nov
2016
Envolvidos tentam asfixiar “máfia da Sefaz” via Tribunal de Justiça
Todo o temor gira em torno da possibilidade de expedição de ordens de prisões caso fique provado a tentativa de apagarem provas.

Pela influência que exercem no meio jurídico, envolvidos no caso “máfia da Sefaz” tentam via TJ-MA barrar a operação de autoria do MP-MA.
Estranhos movimentos estão acontecendo no Tribunal de Justiça do Maranhão depois da decisão da juíza Cristiana Ferraz de aceitar as denúncias do Ministério Público Estadual contra a organização criminosa que atuava na SEFAZ, durante o governo de Roseana Sarney.
Preocupante ficou o grupo Sarney quando a juíza, que responde temporariamente pela Oitava Vara Criminal, determinou busca e apreensão nas residências e escritórios de alguns cabeças do esquema que teria onerado os cofres públicos em quase R$ 1 bilhão.
Forças políticas tentaram asfixiar os passos da corajosa juíza com a influência que ainda resta no alto clero da justiça, mas diante da repercussão na imprensa local e nacional nenhuma toga quis botar a digital no enquadramento a magistrada.
Todo o temor gira em torno da possibilidade de expedição de ordens de prisões caso fique provado a tentativa de apagarem provas, apesar do processo conter, em cada das 7 mil páginas, fatos irrefutáveis da ação do grupo na SEFAZ.
A juíza Cristiana Ferraz deixa a vara no próximo dia 08 de dezembro quando assumir a titular juíza Oriana Gomes. O retorno da juíza Gomes somente aumenta a preocupação do grupo pelo seu incisivo e reconhecido papel no judiciário.
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