out
2022
Lino e o Instituto Exata não podem ficar impunes…

Lino, dono da Exata, deveria ser proibido de fazer pesquisas no Maranhão…
Passado dez dias da eleição é hora de falar em pesquisas eleitorais. E o Blog do Domingos Costa não pode esquecer de Lino Emiliano Praseres Silva, dono do Instituto Exata.
A empresa “deitou e rolou” nestas eleições no Maranhão. Lino simplesmente brincou e debochou do povo maranhense.
E não faz isso de agora, desde a eleição municipal de 2020 que Lino e a sua “Exata” tentam dissimuladamente manipular a opinião pública com números irreais que mais parecem um estupro.
Ex-candidato a prefeito de Vitória do Mearim, Lino é ligado aos pedetistas senador Weverton Rocha e ao presidente da FAMEM, prefeito Erlânio Xavier.
Todas as pesquisas realizadas e divulgadas por ele, foram pagas pelo PDT. Inclusive, consta no sistema da Justiça Eleitoral que Lino recebeu R$ 120 mil reais do PDT para realizar levantamentos fajutos.
– Desde a pré-campanha
Para atrair investidores, ainda na pré-campanha, Lino inventou uma liderança folgada de Weverton que jamais existiu. Adiante, tirou pontos do então vice-governador Carlos Brandão (PSB) e ignorou o crescimento de Lahesio Bonfim (PSC).
E para completar o verdadeiro “show” de mentiras, dois dias antes do primeiro turno, colocou o senador Weverton Rocha no segundo turno da disputa pelo Palácio dos Leões.
Mas quando as urnas abriram a farsa foi descoberta: Weverton ficou apenas em terceiro lugar de uma eleição que acabou ainda no primeiro turno com a vitória de Brandão e Lahesio em segundo.
Em 2020, na eleição para prefeitura de São Luís, Lino e a sua “Exata” já tinham aprontado algo idêntico, quando também junto com o PDT inventaram Neto Evangelista no segundo turno. Quando veio o resultado, Neto apareceu apenas em terceiro lugar.
Pela reincidência nos crimes, Lino e a sua “Exata”não podem ficar na impunidade…
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