abr
2024
Em novo vídeo, Mical Damasceno tenta “juntar o caldo derramado”
Bem mais calma e agora com voz mansa, a deputada estadual Mical Damasceno (PSD) publicou um vídeo em suas redes sociais durante o final de semana alegando que sua fala foi deturpada pela imprensa e por partidos ligados à esquerda.
A parlamentar se refere às suas afirmativas que causaram polêmica em todo o Brasil ao defender, na última quarta-feira (17), que a Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) faça uma sessão apenas com a presença de homens para celebrar o Dia Internacional da Família, em 15 de maio. A ideia, segundo ela, é mostrar que o homem “é o cabeça da família”, enquanto a mulher “deve submissão ao marido”.
Agora, Mical mudou o discurso e diz que foi mal interpretada. Ela afirma também que estar sendo vítima de ameaças – inclusive físicas – e que a esquerda e a imprensa querem lhe calar, não respeitando sua visão de mundo.
“Quando me referi que a mulher deve submissão ao homem, eu me referia a um ensinamento bíblico onde Deus designa o dever da mulher para com o seu marido e isso inclui o amor, o respeito, a assistência e o zelo para com seu lar. Assim como o homem deve se submeter às necessidades de sua esposa e filhos, sendo assim o provedor do seu lar. Em nenhum momento em quis dizer que a mulher é inferior ao homem e nem que elas não devem ocupar cargos públicos como a lacrosfera quer dar a entender. Quando propus uma sessão solene da família mobilizando os homens eu estava me referindo a uma solenidade no plenário e não que a Assembleia Legislativa só deve ter deputados homens em sua composição. Já fiz diversas solenidades com mulheres, com crianças, com capelães. O que eu percebo na esquerda e nos veículos de comunicação é uma crentefobia, onde na verdade querem nos pressionar e nos calar, pois não aceitam nem respeitam e nossa visão de mundo. A visão de mundo dos crentes, das pessoas que acreditam na Bíblia, quem nos impor os novos formatos de família, mas não respeitam o nosso modelo de família tradicional instituído por Deus”, disse em um dos trechos da gravação.
Não adianta deputada, o caldo já foi derramado…
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Melhor seria para a ilustre deputada reconhecer que errou ou que se excedeu em sua fala, do que sair por aí culpando os outros, como fez a mesma insinuando que a culpa é da “esquerda” e dos “veículos de comunicação”.
Pior do que errar é tentar justificar o erro para se isentar da culpa ou minimizar a repercussão negativa da tolice que falou pondo a culpa nos outros.
O ideal é assumir o errro, mas isso exige grandeza de espírito e sobretudo bom caráter.
Legal!!! Falou um monte de besteira e a culpa é da esquerda. Deputada ignorante.