fev
2023
Jogo do Sampaio Corrêa no epicentro de esquema de apostas esportivas
O esquema de apostas consistia na marcação de pênaltis ainda no primeiro tempo. Metre os três jogos suspeitos de manipulação está Sampaio Corrêa x Londrina, todos válidos pela última rodada da Série B do ano passado.

Matheusinho que estava no Sampaio Corrêa na temporada de 2022 e atualmente defende o Cuiabá é um dos alvos da operação denominada “Penalidade Máxima”.
O lateral Matheusinho que estava no Sampaio Corrêa na temporada de 2022 e atualmente defende o Cuiabá é um dos alvos da operação denominada “Penalidade Máxima” deflagrada pelo Ministério Público de Goiás nesta terça-feira (14) para investigar um grupo especializado em fraudar resultados de jogos.
O promotor de Justiça do Ministério Público de Goiás (MP-GO), Fernando Martins Cesconetto, detalhou o esquema de manipulação de resultados envolvendo jogos da Série B do ano passado. O meia Romário, ex-Vila Nova também foi um dos alvos da operação. O clube goiano foi o denunciante do caso.
O zagueiro Joseph, do Tombense, também está na mira dos investigadores. Há ainda o volante Gabriel Domingos, do Vila Nova, que teria emprestado a conta bancária para Romário receber o adiantamento do esquema.
Segundo o promotor, o esquema de apostas consistia na marcação de pênaltis ainda no primeiro tempo. Os três jogos suspeitos de manipulação são Vila Nova x Sport, Criciúma x Tombense e Sampaio Corrêa x Londrina, todos válidos pela última rodada da Série B do ano passado.
Destas três partidas, apenas em Vila Nova x Sport não houve a marcação do pênalti, fato que, de acordo com Fernando Cesconetto, impediu o êxito da aposta.
O jogador do Vila passou então, segundo o promotor, a ser cobrado por já ter recebido um sinal no valor de R$ 10 mil. Cada jogador envolvido ganharia ao todo R$ 150 mil no esquema. O prejuízo aos apostadores é estimado em R$ 2 milhões.


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