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Uol – Menos de 45 minutos depois de decolar em Barcelona (Espanha) com destino a Düsseldorf (Alemanha), o Airbus 320 da Germanwings com 150 pessoas a bordo bateu nas montanhas dos Alpes franceses, na manhã da última terça-feira (24). Os 144 passageiros e os seis tripulantes, a maioria de origem alemã ou espanhola, morreram na queda da aeronave.
Uma das caixas-pretas do avião foi localizada na tarde do mesmo dia. Dois dias depois, gravações de áudio revelaram que:
– o comandante saiu da cabine e foi impedido de retornar pelo copiloto Andreas Lubitz
– Lubitz, sozinho na cabine, acionou o dispositivo que faz o avião descer
– a torre de controle alertou sobre a queda de altitude, mas não recebeu resposta
– não foram feitos pedidos de ajuda ou chamados de socorro pela aeronave
– o copiloto respirava normalmente e manteve-se em silêncio até o momento do choque, enquanto o comandante batia fortemente na porta
Minuto a minuto, foi esta a trajetória do voo 4U9525, no horário local:
10h: o Airbus 320 da Germanwings decola do aeroporto de Barcelona (Espanha) com destino a Düsseldorf (Alemanha).
Entre 10h e 10h20: durante os primeiros 20 minutos do voo, nada de estranho acontece. O avião mantém contato padrão com o controle aéreo francês. De acordo com os registros da cabine, são normais as conversas entre piloto e copiloto.
10h27: a aeronave alcança altitude de cruzeiro de 38 mil pés (cerca de 11.500 metros).
Após 10h31: o comandante começa o ‘briefing’, que é a revisão do fim do trajeto do voo e dos diferentes procedimentos a seguir até a aterrisagem. Aqui, as respostas do copiloto são “lacônicas”, de acordo com a investigação.
10h30: é feito o último contato do A320 com a torre de controle, em procedimento normal de comunicação.
Entre 10h30 e 10h31: o piloto deixa seu posto, provavelmente para ir ao banheiro, e pede ao copiloto que assuma o comando.
10h31: o Airbus começa a descer, enquanto o copiloto está sozinho na cabine. Segundo as investigações, o copiloto Andreas Lubitz acionou voluntariamente “um botão, por uma razão que ignoramos totalmente, mas que pode ser analisada como uma vontade de destruir aquele avião”.
Entre a saída do comandante da cabine e o choque: o piloto, de volta do banheiro, tenta várias vezes abrir a porta da cabine, seguindo um procedimento habitual: ele digita um código do lado de fora e se comunica pelo interfone com o copiloto, que não responde. O comandante passa a bater na porta, mas continua sem resposta. Segundo as investigações, Lubitz intencionalmente manteve o piloto fora da cabine.
A torre de controle de Marseille tenta por múltiplas vezes fazer contato por rádio com o avião, mas não há resposta.
10h35: A direção geral de aviação civil (DGAC), ao constatar o silêncio na comunicação e que o avião está perdendo altitude, dá um sinal de alerta que pode levar aviões de caça a decolarem e tentarem aproximação. O A320 é colocado ‘na frente’ de outras aeronaves para um possível pouso de emergência. O controle de tráfego aéreo pede que outros voos façam contato com o Airbus da Germanwings, mas não há resposta.
Segundos anteriores ao choque nas montanhas: as batidas na porta da cabine, blindada, se fazem cada vez mais fortes, como se o comandante estivesse tentando derrubá-la. Alarmes internos são disparados automaticamente avisando da proximidade com o solo. O som destes alarmes pode ser ouvido nas gravações retiradas da caixa-preta, assim como gritos de passageiros. Até esse momento, a respiração do copiloto, que permanece em silêncio, é considerada normal. Desde que fica sozinho na cabine, Lubitz não diz nem uma palavra.
10h40: o Airbus 320 é detectado, pela última vez, por um radar francês, a uma altitude quase idêntica àquela em que ocorreu o choque, 6.175 pés (1.880 metros). (Com informações do “Le Monde”)






Uma certidão emitida pelo Ministério Público em Açailândia, confirma que dentro do prazo legal tramita regularmente o Inquérito Civil nº 06/2014 – 1ª PJ/AÇAI, que investiga dez vereadores dos 17 que compõem a Câmara Municipal, eles são acusados de receber propinas para aprovar projeto que previa a instalação da Aciaria Aço Verde no município, de propriedade do Grupo Ferroeste, que é presidido pelo o empresário mineiro, Ricardo Nascimento.
Segundo o delator, os vereadores favorecidos com o recebimento da propina foram: Diomar Freire; Sergiomar de Assis; Pastor Vagnaldo; Márcio Aníbal; Carlinhos do Fórum; Fátima Camelo; Fábio Pereira; Bento Camarão, Professor Pedro e Anselmo, esse último consta como o lobista no depoimento.



Foram presas na madrugada desta quarta-feira (25) seis pessoas suspeitas de terem participado do duplo homicídio que vitimou, no último dia 16, Vânia Sousa Araújo, de 48 anos, e Patrícia Araújo Castro, de 19 anos. O crime teve motivação passional, pois duas menores que participaram do crime afirmaram, em depoimento, que dias antes dos homicídios haviam brigado com Patrícia Araújo, pois ela estaria “flertando” com os seus namorados. Com raiva, Patrícia decidiu ameaçá-las dizendo que usaria de magia negra caso elas voltassem a incomodá-la. Amedrontadas, as menores decidiram procurar quatro rapazes que concordaram em ir até a residência das vítimas e matá-las estranguladas.
Após receber notificação do Ministério Público (MPMA), no início do mês de março, donos de barracas localizadas na Litorânea passaram a quarta-feira (25) retirando toldos, mesas e tudo que fosse considerado irregular. Segundo os donos de barracas, ontem seria o último dia de prazo dado pelo MPMA, e para evitar que a fiscalização chegue retirando tudo de surpresa eles resolveram se organizar para resolver o problema de forma amigável. No primeiro dia de março, uma fiscalização chamada “Operação Praia Limpa na Avenida Litorânea em São Luís” foi feita para saber em que pontos da praia vendedores descumpriam a ordem de retirada e adequação.
