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2026
Filho de Cutrim desabafa sobre prisão domiciliar do pai: “A Justiça não pode ser movida por vingança”

O filho de Edmar Cutrim, Augusto Cutrim, publicou um desabafo nas redes sociais demonstrando tristeza e indignação com a situação do pai, de 73 anos, que, segundo ele, está em prisão domiciliar há mais de três meses e impedido de receber visitas da neta e de pessoas próximas, por determinação judicial.
Na publicação, Augusto relata o sofrimento da família diante das restrições e questiona a necessidade de medidas que considera severas e injustas.
“Como filho, sinto profunda tristeza e indignação ao ver meu pai, aos 73 anos, preso e incomunicável, em prisão domiciliar há mais de três meses. Há mais de 90 dias, por determinação judicial, ele está impedido de receber a visita de sua única neta e de pessoas próximas”, escreveu.
O filho afirma que a situação priva o pai de momentos importantes com a família e de experiências que, segundo ele, não poderão ser recuperadas com o passar do tempo.
“São abraços, momentos e lembranças que o tempo jamais devolverá. É difícil compreender a necessidade de medidas tão severas, que são injustas e abusivas, especialmente quando atingem não apenas meu pai, mas toda a nossa família”, declarou.
Augusto também ressaltou que não busca privilégios para Edmar Cutrim, mas pede que o caso seja tratado com respeito à dignidade humana.
“Não peço privilégios. Peço apenas justiça, respeito e humanidade. Meu pai é um homem de 73 anos, com uma história de vida reconhecida no Brasil e no exterior. Acima de tudo, é um pai e um avô que merece ser tratado com dignidade”, afirmou.
Em outro trecho, Augusto questionou a condução da Justiça e defendeu que as decisões sejam tomadas com equilíbrio, sem que fatores pessoais interfiram no julgamento.
“A Justiça não pode ser movida por vingança, vaidade ou demonstração de poder. Deve ser guiada pelo equilíbrio, pelo respeito e, acima de tudo, pela humanidade”, escreveu.
Ao justificar sua manifestação, o filho afirmou que seu posicionamento vai além do vínculo familiar e envolve o conhecimento que tem da trajetória do pai, tanto na vida pessoal quanto na profissional e política.
“Não é apenas por ser meu pai, a quem amo e sempre amarei, em quaisquer circunstâncias, que me manifesto. Sinto-me no dever, como filho e profundo conhecedor de sua história pessoal, profissional e política, de desafiar quem quer que seja a provar que meu pai tenha cometido qualquer tipo de ilícito, pois ele é e sempre será o meu herói”, concluiu.
O desabafo repercute a situação de Edmar Cutrim e as restrições relatadas por seu filho. A publicação não apresenta detalhes sobre os fundamentos jurídicos da decisão que determinou a prisão domiciliar nem sobre eventuais manifestações da defesa a respeito das medidas impostas.

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