abr
2026
CEADEMA descarta Pastor Gildenemir e decide por Mical Damasceno para federal; Regilda e Enos para estadual

CEADEMA descarta Pastor Gildenemir e decide por Mical Damasceno para federal; Regilda e Eno para estadual.
Nesta terça-feira (31) na cidade de Bacabal, a CEADEMA (Convenção Estadual das Assembleias de Deus no Estado do Maranhão) reuniu seu Concelho Político formado por pastores de diversas reuniões do estado e decidiu descartar o deputado federal Pastor Gildenemir, do PL, entre os nomes apoiados pelos evangélicos assembleianos nestas eleições.
Pastor Gil pretendia concorrer à reeleição, mas teve o nome recusado após a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condená-lo, no início do mês de março, por desvio de recursos públicos pelos crime de corrupção passiva, e, portanto, deixá-lo inelegível.
A substituta do pastor Gil para receber o apoio das Igrejas Assembleias de Deus no Maranhão é a deputada estadual Mical Damasceno, que deverá filia-se ao PL. Ela teve o nome aprovado pelos pastores da CEADEMA.
No mesmo encontro, a entidade cristão evangélica também aprovou outros dois nomes para disputa de cadeiras na Assembleia Legislativa visando as eleições de outubro.
Pastor Enos Ferreira será novamente colocado a julgo popular das urnas, ele tentou se eleger em 2022, mas não conseguiu. A CEADEMA também aprovou o nome da estreante Regilda Santos, ex-vereadora por três mandatos seguidos (12 anos) na cidade de Bacabal.
De outro modo, a Convenção Estadual das Assembleias de Deus no Estado do Maranhão decidiu não apresentar ou apoiar nenhum nome para a disputa ao Senado Federal, desta forma, frustrando os planos da Senadora Eliziane Gama, do PSD que está a caminho do PT.
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Faltou citar Eliziane como senadora.
Faltou citar Eliziane como senadora.
é um incoerência muito forte desse povo protestante, em primeiro lugar o poder obssessivo dos desejos em convencer o povo suas verdades, nada tem feito, essa turma que vai sair, só fez seus prazeres e está que vai entrar ao mesmo modo, não vejo espaço nem progresso ao povão, miséria, e ansiedade semprena pobreza do espirito, é uma vergonha…..
A política maranhense frequentemente se vê diante de um fenômeno perigoso: a instrumentalização do sagrado. Quando figuras como Mical Damasceno utilizam o púlpito como palanque, cria-se uma cortina de fumaça que esconde as verdadeiras intenções por trás de discursos moralistas. A maior incoerência não está apenas nas promessas não cumpridas, mas no abismo entre a “palavra de Deus” pregada e a prática de uma política baseada em conveniências pessoais.