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Acreditar que Orleans ainda não lidera uma pesquisa é pensamento a ser debatido por muitos, agora colocá-lo em último lugar não é apenas subestimar a inteligência dos maranhenses e chamá-los de “burros”.

Esta sexta-feira (26) foi marcada por um triste episódio na política maranhense se tratando de divulgação de pesquisas pré-eleitorais. E os institutos que protagonizaram esse verdadeiro vexame foram o INOP e o DataIlha.
Logo no começo da manhã, horas após ser divulgado em diversos sites uma pesquisa na qual o secretário de Estado de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, sobrinho do governador Carlos Brandão, aparece liderando a disputa pelo Palácio dos Leões, pela primeira vez, surgiu – por volta do meio dia, um “novo levantamento” na qual o mesmo candidato está posicionado em último lugar.
Isto é, não tem qualquer sentido ou lógica política a disparidade de posições se tratando do mesmo pré-candidato.
O primeiro levantamento foi realizado pelo Instituto INOP, que pertence a jornalista Dalva Lemos; Já a segunda pesquisa é do Instituto Data Ilha, fundado por Marcos Grande, quadro do PCdoB e ex-presidente da EMSERH (Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares) nos governos Flávio Dino.
Para o INOP, Orleans possui 35% das intenções de votos e está em primeiro lugar; por sua vez, divergindo desses números, o Data Ilha diz que o Secretário Estadual tem apenas 12% e figura em último lugar. Ou seja, sem nenhum nexo os dois resultados.
Acreditar que Orleans ainda não lidera uma pesquisa é pensamento a ser debatido por muitos, contudo, tentar estuprar o entendimento da opinião pública ao ponto de forçar o sobrinho do Governador Brandão em último chega ser deprimente.
A explicação é simples: Um candidato com apoio de cerca de 180 prefeitos, somado a 80% adesão dos deputados estadual e 75% dos federias e, também, de 85% dos vereadores de São Luís e que conta ainda com o apoio de um Governador que possui 65% de aprovação popular, aparecer em uma pesquisa em último lugar não é apenas subestimar a inteligência dos maranhenses e chamá-los de “burros”.
Isso, sem contar as centenas de obras, das mais variadas possíveis, espalhadas pelos 217 municípios maranhenses as quais são lideradas pelos Brandão, Governador e seu sobrinho…

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) iniciará um pente-fino no seguro-defeso, benefício pago pelo INSS a pescadores durante o período em que a pesca é proibida para reprodução das espécies. A medida tem como objetivo garantir que o recurso chegue apenas a quem exerce a atividade de forma profissional e exclusiva.






