11
jul
2023

Vereador apresenta pedido de CPI após secretário da SMTT faltar em convocação na Câmara de São Luís

Pelo Jornalista Domingos Costa
Após faltar em convocação na Câmara, secretário da SMTT é alvo de pedido de CPI na Câmara de Vereadores 

Após faltar em convocação na Câmara, secretário da SMTT é alvo de pedido de CPI na Câmara de Vereadores

O vereador por São Luís, Álvaro Pires (ex-PMN) apresentou nesta terça-feira (11), um Requerimento ao Plenário da Câmara Municipal de Vereadores no qual pede a Mesa Diretora da Casa que seja criada uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a gestão de Diego Rafael Rodrigues Pereira na titularidade da secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SMTT).

A apresentação do pedido de CPI acontece após Diego Rafael faltar à convocação apresentada pelo Vereador Raimundo Penha (PDT) e aprovada pela Câmara de Vereadores.

O secretário deveria se apresentar as 10h desta terça no Plenário da Casa para esclarecer a circunstância da liberação clandestina de uma Toyota Hilux SW4 de cor branca, placa PTN – 8625 do pátio da SMTT no último dia 28 de maio, assim como apresentar sua versão sobre as denúncias de liberações de outros veículos do órgão o qual comanda. Porém, Diego Rafael não foi e apresentou um ofício no qual diz que estaria em reunião com Agentes de Trânsito. No mesmo documento, ele pede 15 dias para se preparar para a “oitiva” na Câmara.

– Inúmeras denúncias 

Na justificativa para pedir a CPI contra a gestão Diego Rafael na SMTT, o vereador Álvaro Pires argumenta que a Comissão Parlamentar de Inquérito deverá compilar as inúmeras denúncias irregularidades, para então partir para fase de responsabilização, pois se observa a prática de atos dolosos do dirigente deste órgão, em privilegiar um seleto grupo da sociedade, ao efetuar tais liberações de veículos de forma ilegal, sem a observância do artigo 271 do CTB.

“Além disso, a falta de transparência no portal da SMTT, relativo aos pagamentos dos subsídios pagos ao sistema de transporte coletivo urbano de São Luís – MA, demostra mais um indicio de ilegalidade, e a quebra do principio constitucional da  ransparência. Por tudo, impõe-se, uma completa e minuciosa investigação, justificando se plenamente a criação e instauração da COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO, respaldada pelas assinaturas que acompanham a proposta, pelo prazo de 120 (cento e vinte dias).” Justifica Pires.

– Abertura da CPI precisa 11 assinaturas 

Agora, para abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito, o vereador Álvaro Pires precisa da assinatura de 1/3 dos colegas de Plenário, ou seja, outros dez vereadores têm de assinar o Requerimento do Parlamentar totalizando 11 (onze) assinaturas, e então, a CPI segue para instalação.


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