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Esposa de Willame Anceles se elegeu duas vezes consecutiva como vice em dois grupo políticos diferentes…
Mais um caso curioso destas eleições no Maranhão. Em Rosário, cidade com mais de 38 mil habitantes e pouco mais de 32 mil eleitores, a atual vice-prefeita Cládia Fernanda Ferreira Anceles (MDB), continuará no cargo pelos próximos quatro anos mesmo após a derrota do prefeito Calvet Filho (Republicanos).
É que antes mesmo da pré-campanha, Cláudia Anceles rompeu politicamente com o atual prefeito Calvet e aderiu à campanha da oposição, liderada pelo jovem Jonas Magno (PDT). A dupla saiu vitoriosa na eleição do último domingo (06).
A atual vice-prefeita, agora reeleita, é esposa do líder político Willame Waquim Anceles. Ele foi vereador do município entre os anos de 2009 e 2012, e também, foi gestor da Unidade Regional de Saúde do Estado em Rosário (URSR).
Na eleição de 2016, Willame foi segundo colocado em Rosário, quando obteve 9.398 votos (40.41%). Quatro anos antes, na disputa eleitoral de 2012, Anceles saiu das urnas com 6.301 votos (29.70%).
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Gleyson Resende (União Brasil) e Roberto Costa (MDB) na mesma chapa da Famem…
Nesta quinta-feira (10), o prefeito eleito da cidade de Barão, Gleydson Resende (União Brasil), tornou público uma reunião que teve com o também prefeito eleito Roberto Costa (MDB), da cidade de Bacabal.
Ambos são pré-candidatos à presidência da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM).
“Com o amigo Roberto Costa, prefeito eleito de Bacabal. Boa conversa! A troca de experiência e ideias é fundamental para fortalecer o municipalismo e construirmos a convergência tão necessária ao Maranhão. Estamos juntos”, escreveu Resende.
O Blog do Domingos Costa apurou que a dupla de prefeitos ligada ao Palácio dos Leões irá disputar o comando da entidade na mesma chapa, visto que o governo trabalha para convergir os interesse entre os aliados.
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Por meio das redes sociais mais dois vereadores declararam apoio nesta quinta-feira (10) ao presidente da Câmara de São Luís, Paulo Victor (PSB), em seu projeto de continuar no comando da Câmara Municipal de Vereadores.
Antônio Garcez (PP) e Thayanne Evangelista (União Brasil) reuniram com Paulo Victor e anteciparam voto para que o atual presidente continue à frente do Parlamento.
Agora, os votos de Paulo, além do dele, são: Edson Gaguinho, Beto Castro, Marlon Botão, Andrey Monteiro, Astro de Ogum, Thiago Feitas, Romeo Amin, Concita Pinto, Daniel Oliveira, Rosana da Saúde, Coletivo Nós (PT), Marcelo Poeta (PSB), Nato Júnior (PSB), Octávio Soeiro (PSB), Dr. Joel (PSD), Clara Gomes (PSD), Marcos Castro (PSD), Raimundo Penha (PDT), André Campos (PP), Antônio Garcez (PP) e Thayanne Evangelista (União Brasil).
A eleição da Câmara de São Luís acontece em fevereiro de 2025, quando iniciará a nova legislatura 2025/2028. O atual presidente do Parlamento da capital é favorito para se reeleger no cargo.
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Alex Almeida foi reeleito prefeito, contudo, foi declarado inelegível por conta irregulares no TCE-MA.
Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) adiou mais uma vez conclusão do julgamento de inelegibilidade do prefeito Alex Almeida (PP), do município de Lago Verde.
O gestor foi reeleito com 6.317 votos (59,28%), contudo, está inelegível e concorreu após impetrar recurso na justiça.
O adiamento ocorreu após novo pedido de vista, realizada na quarta-feira (09), pelo Juiz eleitoral Tarcísio Almeida Araújo, mesmo depois de formado maioria pela inelegibilidade do atual prefeito de Lago Verde, conforme a sessão plenária do TR-MA do dia 02 outubro.
Com quatro votos favoráveis à inelegibilidade, proferidos pelos juízes Ângelo (relator), Paulo Velter, Valterson e Fernando Serejo.
Nesta quarta-feira, dia 09, inexplicavelmente o juiz Tarcísio pediu novo pedido vistas do processo, o que retarda a conclusão do julgamento para o dia 14 de outubro, isto é, próxima segunda- feira, dia 14.
Esse é o segundo pedido de vista de Tarcísio, o primeiro ocorreu semana passada.
Diante do julgamento, futuro político de Lago Verde segue em aberto. A expectativa agora é pelo desfecho no TRE-MA, até lá, a população segue na incerteza de quem será o novo prefeito nos próximos 4 anos ou se haverá nova eleição.
– Motivo da inelegibilidade
Alex Almeida está inelegível pelo fato de que o TCE julgado irregularidades duas contas, com base no Acórdão PL-TCE Nº 08/2022.
No ano de 2013, Alex era Secretário Municipal de Finanças e ordenador de despesa na gestão do pai, Raimundo Almeida, prefeito na época.
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Antônio Marques Gonçalves Lima (MDB), vereador eleito no último domingo (10) no município de Joselândia, morreu nesta quinta-feira (10).
Conforme apuração do Blog do Domingos Costa, o vereador 5º mais votado sofreu um infarto e depois uma parada cardíaca na segunda-feira (07), ele foi levado para o Socorrão de Presidente Dutra.
Em seguida, Marcos do Domingo foi transferido para Teresina – PI, mas infelizmente acabou morrendo nesta quinta-feira.
Essa tinha sido a primeira vez que o vereador disputou o cargo de vereador, ele foi eleito pelo grupo de oposição.
A primeira suplente que será diplomada e empossar em 2025, será Sandra do Tanque.
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Juscelino Marreca, do PRD, prefeito de Santa Luzia e Enoque Mota, do MDB, de Pstos Bons lançaram o nome à Famem.
Nesta quinta-feira (10), mais dois prefeitos anunciaram pré-candidatura à presidência da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (FAMEM).
O prefeito eleito da cidade de Santa Luzia, deputado estadual Juscelino Marreca, do PRD, já começou a fazer ligações para prefeitos amigos pedindo voto.
Outro que também está em campo é Enoque Mota (MDB), o prefeito foi reeleito na cidade de Pastos Bons com candidatura única e também alega que irá disputar o comando da Famem.
Agora são sete os pré-candidatos à presidência da entidade municipalista: Roberto Costa (MDB), de Bacabal; Gleydson Resende (União Brasil) de Barão de Grajaú; Miltinho Aragão (PSB), de São Mateus; Bruno Silva (PP) de Coelho Neto e Vanessa Maia (União Brasil) de Pedreiras.
A eleição da Famem acontece em janeiro de 2025…
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Marcos Caldas vem colecionando derrotas seguidas nas eleições do Maranhão…
O empresário e ex-deputado estadual Marcos Caldas, conhecido pelos mais íntimos como “Play”, completou nestas eleições uma sequencia negativa de derrotas eleitorais.
A começar pela sua cidade, Brejo, onde ele decidiu romper com o prefeito Zé Farias e lançar sua pré-candidatura à prefeito. Contudo, meses após, “Play” retirou sua pretensão e declarou apoio à sua prima, Olívia Caldas.
Ocorre que ao abrir das urnas no último domingo (06), veio a derrota de Olívia e Marcos Caldas. Thâmara Castro, a candidata apoiada pelo prefeito Zé Farias, obteve 12.186 votos (57,83%) contra 8.887 votos (42,17%) dos Caldas.
– Três derrotas consecutivas para deputado
E se não bastasse a derrota na sua terra natal, Marcos Play coleciona outras três derrotas consecutivas na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa.
Nas eleições de 2014, Marcos Caldas, pelo PRP, obteve 30.834 votos e não conseguiu se eleger, fcou apenas na suplência; Quatro anos após, em 2018, desta vez pelo PTB, “Play” obteve 27.322 votos e novamente foi derrotado, ficou apenas na suplência. E em 2022, foram 26.697 votos nas urnas e além de perder, Caldas sequer ficou como suplente, vez que seu partido, o PROS, não alcançou o quociente eleitoral.
Portanto, é preciso um banho de sal grosso…
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MP-MA investiga contratação de servidores fantasmas, superfaturamento em contratos com empresas terceirizadas e locação de imóveis em nome de laranja.
O Ministério Público do Maranhão (MPMA) instaurou três investigações distintas para apurar irregularidades administrativas envolvendo o prefeito de Raposa, Eudes Barros. As investigações, publicadas nesta quarta-feira (9) no Diário do Ministério Público, abrangem denúncias de contratação de servidores fantasmas, suspeitas de superfaturamento em contratos de empresas terceirizadas e irregularidades na locação de imóveis pela gestão municipal.
1. Contratação de servidores fantasmas
Uma das investigações mais delicadas envolve a suspeita de contratação de servidores fantasmas pela prefeitura de Raposa. De acordo com a denúncia recebida pela Promotoria de Justiça, funcionários municipais estariam recebendo salários sem exercer as funções para as quais foram contratados.
A apuração é liderada pelo promotor de justiça Reinaldo Campos Castro Júnior, que investiga a participação de 21 servidores, além do próprio prefeito, no esquema de contratação fraudulenta. As suspeitas envolvem funcionários que não aparecem no local de trabalho ou não desempenham funções correlatas ao cargo, configurando uma possível violação dos princípios da moralidade e eficiência administrativa.
A denúncia envolve os seguintes servidores: Joceilton Gomes da Rocha; Mauricelha Lima Ferreira; Lorena Campos Schliebe; Josedekson Garcia Rocha; Ana Paula Aguiar Oliveira; Mairla Ferreira de Sousa; Daiane Silva Sampaio Dias; Lorenna Mendes Moura Pires; Adailson Conceição Rodrigues; Willison Carlos Pereira da Silva; Daividh Luis Cavalcanti de Britto; Gilberto Carlos dos Anjos; Erlane Viana Matos de Oliveira; William Trindade de Carvalho; José Ribamar Brandão Rodrigues; Paula Letícia Sousa Ferreira; Claudiana Lopes Froes; José Rodrigues da Rocha Filho; Lys Angelo Teixeira; Edson Santos Rodrigues e Juliana Leal Estrela.
Esses servidores são acusados de nunca terem exercido suas funções, recebendo salários sem prestar serviços à população.
2. Superfaturamento em contratos com empresas terceirizadas
Outra frente de investigação aberta pelo MPMA diz respeito a supostas irregularidades na contratação de uma empresa de fachada. A empresa teria firmado contratos milionários com a prefeitura de Raposa, sendo responsável por diversas obras e serviços no município.
As investigações focam em possíveis desvios de recursos e superfaturamento nas contratações. O MPMA busca entender se houve favorecimento ilícito na escolha da empresa e se os valores pagos estão de acordo com os serviços prestados. A apuração desses fatos poderá levar a ações civis públicas ou, em casos mais graves, a processos criminais.
3. Locação de imóveis em nome de laranja
A terceira investigação apura denúncias de locação irregular de imóveis pela prefeitura. Segundo o MPMA, a gestão de Eudes Barros teria firmado contratos suspeitos com Vanilson Oliveira Silva, que, em 2023, teria locado dois imóveis para a prefeitura de Raposa.
A suspeita é de que os contratos podem ter sido superfaturados ou celebrados com desvio de finalidade, caracterizando mais um possível ato de improbidade administrativa. O promotor de justiça Reinaldo Campos solicitou que sejam fornecidos todos os documentos relacionados aos contratos, além de dados detalhados sobre os imóveis e as razões que levaram à escolha dos mesmos.
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De acordo com a investigação, valores movimentados ultrapassam 2 milhões e meio de reais.

Agentes da Polícia Federal dentro da empresa de sonorizações realizando busca e apreensão.
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (10/10) a Operação Remix, que tem como objetivo combater desvios de recursos públicos, fraudes licitatórias, associação criminosa e lavagem de dinheiro na contratação de eventos musicais e aluguel de equipamentos para eventos no município de Codó.
Segundo as investigações, valores provenientes de contratos com empresa de fachada foram desviados, sacados e/ou transferidos para contas de terceiros sem relação com os objetos contratados pela prefeitura local. Os valores movimentados ultrapassam R$ 2,5 milhões.
Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão e mandados de quebra de dados telemáticos em Codó, expedidos pela 1ª Vara Federal Criminal da SJMA, responsável pelos crimes de lavagem de capitais no Maranhão. Além disso, foi determinada pelo Juízo Federal a quebra do sigilo telemático dos materiais e equipamentos encontrados. Os investigados poderão responder por corrupção passiva, apropriação de verbas públicas, fraude licitatória, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Os materiais apreendidos serão encaminhados para a realização dos exames periciais visando a coleta de novos elementos, além de identificar outras pessoas e empresas envolvidas, bem como identificar outros crimes relacionados.
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Operação Regalo acontece em Imperatriz e Davinópolis.
Na manhã desta quinta-feira, 10, o Ministério Público do Maranhão, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com o apoio das Polícias Civil e Militar, deflagrou a Operação Regalo. A ação cumpre mandados judiciais expedidos pela Vara Especial Colegiada dos Crimes Organizados, com foco em endereços nas cidades de Imperatriz e Davinópolis.
A operação é resultado de investigações conduzidas pelo Gaeco em apoio à 1ª Promotoria de Justiça Especializada de Imperatriz. As apurações indicaram a prática de crimes licitatórios, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa na Secretaria Municipal de Infraestrutura de Imperatriz, envolvendo contratações para locação de máquinas e ônibus, incluindo operadores, motoristas e combustível.
Além dos mandados de busca e apreensão, a Justiça determinou a quebra de sigilo telemático, a extração de dados, o bloqueio de bens dos investigados e a proibição de novas contratações das empresas envolvidas com órgãos públicos.
De acordo com as investigações, houve direcionamento ilícito de licitações, favorecendo duas empresas, sendo que uma delas já havia apresentado cotação na fase inicial do processo licitatório. Três empresto do mesmo grupo familiar foram usadas para manipular os preços e favorecer o esquema.
A abertura da licitação, inicialmente prevista para 11 de dezembro de 2019, foi adiada sob a justificativa de uma reunião com a pregoeira responsável. Posteriormente, a nova data foi marcada para 27 de dezembro de 2019, logo após o Natal, sendo publicada no Diário Oficial do Estado um dia antes. Na sessão, apenas as duas empresas investigadas participaram, vencendo o certame.
O nome da operação, “Regalo”, faz referência ao “presente de Natal”, considerando a data em que a licitação foi direcionada para as empresas vencedoras, uma delas ainda em atividade e com contratos vigentes. Desde 2020, essa empresa já recebeu mais de R$ 7 milhões pelos serviços prestados à Secretaria de Infraestrutura de Imperatriz.
A investigação teve origem em documentos compartilhados de outra operação do Gaeco, que já havia identificado um esquema de lavagem de dinheiro público na Sinfra de Imperatriz, com o uso de empresas para desvio de recursos.

