30
abr
2021

Vereador acusado de receber ilegalmente salário como funcionário da prefeitura de Codó vira alvo do Ministério Público

Pelo Jornalista Domingos Costa
Vereador "Pastor Max" (PDT) do município de Codó...

Vereador “Pastor Max” (PDT) do município de Codó…

O Promotor Carlos Augusto Soares titular da 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Codó abriu inquérito no último dia 19/04 para investigar o vereador Max Tony Oliveira de Sousa, conhecido popularmente como “Pastor Max” (PDT).

Por meio da Portaria nº 242021, o Ministério Público irá apurar a denúncia inserida na Notícia Fato 048-259/2021 – 1ªPJC, que tramita na Promotoria de Justiça local dando conta que de forma ilegal, parlamentar codoense recebeu remuneração como se estivesse exercendo o cargo de Assistente Administrativo no município de Codó.

“Converto a Notícia de Fato SIMP 000048-259/2021 – 1ªPJC no presente INQUÉRITO CIVIL SIMP 000048-259/2021 – 1ªPJC, para o aprofundamento da apuração das irregularidades noticiadas. O objeto do presente inquérito civil fica restrito à apuração de recebimento de remuneração correspondente ao cargo de agente administrativo, no município de Codó/MA, sem a devida contraprestação, pelo vereador Max Tony Oliveira de Sousa”, sustenta o promotor.

O Ministério Público pede que seja oficiado a Secretaria Municipal de Educação, requisitando que informe ao MP-MA, no prazo de 10 (dez) dias, se o vereador encontra-se afastado das suas funções naquele órgão ou encontrando-se em efetivo exercício de suas funções, existe compatibilidade de horários com relação ao exercício das funções próprias do cargo de vereador no município.

“Requisite-se, ainda, que aquela Secretaria informe se o representado vem exercendo efetivamente, caso não esteja afastado, ainda que em home office, as suas funções, entregando as tarefas a ele incumbidas, acessando os sistemas que porventura deva acessar etc. Por fim, a requisição encaminhada àquela Secretaria deve conter a advertência do art. 10 da Lei da Ação Civil Pública, bem como da Lei de Improbidade Administrativa para o caso de descumprimento injustificado da requisição.” Completa.

1 Comentário

  1. Além desse inquérito civil, existe um PIC contra ele devido a aglomeração na campanha eleitoral.

    Atc,
    Blogue do Graciliano

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