jul
2022
Essa é a 5ª vez que Eduardo DP é preso, agora, pela Polícia Federal; veja as outras quatro

Imagem de DP em julho de 2016, ocasião da 4ª prisão quando teve o cabelo raspado…
Assunto político e policial mais comentado nas últimas 24h é a prisão do empresário Eduardo José Barros Costa, o Eduardo DP, conhecido também como “Imperador”. Velho conhecido do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, o dono da empreiteira Construservice soma, com a atual, nada menos que cinco prisões por corrupção.
O Blog do Domingos Costa fez abaixo um resumo de cada uma das prisões do Imperador, acompanhe:
1ª PRISÃO: Em março de 2015 [Operação Imperador] – Apontado nas investigações conjunta do Ministério Público e da Polícia Civil como o principal suspeito do desvio do esquema de R$ 5 milhões de diversas prefeituras, incluído a de Dom Pedro, onde sua mãe, Arlene Barros, foi prefeita, DP segundo a polícia, possui dois CPF’s e três identidades, assim como a ex-prefeita. Ele teria ainda dez empresas que negociavam com agiotas dinheiro da merenda escolar, de medicamentos e equipamentos hospitalares.
2ª PRISÃO – Novembro de 2015 [Operação El Berite II] – Além de DP, nessa operação foram presos novamente pela Polícia Civil, o agiota Josival Cavalcante da Silva, o “Pacovan”, e o ex-prefeito de Bacabal Raimundo Lisboa. Os três foram acusados pelo Ministério Público de desviar R$ 4,5 milhões dos cofres públicos de prefeituras maranhenses, parte desse dinheiro da prefeitura de Bacabal.
3ª PRISÃO – Maio de 2016 [Operação Imperador 2] – Eduardo foi preso pela terceira vez sob acusação de participação em um esquema de agiotagem e fraudes em licitações na cidade, de Dom Pedro. A polícia maranhense afirma que mais de R$ 5 milhões foram desviados pela gestão Arlene Costa – mãe de DP, entre 2009 e 2012. Só para a conta pessoal de “Eduardo DP” foram desviados mais de R$ 3,6 milhões.
4ª PRISÃO – Julho de de 2016 [Operação Paulo Ramos II] – DP se apresentou à polícia naquela quarta-feira (13) e foi colocado em liberdade dois dias após. O “Imperador” ficou foragido cerca de dez dias, quando foi desencadeada a Operação Paulo Ramos II, coordenada pelo Grupo de Atuação Especial no Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e pela Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor). Na ocasião, foi preso o prefeito de Paulo Ramos, Tancledo Lima Araújo (PV), e outras cinco pessoas. Todos, segundo a polícia e o MP, integrantes de uma organização criminosa responsável por desviar R$ 2 milhões dos cofres públicos daquele município.
5ª PRISÃO – Julho de de 2022 [Operação Odacro] – O “Imperador” é acusado de liderar uma associação criminosa estruturada, que promoveu e ainda promove fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro, envolvendo verbas federais da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) através de emendas parlamentares e também por meio orçamento secreto – distribuição de verba pública a parlamentares por meio das emendas de relator. O desvio pode chegar a R$ 200 milhões.


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