jan
2026
Entidades médicas saem em defesa do médico Dr. Alexandre Augusto Gomes

Entidades médicas nacionais divulgaram, nesta semana, uma nota conjunta em defesa do médico cirurgião plástico Dr. Alexandre Augusto Alves Gomes Alves, após a repercussão do falecimento da paciente Ariene Rodrigues, ocorrido após um procedimento cirúrgico.
O Colégio Brasileiro de Cirurgia Plástica (CBCP) e a Associação Brasileira de Médicos com Expertise de Pós-Graduação (ABRAMEPO) manifestaram profundo pesar pela morte da paciente e solidariedade à família, destacando, porém, a importância de que análises técnicas e éticas sejam conduzidas com responsabilidade, respeito e dentro das instâncias competentes.
De acordo com as entidades, o Dr. Alexandre é médico regularmente inscrito no Conselho Regional de Medicina do Maranhão (CRM-MA), com mais de 30 anos de experiência profissional, reconhecido por colegas e pacientes pela competência e reputação na área da cirurgia plástica. Ele é membro titular do CBCP e integrante da ABRAMEPO, instituições que reúnem profissionais com formação qualificada e atuação reconhecida.
A nota ressalta ainda que o médico mantém atuação ativa na área científica, participando regularmente de congressos e eventos médicos no Brasil e no exterior. Somente no último ano, o profissional apresentou palestras sobre lipoaspiração em congressos realizados no Brasil, no Paraguai e nos Estados Unidos, demonstrando compromisso contínuo com a atualização científica e a medicina baseada em evidências.
Segundo o CBCP e a ABRAMEPO, o Dr. Alexandre é pós-graduado em Cirurgia Plástica pela Faculdade EnsinE, curso que possui apoio institucional do Colégio Brasileiro de Cirurgia Plástica e carga horária equivalente à residência médica. Atualmente, ele atua como preceptor nas atividades práticas do curso, além de participar como debatedor em aulas teóricas e sessões clínicas mensais promovidas pelo CBCP.
O currículo do médico inclui ainda mestrado, doutorado e pós-doutorado, estes últimos realizados nos Estados Unidos, além de diversas outras atividades acadêmicas nacionais e internacionais, o que, segundo as entidades, o qualifica plenamente para os procedimentos realizados.
Sobre o óbito da paciente, as entidades informam que, conforme dados de conhecimento público, a causa foi embolia pulmonar maciça, condição descrita na literatura médica como uma possível intercorrência grave, embora rara, associada a procedimentos cirúrgicos, não sendo, por si só, indicativa de falha técnica ou imperícia profissional.
Por fim, o CBCP e a ABRAMEPO reforçam que qualquer apuração de responsabilidade deve ocorrer por meio de avaliação técnica e pericial, respeitando o devido processo legal e ético, e alertam para os riscos de conclusões precipitadas fora das instâncias adequadas. As entidades reafirmaram ainda o compromisso com a ética médica, a segurança do paciente e a qualificação contínua dos profissionais que integram seus quadros.


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