18
mar
2024

Bajular políticos com títulos de cidadão maranhense e ludovicense está com os dias contados

Há décadas, a Assembleia Legislativa do Maranhão (ALEMA) e a Câmara de Vereadores de São Luís (CMSL) usam, respectivamente, títulos de cidadão maranhense e ludovicense, como forma de bajular políticos de todas as correntes
Há anos a Assembleia Legislativa e Câmara de São Luís usam, respectivamente, títulos de cidadão maranhense e ludovicense, como forma de bajular políticos de todas as correntes.

Há décadas, a Assembleia Legislativa do Maranhão (ALEMA) e a Câmara de Vereadores de São Luís (CMSL) usam, respectivamente, títulos de cidadão maranhense e ludovicense, como forma de bajular políticos de todas as correntes, mas essa prática parece que está com os dias contados.

O primeiro passo foi dado pelo vereador de São Luís, Raimundo Penha, do PDT, presidente da Comissão de Constituição e Justiça daquela Casa, que liderou um movimento que barrou nesta segunda-feira (18) um Título de Cidadã Ludovicense à ex-primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, de autoria do vereador Marquinhos (União Brasil).

De acordo com o pedetista, é preciso observar critérios para concessão do título, tais como possuir residência fixa em São Luís por no mínimo cinco anos, além da contribuição dada para a cidade.

E caso esses mesmos requisitos coerentes, entre outros, também sejam adotados pela Assembleia Legislativa, certamente a farra de títulos de cidadãos será encerrada de uma vez por toda no Maranhão.

Na ALEMA, a proposta para homenagear Michelle Bolsonaro é do deputado Yglesio Moyses (PSB). Ocorre que a esposa do ex-presidente do Brasil não possui residência fixa no Maranhão durante os últimos dez anos, como estabelece a regra, e tampouco, contribuiu com alguma ação de grande relevância em prol do Estado.

1 Comentário

Deixe o seu comentário!

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do autor deste blog.