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O último programa de TV de Flávio Dino levou ao ar uma emocionante narrativa sobre a campanha que o levou a estar na dianteira das intenções de voto às vésperas da eleição para Governador. No programa, Dino recebe cartas de vários maranhenses demonstrando esperança em um futuro melhor sob a liderança de Flávio Dino.
Ao longo da campanha, os programas eleitorais de Flávio Dino levaram ao ar visitas e conversas informais entre o candidato e pessoas de várias regiões do Maranhão. A partir dos diálogos, Flávio Dino apresentava à população as suas propostas em cada setor, como Saúde, Educação, Segurança, Moradia e Promoção da Igualdade.
As pessoas visitadas pelo candidato enviaram-lhe, no último programa, cartas em que relataram o sentimento de esperança em dias melhores para o Maranhão transmitido pela campanha de Dino. As cartas que chegaram na casa do candidato foram uma resposta à “Carta aos Maranhenses”, enviada a milhões de residências de todo o Estado.
Ela foi escrita por Flávio Dino e divulgada em todo o Maranhão logo após ter virado uma emocionante peça publicitária que foi ao ar no início da campanha. Com grande repercussão, a “Carta aos Maranhenses” de Flávio Dino voltou a ser exibida nesta quarta (1º).
“As riquezas do nosso estado podem levar justiça para todos. Eu acredito em um Maranhão de todos nós e vou lutar até o fim por isso. Sonho que se sonha só é só um sonho. Sonho que se sonha junto é realidade. Juntos, vamos vencer”, diz Flávio Dino ao fechar o último programa eleitoral.




E pra completar a patacoada, o braço direito de Bia Venâncio, que segundo as más línguas foi um dos que saiu de tornozeleiras eletrônica da Policia Federal, pouco antes do fim da desastrosa gestão da ex-prefeita, teve uma diminuição ou perda completa da memória (amnesia). O cara que criticava ferrenhamente a gestão do Prefeito cassado Clodomir(PRTB), sequer lembra que o homem existe. O que será que aconteceu? ($)


O blog do Gilberto Leda publicou um vídeo que flagra o momento em que uma dupla chega em uma moto e realiza o ato criminoso. O garupa desce, joga um líquido inflamável sobre o capô do veículo e acede o fogo.



