jul
2025
JOGOS DE AZAR: Pai, irmão, advogada e ex-namorado de Tainá Sousa também são alvos da “Operação Dinheiro Sujo”

Tainá Sousa e o ex-namorado Neto Duailibe; Otavio Vitor e Otávio Filho (Baiano) pai dos influenciadores e por último a advogada Maria Angélica.
A Operação Dinheiro Sujo, deflagrada nesta quarta-feira (30) pela Polícia Civil do Maranhão, mirou influenciadores digitais suspeitos de promover jogos de azar nas redes sociais e participar de esquema de lavagem de dinheiro.
Andressa Tainá Sousa – É apontada como líder do grupo criminoso e já possui antecedentes criminais. A influenciadora mais seguida do grupo, com 127 mil pessoas no Instagram. Em novembro de 2024, ela fez uma festa de aniversário cujo toda a estrutura e atrações do “Gororoba da Tainá Sousa” foi orçado em cerca de R$ 500 mil.
Maria Angélica – Advogada criminal, com mais de 5 mil seguidores, é apontada como peça-chave na estrutura financeira do grupo. Amiga de “longas datas” de Tainá.
Neto Duailibe – Criador de conteúdo com quase 20 mil seguidores, atuava na divulgação do jogo conhecido como “Tigrinho”. Ele namorou por anos com a líder da organização, Tainá Sousa.
Otavio Vitor Lima – Com mais de 49 mil seguidores, se apresenta como criador de conteúdo, apostador e gamer. É um dos nomes mais populares entre os investigados; ele é irmão de Tainá Sousa.
Otávio Filho (Baiano) – Pai de Otavio Vitor e de Tainá Sousa , também figura entre os alvos, com quase 10 mil seguidores e foi arrolado no mundo dos jogos de azar por meio da filha.
O grupo é acusado de atrair seguidores com promessas de lucros fáceis, induzindo-os a apostar em plataformas caça-níqueis. A Justiça determinou bloqueio de R$ 11,4 milhões e sequestro de bens de luxo.
– Detalhes da Operação
A Operação Dinheiro Sujo foi deflagrada pela Polícia Civil do Estado do Maranhão, por meio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), na manhã desta quarta-feira (30), em São Luís. A ação tem com o objetivo o cumprimento de mandados de busca e apreensão, além do sequestro de bens e valores pertencentes a um grupo criminoso suspeito de promover jogos de azar e realizar lavagem de dinheiro proveniente dessas atividades ilícitas.
O grupo utilizava redes sociais para divulgar o jogo de azar conhecido como “Tigrinho”, atraindo vítimas por meio de promessas enganosas de lucros rápidos e elevados. Os seguidores eram estimulados a se cadastrar e depositar valores em plataformas de jogos do tipo caça-níqueis, operadas por indivíduos que contratavam os influenciadores investigados para impulsionar a divulgação.
A grupo criminoso é formado por influenciadores que utilizavam suas imagens para promover os jogos, por uma gerente responsável pela coordenação de um grupo de WhatsApp dedicado para atrair jogadores/vítimas em nome da líder do grupo, e por uma advogada encarregada, principalmente, da lavagem dos recursos obtidos com a prática ilegal.
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