out
2021
BAIXARIA! Suposto sócio de Kaio Saraiva ofende mulheres: “Vagabundas!”

Agressão a mulheres veio por meio das redes sociais…
O Advogado João Duboc postou em suas redes sociais violência gratuita e machista contra mulheres, conforme print em anexo: “Vagabundas! É só o que precisa ser dito! Vagabundas!”
Vale lembrar que, de acordo com os autos da Ação Trabalhista 0017063-62.2020.5.16.0003, na qual Kaio Saraiva pede mais de R$ 1 milhão ao escritório DV – Dias Vieira Consultores e Advogados Associados, em sua defesa o dono do escritório, Pedro Américo, alega que Kaio Saraiva utilizou toda a estrutura do conceituado escritório o qual era sócio para assediar clientes e levá-los para um escritório paralelo, tendo como um dos sócios justamente o advogado João Duboc.
Aliás, a relação profissional de ambos, conforme cópia de documentos juntados no processo, indica a relação prévia de sociedade e suposto novo escritório.
Pra piorar, destaca-se o nível de trânsito interno e influência deles na OAB/MA, sendo que Kaio Saraiva é tesoureiro da Ordem e pré-Candidato à presidência da OAB indicado por Thiago Diaz, e João Duboc era até 2019 o Coordenador das Comissões da OAB/MA, além de, pasmem, os dois terem sidos indicados por Thiago Diaz para integrar as Comissões de Concurso para provimento do cargo de Juiz de Direito Substituto, conforme a Resolução 59/2018 do TJ/MA.

Atual presidente da OAB é amigo de advogado João Duboc…
Não se sabe o motivo e nem o contexto da ofensa as mulheres, ainda que injustificável, da ofensa com as mulheres, mas a classe vem bem preocupada com os dirigentes atuais. Não é a primeira polêmica envolvendo as mulheres e o grupo de Thiago Diaz.
Contra a paridade
No final do ano passado, em votação para paridade de gênero nas chapas da OAB (igualdade entre homens e mulheres nas vagas), a votação foi por maioria. Empatada, coube ao presidente do Conselho Federal, Felipe Santa Cruz, dar o voto de minerva que desempatou a favor da paridade já nas eleições de 2021. Thiago Diaz foi um dos presidentes que não votou a favor da paridade.
Ao final, Thiago e outros presidentes voltaram atrás e a paridade passou a constar como tendo sido aprovada por unanimidade.


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