set
2025
DEU NO METRÓPOLES: Deputado Júnior Lourenço emprega a própria sogra em seu gabinete na Câmara Federal
Deputado federal Júnior Lourenço e esposa Carolina Trovão Bonfim
O deputado federal Júnior Lourenço, do PL do Maranhão, emprega a própria sogra em seu gabinete na Câmara dos Deputados. A situação configura nepotismo, o que significa que o parlamentar pode responder por improbidade administrativa.
Maria Jackeline Jesus Gonçalves Trovão, de 61 anos, foi nomeada secretária parlamentar do genro em 10 de maio de 2022, com salário de R$ 1.328,41, mais auxílios. Na ocasião, o deputado e a esposa já estavam casados. Em dezembro de 2023, a sogra foi promovida, e atualmente ganha R$ 1.764,93, mais os benefícios, ultrapassando R$ 3,2 mil por mês.
Maria Jackeline Trovão é mãe de Carolina Trovão Bonfim, esposa de Júnior Lourenço. Em conversa com a coluna, o deputado federal confirmou, sem demonstrar qualquer constrangimento, que emprega a própria sogra. “Ela trabalha comigo no Maranhão… no gabinete lá.” Questionado sobre quais eram as atribuições da mãe da esposa dele, limitou-se a responder que “ela é secretária”, sem dar mais detalhes e encerrando a conversa. A sogra não se manifestou.

Carolina Trovão Bonfim e a mãe Maria Jackeline Trovão
Em 3 de agosto passado, o deputado e a esposa comemoraram cinco anos de casamento. A prática de nepotismo é vedada pela Constituição Federal de 1988 por ferir os princípios da moralidade, impessoalidade, eficiência e isonomia.
O deputado federal Júnior Lourenço, do PL do Maranhão, emprega a própria sogra em seu gabinete na Câmara dos Deputados. A situação configura nepotismo, o que significa que o parlamentar pode responder por improbidade administrativa.
Maria Jackeline Jesus Gonçalves Trovão, de 61 anos, foi nomeada secretária parlamentar do genro em 10 de maio de 2022, com salário de R$ 1.328,41, mais auxílios. Na ocasião, o deputado e a esposa já estavam casados. Em dezembro de 2023, a sogra foi promovida, e atualmente ganha R$ 1.764,93, mais os benefícios, ultrapassando R$ 3,2 mil por mês.
No total, a Câmara dos Deputados já desembolsou R$ 120 mil para pagar a sogra do parlamentar.
Maria Jackeline Trovão é mãe de Carolina Trovão Bonfim, esposa de Júnior Lourenço. Em conversa com a coluna, o deputado federal confirmou, sem demonstrar qualquer constrangimento, que emprega a própria sogra. “Ela trabalha comigo no Maranhão… no gabinete lá.” Questionado sobre quais eram as atribuições da mãe da esposa dele, limitou-se a responder que “ela é secretária”, sem dar mais detalhes e encerrando a conversa. A sogra não se manifestou.
Em 3 de agosto passado, o deputado e a esposa comemoraram cinco anos de casamento. A prática de nepotismo é vedada pela Constituição Federal de 1988 por ferir os princípios da moralidade, impessoalidade, eficiência e isonomia.
Uma súmula publicada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2008 reforçou a proibição de nomeação de “cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau da autoridade nomeante” para cargos comissionados, como é o caso de Maria Jackeline Trovão. A sogra é parente por afinidade em primeiro grau, em linha reta.
Segundo especialistas, o deputado federal pode responder por improbidade administrativa e, como consequência, ter que ressarcir o valor pago pela Câmara à sogra, pagar multa e até mesmo ter os direitos políticos suspensos.
– Mulher já acusou deputado do PL de agredi-la
Nas redes sociais, Júnior Lourenço costuma postar fotos em diversas viagens internacionais com a esposa. Entre os destinos estão Paris, Maldivas e Dubai.
Mas nem tudo são flores na vida do casal. Carolina Trovão Bonfim chegou a registrar na delegacia, em agosto de 2024, boletim de ocorrência contra o marido por violência doméstica. Júnior Lourenço teria arrastado a esposa pelos cabelos no chão de um hotel em que eles estavam hospedados em Ipojuca, Pernambuco, durante lua de mel.
Após o caso repercutir na imprensa, contudo, Carolina Trovão Bonfim divulgou nota, por meio das redes sociais do marido, em que alega que tudo não passou de um “mal-entendido”, negando qualquer tipo de agressão.



Vai ser preso mais ou mais tarde,isso se a emenda não passar