jul
2017
Não seria exagero do promotor Douglas Assunção Nojosa?

Titular da 1ª Promotoria de Justiça de Chapadinha, promotor Douglas Assunção Nojosa…
Antes de adentrar no cerne deste post, destaco que considero o Ministério Público um dos órgão mais atuantes e sérios do País, mas toda regra tem lá suas exerções.
Pois bem, vamos ao caso…
No dia 29 de junho a 1ª Promotoria de Justiça de Chapadinha, sob o comando do promotor Douglas Assunção Nojosa ingressou com uma Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa contra a ex-prefeita de Mata Roma, Carmem Silva Lira Neto.
O motivo? O MP alega que uma matéria jornalística divulgada, em abril de 2015, em um jornal local de São Luís, faz promoção pessoal da ex-gestora. Na ação, o promotor sustenta que a publicação do texto foi paga com R$ 2 mil dos cofres do Município.
Ainda segundo Douglas Nojosa, verificou-se que o texto, intitulado “Trabalho da prefeita Carmem Neto em Mata Roma ganha prêmio na área da Saúde”, continha vários elogios à pessoa da ex-gestora municipal, a quem foram atribuídos diversos avanços conquistados pela cidade.
Para o MP, os recursos públicos gastos com a publicação do texto poderiam ter sido mais bem empregados em outras necessidades municipais e os recursos investidos em bens que realmente pudessem beneficiar a coletividade e não o ego da ex-prefeita.
Diante da “gravidade”, na Ação, o Promotor pede a condenação da ex-gestora a penas como ressarcimento, perda eventual da função pública, suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, pagamento de multa civil de até 100 vezes o valor da remuneração recebida à época dos fatos e ainda de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, mesmo por meio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário.,
– Analise do blog…
Assim como o promotor diz que os R$ 2 mil reais poderiam mais bem empregados em outras necessidades municipais, não teria o Ministério Público algo mais grave para apurar e denunciar??


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