14
abr
2023

VÍDEO: Vereador de Raposa detalha fraude em cestas básicas e diz prefeito Eudes faz parte de uma organização criminosa

Pelo Jornalista Domingos Costa

Ao comunicador Osmar Lisboa, da Rádio União FM, o vereador do município de Raposa, Elenildo Rocha (Republicanos), denunciou nesta sexta-feira (14) que o prefeito Eudes Barros (PL) fraudou uma licitação de compra de cestas básicas distribuída, em partes, na Semana Santa,

Após fazer o vídeo (assista cima), o parlamentar protocolou a denúncia no Ministério Público e classificou como roubo ao dinheiro público.

Elenildo ressaltou que o prefeito Eudes comprou produtos inferiores e com peso abaixo aos que estão listados na planilha da licitação. E, ainda pior, mostrou alimentos impróprios para o consumo como o “leite modificado” e, em vez de sardinha em lata, distribuiu “manjuba boca torta” esfarelada.

“Muitas irregularidades, muitos crimes uma vez que o nosso próprio Código Penal prevê que uma organização criminosa foi formada a partir de três pessoas e isso acontece na gestão Eudes Barros, por isso estarei indo agora no Ministério Público protocolar essa denúncia para apuração deste crime que aconteceu aqui em Raposa”, diz o vereador.

Esse caso escancarado envolvendo roubo de dinheiro público por meio de licitação de cesta básica superfaturada, foi denunciada pelo Blog do Domingos Costa na semana passada, conforme o link no final deste post.


LEIA TAMBÉM:

Esquema de desvio de recursos públicos por meio de superfaturamento de cestas básicas na prefeitura de Raposa

2 Comentários

  1. O engraçado é que o prefeito tá trabalhando mostrando como é que faz e esse abestado querendo atrapalhar o trabalho do homem e na gestão passada não fizeram nem a metade e pra onde o dinheiro foi em seu vereador babaca

    • Járed disse:

      Prefeito quer desvia recurso não está trabalhando e sim cometendo crime…
      Art. 90. Frustrar ou fraudar, mediante ajuste, combinação ou qualquer outro expediente, o caráter competitivo do procedimento licitatório, com o intuito de obter, para si ou para outrem, vantagem decorrente da adjudicação do objeto da licitação:

      Pena – detenção, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

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