrões. Mas você que tá me assistindo aí em casa: você quer ir pro Socorrão?”, questionou. Segundo Orleans, as dificuldades também estão na atenção básica, levando moradores a buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Governo do Estado.
O candidato afirmou que São Luís tem a segunda pior atenção básica entre as capitais brasileiras e cobrou explicações do adversário. “Mas a pergunta é: por que você não fez pela atenção básica de São Luís?”
Orleans também levou a discussão para a cobrança de impostos municipais, acusando Braide de prejudicar a construção civil da capital. “Você cobra o maior ISS para construção civil de todo o Brasil, é aqui na cidade de São Luís”, declarou. Na sequência, acusou Braide de promover uma “indústria da multa” e ironizou: “É a indústria da multa do Eduardo Braide, a única que ele conseguiu trazer aqui pra capital”.
Acúmulo de lixo e resíduos na Avenida Olho d’Água com a Rua Pirâmide.
Moradores de Raposa, na Região Metropolitana de São Luís, procuraram o Blog DC para denunciar problemas na coleta de lixo em diferentes pontos da cidade. Fotos encaminhadas à reportagem mostram sacos de lixo e resíduos acumulados nas calçadas e às margens das vias, na região da Avenida Olho d’Água com a Rua Pirâmide.
Segundo os moradores, a coleta estaria ocorrendo de forma irregular, deixando resíduos acumulados por vários dias. A situação tem provocado reclamações por causa do mau cheiro, da presença de insetos e animais e das condições de higiene nas proximidades das residências.
“Deixa a gente viver no lixão”, relatou um morador ao demonstrar indignação com a situação.
As imagens encaminhadas ao Blog DC mostram o lixo espalhado pelas calçadas e em pontos próximos às ruas. Para quem vive na região, a falta de regularidade no serviço tem causado transtornos e aumentado a preocupação com a limpeza e a saúde pública.
O problema ocorre durante a gestão do prefeito Eudes Barros, e os moradores cobram providências do poder público para que a coleta seja normalizada e os pontos com acúmulo de resíduos sejam devidamente limpos.
Um assessor do deputado federal Pedro Lucas Fernandes, presidente estadual da sigla partidária, identificado como Luís Borralho é casado com uma assessora da Desembargadora Galiza.
Em um novo ato de desespero, agora usando o partido União Brasil, um grupo minúsculo de vereadores ingressou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) para tentar adiar a eleição da Mesa Diretora da Câmara de São Luís marcada para acontecer nesta nesta quinta-feira, dia 1º, às 9h.
A ADI nº 0831149-20.2026.8.10.0000 foi distribuída para a Desembargadora Maria Francisca Gualberto Galiza, presidente do TRE-MA.
Ocorre que a Desª Galisa está impedida de julga ADI que tem o partido União Brasil como autor, isto porque um assessor do deputado federal Pedro Lucas Fernandes, presidente estadual da sigla partidária, identificado como Luís Borralho é casado com uma assessora da Desembargadora Galiza.
A ADI em si é um ato de desespero de um grupo de vereadores que não conseguem sequer número suficientes de votos para formar uma chapa na disputa por cargos na Mesa Diretora da Câmara.
Vale destacar que existe uma decisão do presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargador Ricardo Tadeu Bugarin Duailibe datada desta segunda-feira, dia 28, que cassou a liminar de 1º grau e autorizou a realização da sessão extraordinária destinada à eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de São Luís, prevista para a próxima quarta-feira, dia 1º de outubro de 2026.
Mesmo diante da decisão do presidente do TJ-MA, um minúsculo grupo de vereadores agora tentam criar malabarismo para suspender a eleição e evitar uma derrota acachapante.
O deputado estadual e candidato à reeleição Cláudio Cunha (22555) intensificou sua agenda política pela Baixada e pelo Litoral Maranhense, participando de grandes carreatas e caminhadas em Guimarães, Apicum-Açu, Bacuri e Serrano do Maranhão. As mobilizações reuniram apoiadores, lideranças e moradores, levando às ruas demonstrações de apoio à sua candidatura.
Em Guimarães, Cláudio Cunha participou de uma grande carreata e, posteriormente, de uma caminhada ao lado do candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (15). Os atos contaram com o apoio do prefeito Magno Cartagenes e reuniram uma multidão pelas ruas do município.
Já em Apicum-Açu, o parlamentar destacou a forte participação popular na carreata e agradeceu ao prefeito Jadeco pela parceria. O município, segundo Cláudio, ocupa um lugar especial em sua trajetória política e pessoal.
Em Bacuri, outra grande carreata movimentou as ruas, com muita participação popular. Somando os encontros em Apicum-Açu, Bacuri e Serrano do Maranhão, Cláudio Cunha ressaltou a importância da região em sua trajetória. “Minha história com essa região é feita de trabalho, compromisso e muitas realizações. É aqui que estão minhas raízes e uma parte importante da minha trajetória”, afirmou.
Cláudio Cunha também agradeceu a todos que participaram das mobilizações e reforçou seu compromisso com a região. “Obrigado a todos que participaram desses grandes encontros. Seguimos juntos pelo desenvolvimento da nossa Baixada e do Litoral Maranhense”, declarou.
O deputado federal Duarte Júnior, do Avante, emitiu uma nota na noite desta terça-feira (29) esclarecendo o atentado que sofreu no município de Morros nesta noite.
De acordo com o deputado durante seu deslocamento para Morros atiraram contra o carro em que ele estava.
“Graças a Deus, estamos bem. Já recebemos o suporte das autoridades policiais, que vão apurar o local exato e as circunstâncias do ocorrido. Agradeço a preocupação e as mensagens de apoio. Minha prioridade agora é cuidar da segurança de todos que estavam comigo e colaborar para que os fatos sejam esclarecidos. Vou compartilhar novas informações assim que forem confirmadas. Continuem rezando por mim, pela minha família e pela minha equipe.” Diz a nota.
Na noite desta terça-feira (29) o deputado federal Duarte Júnior foi alvo de um atentado no município de Morros, região do Munin maranhense.
Conforme apuração do Blog do Domingos Costa, o carro em que parlamentar estava uma picape Ranger foi crivada de balas por elementos ainda desconhecido.
Duarte não foi atingido. A qualquer momento novas informações.
Domingos Costa, titular desta página e jornalista especializado no cenário político maranhense há mais de 15 anos, analise os candidatos do MDB e afirma que o partido deverá eleger quatro cadeiras na Câmara Federal.