25
abr
2023

Recorde de greve dos rodoviários mostra a incompetência administrativa do prefeito Braide

Pelo Jornalista Domingos Costa
Eduardo Braide tem mostrando que não tem competência para digerir o ônibus, neste caso, a prefeitura de São Luís...

Eduardo Braide  mostra que não tem competência para digerir o ônibus, neste caso, a prefeitura de São Luís…

Engana-se quem pensa que o prefeito Eduardo Braide (PSD) é intransigente apenas com os vereadores de São Luís os quais ele humilha semanalmente. A “marca” de intolerante do gestor é conhecida por todos os segmentos da administração municipal.

Braide assumiu a prefeitura da capital em janeiro de 2021 e coleciona inúmeras greves de praticamente todos os segmentos municipais, em especial, a dos rodoviários do transporte público.

Em poucos mais de dois anos foram nada menos que cinco greves, duas ficaram apenas no “alerta de estado de greve” e outras três culminaram em greves gerais com paralização de 100% da frota, como acontece com toda a Ilha de São Luís nesta terça-feira (25).

– Primeira greve em outubro de 2021

A primeira greve geral que tirou das ruas 100% dos ônibus, aconteceu em outubro de 2021, quando os trabalhadores rodoviários ficaram 11 dias ininterruptos paralisados, deixando toda a Região Metropolitana de São Luís sem coletivo e causando um prejuízo incalculável à população e o setor comercial da capital.

– Segunda greve em fevereiro de 2022

Já em fevereiro de 2022, sem acordo entre o Sindicato das Empresas de Transporte (SET) e o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado do Maranhão (Sttrema), novamente São Luís amanheceu sem ônibus coletivos. A totalidade da frota foi paralisada por culpa do prefeito Eduardo Braide que não teve habilidade para encerar a greve que durou mais de 50 dias – uma das maiores dos últimos anos.

– E agora, em abril de 2023, a terceira greve geral 

E nesta terça-feira (25), os rodoviários do transporte público iniciaram outra greve geral. A decisão aconteceu após uma audiência de mediação do Ministério Público do Trabalho (MPT), realizada nessa segunda (24). A paralisação afeta, diretamente, cerca de 800 mil passageiros que utilizam o sistema urbano e semiurbano. Na audiência, o SET afirmou não ter caixa para garantir o salário dos rodoviários neste mês de abril. O SET diz também que a falta de subsídios só chegou a esse ponto devido a ausência de repasse que vinham sendo feito pela Prefeitura de São Luís.

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