out
2022
Dep. Pedro Lucas comemora sucesso no lançamento do foguete VSB-30 em Alcântara
Veículo lançador levou o Modelo de Qualificação da Plataforma Suborbital de Microgravidade (MQ-PSM) e atingiu o apogeu com 4 minutos e 1 segundo de voo.

Por meio das redes sociais o deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) comemorou o lançamento do foguete VSB-30 no último domingo (23) a partir da Plataforma Suborbital de Microgravidade (PSM) no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão. O lançamento faz parte da Operação Santa Branca.
“Foi um sucesso o lançamento do foguete VSB-30 do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). O foguete levou a bordo o modelo de qualificação da plataforma suborbital de microgravidade (MQ-PSM), que será usada em pesquisas científicas. O Maranhão construindo seu futuro.” Expressou o deputado.
O lançamento do VSB-30 ocorreu às 14h20 e atingiu o apogeu com 4 minutos e 1 segundo, já com altitude de 227 quilômetros, totalizando 7 minutos e 44 segundos de voo. A carga útil caiu a 185 quilômetros da costa e militares do CLA fizeram o resgate da carga.
Com produção brasileira e carga útil 100% nacional, o VSB-30 é um foguete da família sonda, que possuiu estágios à propulsão sólida, estabilizado rotacionalmente e com capacidade de transportar cargas de até 400 kg, em altitudes na faixa de 270 quilômetros.
O veículo lançador levou a bordo o Modelo de Qualificação da Plataforma Suborbital de Microgravidade (MQ-PSM) e os próximos passos envolvem a análise dos resultados dos experimentos científicos.
Após a qualificação, a PSM já poderá ser utilizada para a realização de experimentos em ambiente de microgravidade. Desde a concepção da PSM, houve intensos esforços de desenvolvimento de tecnologia no mercado nacional. Há interesse em prover serviços de experimentos em microgravidade no Brasil, e a PSM coroa esse processo de capacitação junto às empresas nacionais.
A Plataforma Suborbital de Microgravidade (PSM) foi desenvolvida por meio de uma parceria entre a Agência Espacial Brasileira (AEB), a empresa Orbital Engenharia, a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE). Nessa plataforma, foi embarcado um conjunto de instrumentos para a avaliação do desempenho do voo e o experimento “Forno Multiusuários”, desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).


Esse é o foguete do Weverton, conseguiu subir depois da hora.
Foguete não dá ré.