abr
2021
COVID: Três entidades ligadas a Educação unem-se contra critérios discriminatórios adotados por Braide em vacinação
A ASPA-MA, SINTERP e AMEP denunciam o prefeito por priorizar a vacinação dos profissionais da educação da sua rede municipal, deixando os da rede particular para uma segunda etapa, numa prática discriminatória, não realizada em nenhum outro Município do Estado.

Eduardo Braide deixou escolas particulares no rabo da filha…
Neste sexta-feira (23), por meio de um ofício (confira abaixo) direcionado ao Secretário de Estado da Saúde do Estado do Maranhão, Carlos Eduardo Lula, três entidades ligadas à Educação em São Luís denunciam o prefeito Eduardo Braide (Podemos) por descriminação e pedem ao governador Flávio Dino inclusão dos Profissionais de Educação da Rede Privada no Grupo Prioritário de vacinação do Estado do Maranhão.
De acordo com a Associação de Pais e Alunos de Estabelecimento de Ensino do Estado do Maranhão – ASPA-MA; o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino da Rede Particular do Maranhão – SINTERP e a Associação Maranhense de Escolas Particulares – AMEP, após a decisão do governador Flávio Dino em incluir os profissionais da educação no grupo prioritários de vacinação, acordou-se que o Governo Estadual ficaria responsável pela vacinação dos profissionais das redes estadual e federal, ficando para os Municípios a responsabilidade de vacinação de sua rede municipal e da rede privada de seu Município.
Porém, para surpresa de todos, o critério adotado por São Luís, não fora unicamente a idade dos profissionais da educação. O prefeito Eduardo Braide, através das redes sociais oficiais da prefeitura, sinalizou que dará prioridade a vacinação dos profissionais da educação da sua rede municipal, deixando os da rede particular para uma segunda etapa, numa prática discriminatória, não realizada em nenhum outro Município do Estado.
“A verdade é que não há sequer uma lógica nesta priorização de vacinação adotada pelo Município, uma vez que a rede municipal de ensino ainda adota exclusivamente ensino remoto, enquanto a rede particular, desde janeiro de 2021, já adota atividades de forma híbrida (remota e presencial), porquanto os profissionais da rede particular estão mais suscetíveis a contrair a Covid-19, seja no deslocamento para o trabalho ou até mesmo no ambiente escolar, o que reforça a importância de também priorizarmos esses profissionais.” justificam as entidades.
Diante da negativa do prefeito da capital, no documento, a ASPA-MA, SINTERP e AMEP pedem ao governo Maranhão que de forma excepcional, a vacinação dos profissionais da educação da rede privada de ensino de São Luís seja incluso no plano Estadual de Vacinação, portanto seja assumida pelo Governo do Estado do Maranhão, evitando discriminação entre os profissionais da rede pública e privada.
“Insta frisar que não se está a desmerecer a classe de profissionais da educação da rede municipal ou minimizar a necessidade de a rede pública municipal adotar atividades de forma presencial, mas somente reivindicar direitos iguais para os mesmos profissionais.”, lembra as entidades ligadas à Educação.



Esse pessoal da educação nunca se contentam com nada, sempre é um mi mi mi DESGRAÇADO…puta q pariu !!!