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Senador maranhense reapareceu, agora atuando em favor de Bolsonaro…
Sabe aquela senador Roberto Rocha (PTB) que ciente da acachapante derrota nas urnas para o ex-governador Flávio Dino (PSB) abandou a campanha eleitoral na semana da eleição e foi para São Paulo alegando que iria dedicar exclusiva atenção a saúde do filho que está em tratamento de saúde?!
Pois é, nesta quarta-feira (05), apenas três dias após o primeiro turno das eleições, o senador maranhense esqueceu tudo e reapareceu.
Rocha saiu de São Paulo e foi para Brasília, onde fez questão de participar de um ato político em favor do presidente Jair Bolsonaro (PL) que disputa o segundo turno contra o também presidenciável Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Como se chama isso, hipocrisia, covardia incoerência?!
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Dos 5.039.287 eleitores (cinco milhões, trinta e nove mil, duzentos e oitenta e sete) aptos a votar nas eleições deste ano no Maranhão, pelo menos 1.118.852 (um milhão, cento e dezoito mil, oitocentos e cinquenta e dois) não foram as urnas no último domingo (2).
Conforme dados da Justiça Eleitoral checados pelo Blog do Domingos Costa, compareceram para votar 3.920.435 (três milhões, novecentos e vinte mil, quatrocentos e trinta e cinco) eleitores maranhenses. Desses, 35.605 (trinta cinco mil, seiscentos e cinco) enfrentaram as filas e optam no voto em branco.
Dos que votaram, outros 103.185 (cento e três mil, cento e oitenta e cinco) simplesmente erraram o voto que acabou sendo classificado como “nulos”.
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Uma das maiores supressas desta eleição no Maranhão foi a surpreendente vitória do deputado Jovaldo JP sobre o favoritíssimo Edilázio Júnior, ambos do PSD.
Na presidência do partido, Edilázio obteve 71.99 mil votos contra 79.699 de JP, que tem como seu principal reduto eleitoral a cidade de Imperatriz.
A diferença entre eles foi de apenas 7.700 votos…
Edilázio já tinha sido duas vezes deputado estadual (2010 e 2014) e uma vez federal (2018), na eleição passada saiu das urnas com 106 mil votos, portanto, caiu 34 mil votos de uma eleição para outra.
E qual a explicação para a derrota inacreditável do genro da Desembargadora Nelma Sarney para o ex-ambulante que vendia capa de celular nas ruas de Imperatriz?
O Blog do Domingos Costa encontrou, entre os tantos, pelo menos três motivos:
1 – Quando o senador Roberto Rocha tomou – no mês de abril – a direção estadual do PTB do deputado JP, ele também tirou a eleição de Edilázio, que se viu obrigado a acolher o parlamentar no PSD;
2 – Outro culpado pela derrota de Edilázio é o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, principal apoiador dele na capital. O gestor enganou o deputado e não potencializou a campanha; o parlamentar esperava 12 mil votos e saiu da urnas com apenas com 6 mil;
3 – E por último, o ex-prefeito de Barra do Corda, Eric Costa, que foi colocado por Edilázio no partido (PSD) para se eleger deputado estadual, ganhou uma montanha de recursos e acertou parceria em 10 mil votos com o deputado, mas deu apenas 1.604 votos ao abrir das urnas.
Óbvio que houveram outros fatores para a derrota de Edilázio, mas esses três foram as decisivos.
Aliás, antes de concluir é importante destacar: A votação de JP não foi alta, na verdade, o desempenho de Josivaldo foi dentro do esperado, o que faltou mesmo foram votos para Edilázio Júnior…
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Abaixo o Blog do Domingos Costa traz a quantidade de votos de cada partido nas urnas destas eleições no Maranhão. Os números revelam o desempenho de cada partido, a quantidade de vagas preenchidas de forma direta e as cadeiras eleitas pela sobra.
Os números da Justiça Eleitoral também mostram que o quociente eleitoral para deputado estadual (votos válidos pelas 42 cadeiras da Assembleia Legislativa) foi de 87 mil votos. E para deputado federal (votos válidos pelas 18 cadeiras da Câmara Federal) foi de 205 mil votos.


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O quase ex-senador Roberto Rocha (PTB) não tem limites. Conhecido como traidor na política do Maranhão, o quase aposentado criou uma nova narrativa para justificar sua derrota nas urnas.
Pelas redes sociais, o bolsonarista diz que o povo pobre votou em Flávio Dino.
“Onde Brandão e Flávio Dino mais tiveram votos no Maranhão foi exatamente no município mais pobre do Brasil: Belágua”, escreveu o derrotado Rocha.
Ocorre que a narrativa do quase ex-senador Roberto é completamente mentirosa.
Ao contrário do que diz Rocha, onde Dino obteve a maior votação foi na cidade de Serrano do Maranhão com 93,75% dos votos.
No mesmo município, Carlos Brandão saiu das urnas com 89,01% e Lula 89,37%.
Portanto, além de derrotado, traidor, o quase ex-senador também é mentiroso contumaz…
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P.V coordenou a campanha de Brandão e saiu gigante…
O governador Carlos Brandão (PSB) foi reeleito no primeiro turno entre outros fatores, também, pelo seu excelente desempenho nas urnas de São Luís, onde teve o apoio da maioria dos vereadores sob a liderança de Paulo Victor (PCdoB).
Coube ao vereador presidente eleito da Câmara – onde assume em janeiro, liderar a eleição na capital maranhense na condição de coordenador de campanha.
Brandão saiu em primeiro lugar com 256.029 votos (45,57%); o segundo colado Lahesio Bonfim, teve praticamente a metade dos votos do socialista: 27,98%(157.218 votos).
Mostrando equilíbrio, ousadia e determinação Paulo Victor não ficou apenas nos bastidores ou no ar condicionado em gabinetes, ao contrário disso, foi para a linha de frente pegou sol na cara e em determinados momentos, fez questão de entregar panfletos em semáforos e levantar bandeiras em caminhadas.
Com Brandão e Flávio Dino, o vereador/coordenador percorreu todo o Maranhão… O resultado e reconhecimento do árduo trabalho veio cintilante nas urnas…
Aliás, o desempenho extraordinário nas urnas veio após Paulo Victor realizar o melhor São João de todos os tempos no comando da secretaria de Estado da Cultura (SECMA), de onde foi “descoberto” pelo trabalho excepcional.
De forma que o vereador mostrou competência com gestor no setor cultural e também na liderança da campanha de Brandão e Flávio Dino.
E é com esses trunfos que “P.V” segue construindo seu nome para prefeitura de São Luís em 2024. Mas esse é outro assunto para ser contado depois, com mais calma…
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Candidatos apoiados pelo prefeito de Raposa e pela sua cunhada Ociléia, levaram surra histórica dos candidatos apoiados pelo ex-prefeito José Laci e sua filha, Talita.

Laci e Talita lideraram campanha de Brandão e Dino; os deputados apoiados foram Hemetério Weba e Pedro Lucas…
O grupo político liderado pelo ex-prefeito de Raposa, José Laci (PSB), foi o grande vencedor das eleições deste ano no município. O líder político derrotou os candidatos apoiados pelo prefeito Eudes Barros (PL), eleito em 2020 graças ao apoio exatamente da família Laci.
Ao abrir das urnas, o Governador Carlos Brandão (PSB) apoiado pela família Laci, obteve 7.094 votos (47,26%); o segundo colocado foi o candidato Lahesio Bonfim (PSC), apoiado pelo empresário Passinho, com 4.075 votos (27,14%); já o candidato do prefeito Eudes [Weverton Rocha] tirou apenas 3.332 votos (22,20%).
O resultado para Senador foi outro vexame para o prefeito Eudes. Amigo das antigas da família Laci, Flávio Dino (PSB) tirou nada menos que 8.640 votos (57,80%), contra 6.054 votos de Roberto Rocha (40,51%).
– Decepção também com Ociléia
Na disputa para deputada federal, a grande aposta era em Ociléia Fernandes (PL) que foi segunda colocada nas últimas duas disputas municipais (2016 e 2020) como candidata a prefeita de Raposa. Para além disso, ela é filha do ex-prefeito Paraíba (dois mandatos) e cunhada do atual prefeito Eudes Barros.
Ociléia era especulada apenas em Raposa – pelo histórico e por ser filha da terra – como candidata com mais de 10 mil votos. Porém, ao abrir das urnas saiu com 4.200 votos, abaixo da metade do que era esperado.
No meio político raposense e entre os próprios populares, o desempenho de Eudes Barros, da sua cunhada e dos seus demais candidatos foi considerado um vexame completo.
– Demissões
Durante a campanha eleitoral, o prefeito Eudes chantageou e perseguiu os servidores públicos contratados e comissionados, que foram obrigados a fazer campanha no sol escaldante e com escala de horário alternando entre manhã e tarde.
Diante da humilhação nas urnas, o prefeito começou uma série de demissões logo no dia seguinte. Inúmeros funcionários da prefeitura foram informados que estão demitidos em diversas secretarias. O motivo? A decepcionante votação dos candidatos do prefeito.
Se a votação fosse considerada satisfatória, não tinha porque as demissões após o resultado das urnas.
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Weverton tem medo de um efeito Roberto Rocha…
Isolado em Brasília após a humilhante derrota para o governo do Estado, o senador Weverton Rocha (PDT) tem admitido, aos mais próximos, que pode disputar, nas eleições de 2026, uma cadeira de deputado federal.
O terceiro lugar na eleição foi arrasador para Weverton, que viu seu grupo político implodir com a não eleição de vários parlamentares linha de frente, além de ter enfraquecido aliados nas maiores cidades do estado.
Weverton tem medo de um efeito Roberto Rocha, que foi eleito senador graças a Flávio Dino e caiu em desgraça após a traição ao futuro senador. O medo do pedetista é, assim como o futuro ex-senador, ficar sem mandato.
E é por isso que ele já admite que pensa em uma volta ao cargo de deputado federal.
Afinal, 2026 será um ano que dificilmente ele conseguirá se reeleger ao cargo de senador. Já que provavelmente uma das vagas deve ser do governador Carlos Brandão, e a outra deve ficar também com o grupo do governador Flávio Dino. Seja para a reeleição de Eliziane Gama, ou até mesmo para o deputado Othelino Neto.
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Marcus Brandão atuou na política de bastidores mas foi linha de frente da campanha e saiu gigante da eleição.
É preciso que se faça um reconhecimento público a uma das figuras que mais contribuiu para a vitória do Governador do Maranhão Carlos Brandão (PSB) ainda no primeiro turno.
Marcus Brandão…
Marcus Barbosa Brandão é o caçula do total de seis irmãos (três homens e três mulheres). Empresário, ele sempre atuou politicamente auxiliando o irmão.
Foi Marcus que articulou diversas tratativas com a classe política maranhense ainda na pré-campanha e, sobretudo, na campanha eleitoral.
Coube ao caçula percorrer diversas regiões do Maranhão e conversar com figurões da política que se mostravam intransponíveis.
A diferença de Marcus para boa parte da classe política é que ele faz questão de ser discreto, porém, eficaz.
Marcus Brandão, portanto, atuou na política de bastidores, foi linha de frente da campanha e saiu gigante da eleição.
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Ciro Neto e Thaiza sem mandatos…
Na política existe um ditado de que quem encosta em cerca velha acaba caindo. Foi o que aconteceu com os deputados estaduais Ciro Neto e Dra. Thaiza ao embarcar no foguete de Weverton.
Anunciados com pompa pelo PDT na sede do partido, pós traição do senador ao grupo do qual fez parte durante anos, ambos os parlamentares seguiram a linha do líder e adotaram tom agressivo contra o grupo governista, do qual fizeram parte durante praticamente o mandato todo.
Em seu discurso de posse no partido, Ciro Neto exaltou Weverton e afirmou ter certeza de ter feito a escolha certa. Com uma rosa na mão, Dra. Thaiza pulou para dentro do foguete também por conta do senador.
Ciro e Thaiza viraram críticos do atual governo e, assim como Weverton, sentiram o peso do que é uma traição ao mudar de lá. O resultado foi a perda do mandato após uma votação pífia.

