21
jul
2022

Essa é a 5ª vez que Eduardo DP é preso, agora, pela Polícia Federal; veja as outras quatro

Pelo Jornalista Domingos Costa
Imagem de DP em julho de 2016, ocasião da 4ª prisão...

Imagem de DP em julho de 2016, ocasião da 4ª prisão quando teve o cabelo raspado…

Assunto político e policial mais comentado nas últimas 24h é a prisão do empresário Eduardo José Barros Costa, o Eduardo DP, conhecido também como “Imperador”. Velho conhecido do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, o dono da  empreiteira Construservice soma, com a atual, nada menos que cinco prisões por corrupção.

O Blog do Domingos Costa fez abaixo um resumo de cada uma das prisões do Imperador, acompanhe:

1ª PRISÃO: Em março de 2015 [Operação Imperador– Apontado nas investigações conjunta do Ministério Público e da Polícia Civil como o principal suspeito do desvio do esquema de R$ 5 milhões de diversas prefeituras, incluído a de Dom Pedro, onde sua mãe, Arlene Barros, foi prefeita, DP segundo a polícia, possui dois CPF’s e três identidades, assim como a ex-prefeita. Ele teria ainda dez empresas que negociavam com agiotas dinheiro da merenda escolar, de medicamentos e equipamentos hospitalares.

2ª PRISÃO – Novembro de 2015 [Operação El Berite II] – Além de DP, nessa operação foram presos novamente pela Polícia Civil, o agiota Josival Cavalcante da Silva, o “Pacovan”, e o ex-prefeito de Bacabal Raimundo Lisboa. Os três foram acusados pelo Ministério Público de desviar R$ 4,5 milhões dos cofres públicos de prefeituras maranhenses, parte desse dinheiro da prefeitura de Bacabal.

3ª PRISÃO – Maio de 2016 [Operação Imperador 2] – Eduardo foi preso pela terceira vez sob acusação de participação em um esquema de agiotagem e fraudes em licitações na cidade, de Dom Pedro. A polícia maranhense afirma que mais de R$ 5 milhões foram desviados pela gestão Arlene Costa – mãe de DP, entre 2009 e 2012. Só para a conta pessoal de “Eduardo DP” foram desviados mais de R$ 3,6 milhões.

4ª PRISÃO – Julho de de 2016 [Operação Paulo Ramos II] – DP se apresentou à polícia naquela quarta-feira (13) e foi colocado em liberdade dois dias após. O “Imperador” ficou foragido cerca de dez dias, quando foi desencadeada a  Operação Paulo Ramos II, coordenada pelo Grupo de Atuação Especial no Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e pela Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor). Na ocasião, foi preso o prefeito de Paulo Ramos, Tancledo Lima Araújo (PV), e outras cinco pessoas. Todos, segundo a polícia e o MP, integrantes de uma organização criminosa responsável por desviar R$ 2 milhões dos cofres públicos daquele município.

5ª PRISÃO – Julho de de 2022 [Operação Odacro] – O “Imperador” é acusado de liderar uma associação criminosa estruturada, que promoveu e ainda promove fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro, envolvendo verbas federais da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) através de emendas parlamentares e também por meio orçamento secreto – distribuição de verba pública a parlamentares por meio das emendas de relator. O desvio pode chegar a R$ 200 milhões.

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