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2026
PRESENTE DE ANO NOVO: De uma vez só, prefeito Eduardo Braide exonera mais de 100 diretores adjuntos de escolas de São Luís
Exonerações coletivas foram publicadas no Diário Oficial do dia 30 de dezembro e atinge em cheio mais de uma centenas de famílias de educadores da capital.

Exonerações ocorreram de forma coletiva…
Mais de 100 diretores-adjuntos de escolas da rede municipal de ensino de São Luís foram exonerados de forma coletiva pelo prefeito Eduardo Braide, do PSD, por meio de ato publicado no Diário Oficial do Município – Edição Extra nº 317/XLV, no dia 30 de dezembro de 2025, em pleno recesso escolar e às vésperas do início do ano letivo.
A medida atinge gestores vinculados à Secretaria Municipal de Educação (SEMED) e foi justificada pela gestão municipal como necessária para atender às exigências do novo Fundeb, especificamente à Condicionalidade I do VAAR (Valor Aluno Ano Resultado), que condiciona o repasse de recursos federais à adoção de critérios técnicos de mérito e desempenho para ocupação das funções de gestão escolar.
No entanto, a forma e o momento da decisão levantam uma série de questionamentos, isto porque as exonerações ocorreram sem aviso prévio, sem diálogo com a categoria e sem qualquer comunicado público antecipado às comunidades escolares. Diretores e adjuntos que estavam à frente das unidades há anos, muitos com reconhecido trabalho pedagógico, foram simplesmente desligados por publicação oficial.
– Uso do Fundeb como justificativa
No texto do ato administrativo, a Prefeitura alega que a manutenção de gestores que não integram o chamado Banco de Gestores Escolares, formado após o Processo Seletivo Simplificado (Edital nº 01/2025), poderia comprometer o recebimento de recursos federais do VAAR, causando impacto financeiro ao município.
Entretanto, especialistas questionam se a exoneração em massa era a única alternativa possível e por que o processo foi realizado sem transição, sem planejamento público e sem respeito ao calendário educacional.
– Educação como moeda de ajuste
A publicação lista dezenas de nomes de diretores e adjuntos exonerados, evidenciando uma ação em larga escala que atinge diretamente o funcionamento das escolas e a estabilidade da gestão educacional.
Para críticos da medida, a Prefeitura trata a educação como instrumento de ajuste administrativo, priorizando metas financeiras em detrimento da continuidade pedagógica, da valorização profissional e do respeito às comunidades escolares.
– Silêncio da gestão
Até o momento, a Prefeitura de São Luís e a SEMED não apresentaram explicações públicas detalhadas sobre: como será feita a substituição imediata dos gestores; se haverá período de transição; • quais escolas ficarão sem direção no início do ano letivo e como será garantida a continuidade administrativa e pedagógica.
Enquanto isso, diretores e adjuntos exonerados vivem a insegurança do desligamento repentino, e pais, alunos e professores seguem sem respostas.


No mesmo diário que consta a lista dos exonerados, consta a lista dos nomeados. Muitos dos gestores escolar que trabalham nas escolas passaram no certame e já foram renomeados. O seletivo só teve 191 aprovados, e a maioria dos gestores não foram exonerados porque não houve número bastante para Fundeb. Cara, eu não gosto do Braide e o critico muito na internet, mas a gente tem que ser justo. Cargos comissionados é de livre nomeação e exoneração.
È por isso que a vida tem seus elos motivos: A politicagem não dar segurança aos jabuti(cargos) de confiança, de ´polticos( tem nesse meio diretora que glorificava Braide com se fosse o Deus(theos) dos jabuti. mas vão voltar a ser professoras……..vida que segue