out
2017
Regime de escravidão dos terceirizados em Paço do Lumiar

A prefeita Núbia descumprir até os decretos do Prefeito eleito Domingos Dutra…
Existe uma brincadeira no meio trabalhista, onde se fala que algumas empresas utilizam o princípio do Lê, Lê, Lê, Lê (alusão à música tema da novela escrava Isaura).
Na semana passada, durante a votação sobre o afastamento do Presidente Michel Temer, vários deputados petistas e comunistas, em seus rápidos discursos falaram: contra o trabalho escravo; pelos direitos trabalhistas; contra a reforma trabalhista; etc…
Ocorre que aqui no Maranhão, especificamente em Paço do Lumiar, a “Prefeita” Nubia Feitosa não respeita nenhuma lei ou direito dos trabalhadores.
Os terceirizados já cansaram de fazer manifestação sobre o atraso nos salários.
Contudo, já tem meses que os servidores estão sendo obrigados a um verdadeiro regime de escravidão. Algumas servidoras são submetidas a jornada de 12hs diárias, pois são obrigadas a chegar as 7hs da manhã ou antes, e só saem por volta das 19hs.
A prefeita descumpre o horário de funcionamento do executivo que é das 8hs às 14hs.
A prefeita Núbia descumprir até os decretos do Prefeito eleito Domingos Dutra. Veja só que o prefeito, por Decreto concedeu ponto facultativo no dia 13/10/2017, sexta feira após o feriado do dia 12. Só que a Prefeita não eleita obrigou os servidores a irem trabalhar no feriado, no ponto facultativo e no sábado.
Teve gente que saiu do bar para ir trabalhar, a contadora teve que deixar de cozinhar em casa, outra teve que deixar de lado o marido em um reunião de família.
Acrescente ao que já foi dito, o trabalho rotineiro em 2 expedientes aos dias de sábado.
Juntando tudo a carga horária semanal gira entorno das 60hs semanais, sem pagamento de hora extra e nenhum adicional, um verdadeiro abuso contra os trabalhadores.
Funcionários reclamam que o que ganham trabalhando desse jeito não paga nem o combustível.
Licenças legais não são concedidas e o servidor que ousar tirar a licença por vontade própria é posto de lado, sofrendo assédio moral.
Enquanto isso, a folha do executivo possui gente que mora em Imperatriz, assessor que comparece 1 ou 2 vezes por semana, e fica somente 2hs ou 3hs.
Tudo isso ocorre sob as ameaças de demissão que são rotineiras, basta não concordar ou não fazer o que a Prefeita não eleita quer.
Quem não acredita, nas tá ficar um dia na porta da Secretaria de Administração e ver o horário que as pessoas entram e saem.


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