abr
2020
Dep. Yglésio se envolve em polêmica com entidades por causa de carteiras estudantis

Assim que o parlamentar fez a publicação, as entidades lançaram uma nota desmentindo…
O deputado estadual Yglesio Moyses (Pros) se meteu em mais uma polêmica, desta vez, com as entidades estudantis de São Luís. O parlamentar usou sua conta no Instagram nesta quinta-feira (30) para afirmar que pediu por meio de Indicação a prorrogação da validade das carteiras estudantis enquanto perdurar a declaração de emergência em saúde pública por conta da pandemia do coronavírus.
Assim que a peça publicitária produzida e publicada pelo deputado chegou ao conhecimento das entidades estudantis, a exemplo da CES, MEI, AMESU e UMES causou grande revolta nas diretorias das agremiações, visto que a demanda já tinha sido discutida e solucionada pelos lideres estudantis junto aos órgãos competentes.
O Blog do Domingos Costa tomou conhecimento de uma nota de desagravo acerca do assunto assinada por duas dessas entidades (AMESU e UMES). No documento, elas criticam o parlamentar e dizem que Yglesio pede o que já está em vigor, para dessa forma, se promover às custas das ações das entidades.
“Desde que foi decretado o distanciamento e isolamento social, sentamos com os órgãos a SMTT e o SET, e em comum acordo, acertamos que as carteiras de meia entrada e meia passagem não terão efeito suspensivo ou bloqueio enquanto durar a pandemia do covid-19”, disse o presidente da UMES, Marcelo Matos ao Blog do DC.
O dirigente estudantil assegurou, ainda, que as recargas de crédito e embarque nos coletivos continuam acontecendo normalmente sem nenhuma ocorrência de bloqueio ou quaisquer entraves. E aproveitou para alfinetar o deputado Yglesio.
“Esse deputado quer se promover as custas do trabalho das entidades, quer pedir o que já foi pedido e quer resolver o que já foi resolvido. Se pretende ajudar o povo, então, ele que é médico, deveria atuar dentro dos hospitais e UTI repletos de pacientes do coronavírus, que estão precisando de mais profissionais de saúde”, criticou Matos.
– Pergunta que não quer calar


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