10
abr
2025

INACREDITÁVEL! Promotor pede que DJ Diego Polary, condenado pelo assassinato do advogado Bruno Matos, deixe a prisão

Pelo Jornalista Domingos Costa

O pedido inusitado do Promotor Claudio José Sodré, ocorre apenas seis meses após o condenado começar a cumprir a pena de 10 anos de prisão pelo brutal assassinato do advogado Bruno Matos.

Diego Polary matou Brunno Matos no bairro do Olho D’agua no dia 06 de outubro de 2014.

Diego Polary matou Brunno Matos no bairro do Olho D’agua no dia 06 de outubro de 2014; agora, o condenado pode ganhar prisão domiciliar para cursar faculdade: proposta de promotor ignora a lei e revolta sociedade.

No último dia 25 de setembro de 2024, o DJ Diego Henrique Marão Polary, foi apresentado à Polícia Civil do Maranhão e começou a cumprir a pena de 10a nos – considerada muito baixa, pelo brutal assassinato do advogado Brunno Eduardo Matos Soares, de 29 anos, ocorrido no dia 06 de outubro de 2014, quando a vítima e amigos comemoravam a vitória nas urnas do Senador Roberto Rocha no bairro do Olho d’Água em São Luís.

Ocorre que na segunda-feira, dia 07, apenas cinco meses após o DJ começar a cumprir sua pena na Penitenciária de Pedrinhas, um parecer do promotor Cláudio José Sodré, recomenda a concessão de prisão domiciliar com monitoramento eletrônico ao condenado Diego Polary.

O DJ foi sentenciado por homicídio e atualmente cumprindo pena em regime fechado — é estarrecedor e carece de respaldo legal. A legislação brasileira não prevê prisão domiciliar para presos em regime fechado com a justificativa de cursar ensino superior, o que torna a recomendação não apenas questionável, mas um atentado à lógica do sistema penal.

O Promotor acolheu um pedido dos advogados, que acredite, usaram um caso de roubo para pedir a domiciliar, como se fosse um caso “idêntico/análogo.

A justificativa do promotor Cláudio José Sodré beneficiar o condenado DJ Diego Polary é de que ele irá cursar o ensino superior em Ciências Imobiliárias na Universidade Federal do Maranhão – UFMA, medida que segundo o Promotor, irá servir de incentivo à sua ressocialização e continuidade de seus estudos.

“(…) sua matrícula já está confirmada na instituição de ensino superior, o curso tem data de início, e sua rotina carcerária atual revela envolvimento contínuo com ações de ressocialização — todos fatores que minimizam riscos e demonstram a viabilidade da medida pretendida”, defende o Promotor. 

– Completo absurdo 

Conceder esse tipo de benefício a alguém condenado por um crime tão grave relativiza a gravidade do ato cometido. A vítima, morta brutalmente, jamais terá a oportunidade de retomar sua vida, enquanto o autor do crime é premiado com a chance de frequentar uma universidade federal — como se a brutalidade de seus atos pudesse ser amenizada com um curso superior.

A argumentação de que o preso apresenta “comportamento carcerário exemplar” e merece um “incentivo à ressocialização” ignora um ponto central: o regime fechado foi imposto justamente por conta da gravidade do crime. A progressão de regime e eventuais benefícios devem observar os critérios legais, e não interpretações subjetivas ou benevolentes.

É perigoso e injustificável que, sob o pretexto de garantir o direito à educação, se flexibilize uma pena imposta pela Justiça. O uso de monitoramento eletrônico tampouco garante segurança plena — falhas no sistema já permitiram que criminosos reincidissem ou escapassem do controle.

Permitir que um homicida condenado saia da prisão para estudar em casa, sem amparo na lei, é inverter as prioridades da Justiça: enquanto famílias choram suas perdas e a sociedade clama por segurança, o sistema oferece privilégios àqueles que demonstraram total desprezo pela vida humana.

Essa recomendação, se aceita, abre um precedente absurdo, coloca a população em risco e transmite uma mensagem perigosa: de que mesmo os crimes mais graves podem ser “compensados” com benefícios indevidos. Esse é o tipo de situação que enfraquece a credibilidade da Justiça e alimenta a sensação de impunidade!

O pedido do promotor é um verdadeiro tapa na cara da sociedade e outra tragédia à família e amigos do advogado Bruno Matos, ainda abalados pelo assassinato de forma cruel e a sangue feio praticado pelo DJ Polary.

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– CLIQUIE AQUI E CONFIRA A ÍNTEGRA DO PEDIDO DO MINISTÉRIO PÚBLICO – 


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1 Comentário

  1. IRAN disse:

    MEU NOBRE… QUEM MORRE É QUE NÃO VOLTA. NÃO ME SURPREENDO COM ISSO. TORÇO PRA TÁ ERRADO MAS TA DIFICIL

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