jun
2023
Na gestão Eudes, forasteira que não conhece um anzol se torna secretária de Pesca em Raposa
Principal cidade pesqueira da Região Metropolitana de São Luís agora tem uma secretária que não é do município e não entende da área de pesca.

Desorientado por conta da perda de Ociléia, Eudes importou a desconhecida Raissa Coroline para a secretaria de pesca.
Ainda tonto com a perda do apoio da ex-candidata a prefeita Ocileia Fernandes, o prefeito do município de Raposa, Eudes Barros (PL), cometeu mais um ato falho com a população nesta quinta-feira (1º).
O gestor raposense nomeou na secretaria Municipal de Pesca uma jovem chamada Raissa Coroline do Nascimento Fortes, completamente desconhecidos aos olhares do povo raposense.
Eudes tem sido muito criticado nas redes sociais por trazer uma forasteira para atuar em uma área tão estratégica para o município como a pesca, um das principais fontes de renda da cidade.
A nomeação da desconhecida jovem é mais uma demonstração do quanto o prefeito do PL não entende de gestão pública e não está muito interessando em avançar segmentos primordiais do município, como é o caso da pesca.
Conforme apuração do Blog do Domingos Costa, Raissa é estudante de Direito, nunca pisou na lama de um igarapé de Raposa e não entende absolutamente nada de pesca.
“Essa menina não sabe nem mesmo o que é um anzol”, confidenciou um funcionário da prefeitura que pediu reservas em relação a sua identidade, temendo retaliações.
A forasteira nova titular da Pesca se junta a um grupo de outros secretários também importados de outras cidades e que não conhecem a realidade raposense, como o chefe de Gabinete – Heron Santos; o secretário de Municipal de Administração e Planejamento – Gesiel Gomes Braz; o Controlador Geral – Ariosmar de Jesus Lopes e o diretor geral do SAAE – Kadson Eduardo Bezerra Viana Kós.
Aliás, se tratando de articulação política, o prefeito tem crescido igual rabo de cavalo: para baixo! perdeu a influente Ociléia e ganhou a falida Andréa.


Se o critério “conhecimento” fosse um pré-requisito fosse levado à sério, muitos cargos dos governos estadual e municipais teriam que ser repensados.