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2026
“Leonardo Rafael Máquina” é acusado de aplicar calotes em trabalhadores do ramo de frete em São Luís

Um empresário de São Luís Leonardo Rafael da Cunha de Sousa, conhecido como “Leonardo Rafael Máquina” (foto), está sendo acusado de aplicar golpes em diversos clientes na capital maranhense, pelo menos três deles procuraram o Blog do Domingos Costa para denunciar o caso.
Um deles, que pediu para preservar sua identidade, explicou que conheceu Leonardo por meio de um grupo de WhatsApp de Engenheiros, quando o empresário ofereceu serviço de transporte de logísticas e frete de material pesado de obras, sob alegação que possui três “caminhões grandes” para executar esse tipo de serviço.
O número usado por “Leonardo Rafael Máquina” nos grupos de WhatsApp é o (98) 984xxxx69. Na ocasião, o Engenheiro contratou Leonardo para levar “manilhas” (tubo pré-moldado de concreto) de São Luís até uma obra de asfaltamento e drenagem no interior do Maranhão.
O pagamento do frete foi realizado de forma adiantado. Ocorre que “Leonardo Rafael Máquina” acabou “terceirizando” o serviço e contratou o dono de um caminhão que trabalha nesse ramo para realizar o transporte das manilhas.
E após as manilhas serem entregues na obra, o dono do caminhão procurou receber seu pagamento, mas “Leonardo Rafael Máquina” afirmou que não tinha recebido ainda o pagamento, o que tratava-se de uma mentira.
Indignado com a situação, o dono do caminhão decidiu procurar o responsável pela obra para relatar o calote, e foi exatamente nesse momento, que toda a trama foi descoberta.
Ao Blog do DC, o Engenheiro denunciou o caso como uma prática de estelionato. “Esse ‘Leonardo Rafael Máquina’ se passa empresário do ramo de frete e logística, alegando que possui caminhões, mas esse faz é terceirizar com outras pessoas que atuam nesse ramo e não paga esses trabalhadores, eu sou apenas mais uma vítima dele, agora ele terá de responder na Polícia e na Justiça os calotes que vem aplicando”, afirmou.
– Outro lado
Após a publicação deste post, Leonardo Rafael da Cunha de Sousa, falou sua versão sobre o caso. Disse que: “Não é dono de nenhuma empresa; não possui máquinas; e não recebeu nenhuma quantia em dinheiro em suas contas bancárias relativa a pagamento de frete. Apenas indicou uma empresa de uma conhecido para fazer o serviço e não tem responsabilidade sobre entrega ou pagamento”.

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