06
nov
2026

Operação do Ministério Público e da Polícia Civil prende suspeitos de assassinato de homem que foi encontrado morto na linha férrea em Cantanhede

Imagem do momento da prisão…

Uma operação da Polícia Civil, conduzida pelo delegado Antonio Alan, com acompanhamento do Ministério Público do Maranhão, por meio do promotor de Justiça Márcio Antônio Alves de Oliveira, resultou na prisão de dois homens identificados como Hian e Ruan, na manhã desta sexta-feira (6). Eles são investigados por suspeita de participação na morte de Gabriel Veras, de 38 anos, encontrado sem vida na linha férrea de Cantanhede, no dia 18 de outubro deste ano.

As prisões foram realizadas em São Luís, em um prédio localizado na região da Península, e no município de Cantanhede. A operação também cumpriu mandados de busca e apreensão em Teresina, no Piauí.

Durante as investigações, a Polícia Civil reconstruiu o possível percurso feito pela vítima na noite anterior ao crime. De acordo com as apurações, os suspeitos teriam agredido Gabriel e, posteriormente, ido até a residência dele com a intenção de continuar as agressões e matá-lo. A vítima foi encontrada morta na linha férrea, e o caso passou a ser investigado como homicídio qualificado.

Com base nos elementos reunidos, o Ministério Público, por meio do promotor Márcio Antônio Alves de Oliveira, representou pela prisão preventiva dos investigados e pela expedição de mandados de busca e apreensão.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Poder Judiciário de Cantanhede, com participação da juíza titular Luana Cardoso e do juiz André Pinho.

A operação contou com o apoio do Centro de Inteligência de Segurança Pública (CISP), por meio do delegado Luciano Bastos e do oficial investigador Elcio Lima, além de equipes policiais coordenadas pelos delegados Rafael Martins, Plínio Napoleão e Samuel Morita.

O promotor Márcio Antônio Alves de Oliveira destacou a importância da atuação conjunta das instituições e ressaltou a gravidade dos fatos investigados, especialmente diante da suspeita de que os envolvidos teriam procurado a vítima em sua própria residência com a intenção de concluir o ataque.

O caso provocou comoção e manifestações populares em Cantanhede. Com as prisões, a investigação avança na busca pelo esclarecimento das circunstâncias do homicídio e pela responsabilização dos envolvidos.

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