29
out
2016

Sobre o debate da TV Mirante: Edivaldo se superou e Braide só no ‘enrolation’

Pelo Jornalista Domingos Costa

Braide subestimou Edivaldo, pensou que ia atropelar o pedetista no no debate. O que se viu sou um Eduardo bem diferente dos confrontos anteriores: sem empolgação e nitidamente enrolando. Já Holanda mostrou ousadia e venceu!

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Edivaldo detona Eduardo Braide durante debate na TV Mirante.

O debate da TV Mirante entre os candidatos a prefeito, Edivaldo Holanda Jr (PDT) e Eduardo Braide (PMN) bateu recorde de audiência nesta sexta-feira (28) em São Luís. O confronto terminou com saldo positivo para o atual prefeito que reagiu ao ataque do adversário e o desmascarou.

Logo no primeiro bloco, Braide apelou para a agressividade, arrogância e não esperava encontrar um prefeito disposto a contra-atacar com aquela força. No entanto, olhando nos olhos de seu adversário, Edivaldo perguntou sobre o envolvimento dele em escândalos de desvios de recursos e sobre a investigação da Polícia Federal em curso para apurar o caso. Desnorteado, o candidato do PMN deixou de responder, não soube o que dizer.

Braide ainda tentou bater naquele velho discurso de certidões negativas quando Edivaldo pediu à sua assessoria que  publicasse no Facebook o documento da Polícia Federal, provando que o mesmo está sendo investigando por envolvimento com a máfia de Anajatuba que desviou recursos públicos de um município pobre e pequeno.

Polícia Federal – O documento da Polícia Federal revelando a investigação contra Braide evidencia também que o candidato do PMN estava mentindo ao se vacinar como um “político puritano” por causa de certidões que tirou para poder disputar a eleição.

“Eu não sou bandido”, disse Edivaldo encarando e apontando para Eduardo Braide. A frase marcou o debate, já que o pedetista não tem contra si uma investigação de  corrupção, ao contrário do adversário que é investigado pela Polícia Federal.

Caema – No geral, Braide também deixou de responder perguntas técnicas sobre gestão pública, como as relacionadas à assistência social e previdência, e revelou o seu lado despreparado para a gestão pública.

O candidato do PMN decepcionou também no que diz respeito às resposta sobre sua gestão na Caema, pouco disse, nada explicou. E esquivou-se quando questionado sobre seus contratos suspeitos no órgão.

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