fev
2023
GABINETE MAIS CARO DO BRASIL: Roberto Rocha lidera lista de contratação de assessores com supersalários em 2022

Gabinete mais caro do Brasil foi o de Roberto Rocha (PTB-MA).
Roberto Rocha não é mais senador pelo Maranhão, mas seus “feitos” continuam repercutindo na imprensa nacional. O maranhense aparece liderando uma lista entre os senadores que mais torraram dinheiro público com super-salários de servidores.
De acordo com reportam do jornalista Lúcio Vaz, da Gazeta do Povo, os salários dos assessores que trabalham nos gabinetes dos senadores custaram R$ 511 milhões aos cofres públicos em 2022.
O gabinete mais caro foi o de Roberto Rocha (PTB-MA). Suas contratações custaram R$ 10 milhões. Ele ficou na segunda colocação na disputa pela reeleição. Na gastança, superou o antigo recordista Izalci Lucas (PSDB-DF), que torrou R$ 9,3 milhões. Nos registros do Senado, servidores efetivos em exercício nos gabinetes recebem até R$ 45 mil, mesmo após a aplicação do abate-teto.
A grande maioria dos assessores ocupa cargos de livre nomeação (comissionados), mas há também centenas de servidores de carreira (efetivos) em exercício nos gabinetes pessoais dos senadores, nos cargos das Mesa Diretora e nos gabinetes das lideranças partidárias. Comissionados ou efetivos, todos são pagos, na verdade, pelo contribuinte.
Os assessores que trabalham nas lideranças dos partidos e blocos partidários custaram R$ 70 milhões no ano passado. A folha de pagamento dos comissionados chegou a R$ 42 milhões. Os cargos da Mesa Diretora, que incluem presidência, vice-presidência, secretarias e suplências, somaram R$ 34 milhões, sendo R$ 21 milhões destinados a assessores comissionados. Ao todo, a conta para o contribuinte alcançou os R$ 615 milhões. As indicações para cargos nas lideranças, blocos e Mesa Diretora são responsabilidade dos líderes e integrantes dirigentes da casa.
Entre os assessores diretos dos senadores, a maior parte estava lotada nos gabinetes do Senado Federal em Brasília. Essa despesa chegou a R$ 279 milhões. Os escritórios de apoio nos estados consumiram mais R$ 149 milhões. Os servidores efetivos em exercício nos gabinetes custaram R$ 83 milhões.


E esse cara queria governar o Maranhão. Sem histórico e nada a apresentar para a população, ainda tem essas coisas aí, segundo a matéria. 8 anos, além de outros na câmara federal. Gostaria que ele apresentasse o que fez na política, que mudou ou melhorou nosso Estado. Ainda bem, que essas coisas, estão sumindo da política, o povo está mudando aos poucos (apesar de ainda ser insuficiente).