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A corrida eleitoral em Imperatriz sofreu um forte abalo após o deputado federal Aluísio Mendes (Republicanos) anunciar o rompimento com a candidatura de Mariana Carvalho à prefeitura. Mendes, que também é líder estadual do Republicanos no Maranhão, declarou publicamente que não pode mais apoiar Mariana, devido à sua recente aliança com o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL), a quem ele descreveu como líder de uma “organização criminosa”.
Essa ruptura é um golpe duro para a campanha de Mariana Carvalho, já que Aluísio Mendes era seu principal aliado político. Em sua justificativa, Mendes sublinhou que princípios como “gratidão, lealdade e caráter” pesaram em sua decisão. “Ela optou por se unir a um grupo político que eu considero uma organização criminosa, que venho combatendo há 14 anos no Maranhão. Não posso mais estar associado a esse projeto”, declarou o deputado.
A parceria entre Mariana e Josimar de Maranhãozinho foi o principal ponto de divergência. Maranhãozinho possui um histórico marcado por investigações de corrupção e desvio de recursos públicos, estando envolvido em processos na esfera federal. Ele já foi alvo de operações da Polícia Federal por suspeitas de fraudes em licitações, o que contribuiu para sua imagem controversa na política do Maranhão.
O rompimento ocorre em um momento crítico da campanha de Mariana e deve provocar impacto em sua base de apoiadores. Além de perder a liderança política de Aluísio, sua candidatura agora enfrenta desafios para manter a confiança de parte do eleitorado. Mendes, que abriu mão de seu mandato na Câmara dos Deputados para que Mariana pudesse assumir o cargo, foi peça-chave em sua trajetória política até o momento.
Com a saída de seu principal mentor, Mariana Carvalho terá que reorganizar sua campanha e lidar com as repercussões da aliança que agora divide opiniões entre seus eleitores.
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Advogados de devedores, irmãos Valdir e Hermes Kucinsk, de Cascavel (PR), têm atuado de forma temerária dentro dos autos a fim de causar tumulto processual e, ainda, retardar a execução e evitar a devolução dos valores.

O processo envolvendo a Imobiliária Gaúcha LTDA tramita há 19 anos na justiça maranhense…
Desde 2006, três famílias da cidade de Riachão, no Maranhão, vivem um pesadelo jurídico após serem vítimas de um golpe milionário que resultou na perda de todos os seus bens. Embora tenham obtido sentenças favoráveis em 2014 e estas tenham transitado em julgado em 2018, as famílias ainda não conseguiram receber os valores devidos. Enquanto isso, os golpistas, que se apropriaram do patrimônio das famílias em 2005, seguem impunes, aproveitando-se da morosidade do Judiciário maranhense para retardar a execução dos processos e evitar a devolução dos valores.
– A “Via Crucis” das famílias
O caso ganhou destaque em 2023, quando a sociedade maranhense passou a acompanhar de perto o drama das famílias, por meio deste blog. Embora a Justiça tenha reconhecido seus direitos, a fase de execução das sentenças encontra-se praticamente paralisada, frustrando a expectativa das vítimas. A lentidão no andamento das ações tem gerado benefícios aos devedores, que seguem utilizando manobras processuais para evitar o pagamento.
Foi constatado que, dos mais de 30 imóveis penhorados no decorrer dos processos, apenas dois permanecem disponíveis; todos os demais foram vendidos pelos golpistas a partir do trânsito em julgado das sentenças, numa clara tentativa de ficarem insolventes e não disporem de meios para realizarem os pagamentos dos valores devidos. Essa liquidação de bens, feita de forma estratégica, frustrou o cumprimento da execução e comprometeu a recuperação integral do patrimônio das famílias.
– Recursos repetitivos e bloqueios contestados
Aproveitando-se de manobras processuais, em 2023, os devedores apresentaram cinco recursos idênticos na tentativa de travar o andamento das execuções e impedir o desbloqueio de valores encontrados em contas vinculadas às esposas dos envolvidos. Os montantes totalizam cerca de R$ 14 milhões e, conforme apurado, provêm da venda fraudulenta de parte dos imóveis penhorados.
Mesmo após a derrota nesses recursos e com a origem ilícita dos valores comprovada, o acesso das famílias ao dinheiro continua bloqueado. O episódio extrapola os limites da legalidade e levanta suspeitas sobre a atuação positiva do Judiciário nessa morosidade, visto que os obstáculos se mantêm apesar das decisões favoráveis às vítimas.
Recentemente, a defesa dos devedores voltou a protocolar mais um recurso no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), repetindo argumentos que já foram rejeitados pela 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal. Essa manobra é vista pelas famílias e seus advogados como uma tentativa clara de tumultuar o processo e atrasar ainda mais a execução.
– Denúncias ao CNJ e à ONU
Diante da inércia do TJMA e das reiteradas condutas consideradas temerárias por parte dos devedores, os advogados das famílias decidiram denunciar o caso ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), solicitando providências para coibir os abusos e garantir o cumprimento das sentenças. Segundo a defesa, a postura dos golpistas afronta princípios constitucionais e processuais, configurando uma violação à dignidade da Justiça.
Além disso, os advogados das vítimas se uniram a um escritório de advocacia brasileiro com sede nos Estados Unidos para formalizar uma representação junto à Organização das Nações Unidas (ONU). A queixa se baseia na alegação de violação dos direitos humanos, uma vez que as famílias estão há quase duas décadas aguardando justiça, sendo oito anos apenas na espera pela execução das sentenças transitadas em julgado.
– Um caso que exige respostas urgentes
Em contato as famílias, nos informaram que não acreditam mais no judiciário. Mesmo tendo ganhado, o que ficou claro a elas é que quem tem dinheiro não sofre nenhuma consequência. São anos em que apenas os devedores têm se beneficiado da omissão do Estado. Como reforço dos argumentos desesperançosos, soubemos que um dos autores, o Sr. Antônio Rotta, está internado em estado gravíssimo, precisando de recursos para tratamento de saúde, enquanto isso, a resposta do judiciário é que eles devem aguardar.
Diante de tudo isso é inevitável que questionemos: a quem interessa essa morosidade? Ou melhor, quem está provocando essa morosidade?
O caso de Riachão (MA) é um exemplo emblemático da fragilidade do sistema judiciário brasileiro e da lentidão processual que muitas vezes favorece os devedores em detrimento das vítimas. A persistência das famílias e a repercussão do caso geraram um clamor social por justiça e pela responsabilização daqueles que têm frustrado a execução das decisões judiciais.
Enquanto a Justiça não age com a celeridade necessária, o sofrimento das famílias se agrava, assim como a sensação de impunidade. O desfecho dessa batalha não é apenas um teste para o Judiciário maranhense, mas também um alerta para a necessidade de reformas estruturais que garantam maior eficiência e efetividade no cumprimento das decisões judiciais.
A luta das famílias de Riachão é um apelo por justiça, não apenas no papel, mas na prática. Afinal, como afirmam seus advogados, justiça tardia é justiça negada.
– Relembre do caso:
Em 2005, três famílias paranaenses (Gregório Cabreira e esposa, Antônio Rotta e esposa, e Marilene Rotta) compraram áreas de terra no Maranhão. Gregório adquiriu 1.000 hectares por R$ 583.940, Antônio comprou 500 hectares por R$ 300.000, e Marilene adquiriu 1.100 hectares por R$ 660.000. As terras foram vendidas por corretores ligados à Imobiliária Gaúcha Ltda, sob a liderança de Hermes Kucinsk.
Durante o processo, um corretor confessou que era prática comum os corretores colocarem seus nomes nos contratos como proprietários para facilitar golpes. Além disso, ficou comprovado que o preço pago pelas terras era muito superior ao valor de mercado na região de Riachão (MA).
Ao chegarem ao Maranhão para tomar posse, as famílias descobriram que as terras estavam ocupadas por seus verdadeiros donos e que havia sobreposição nas áreas vendidas a Gregório e Marilene. Sem recursos para retornar ao Paraná e recuperar seus bens, enfrentaram anos de pobreza e sofrimento.
As três famílias não foram as únicas lesadas pelas condutas dos executados. Segundos os exequentes, um senhor, conhecido deles, ao cair no mesmo golpe, não resistiu ao desespero de perder tudo e tirou a própria vida.
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Neste sábado, dia 26 de outubro, a R15 Motors, concessionária especializada em veículos novos e seminovos, irá reinaugurar sua nova sede, agora maior e melhor, localizada na Estrada do Araçagy, número 3, ao lado do Bacuri Center. A cerimônia de inauguração, que terá início às 8h, promete reunir clientes e convidados para um dia de ofertas especiais e atrações imperdíveis.
Com uma estrutura mais ampla, a nova sede da R15 Motors visa oferecer mais conforto e qualidade no atendimento, além de uma grande variedade de veículos. Durante o evento de reinauguração, os clientes poderão aproveitar taxas especiais a partir de 0,99% e condições exclusivas de pagamento, com a primeira parcela somente em 2025. Além disso, brindes serão distribuídos para os participantes.
A R15 Motors convida todos os interessados para celebrar esse novo marco na história da empresa, que tem se destacado no mercado por oferecer veículos de qualidade com preços competitivos. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelo número (98) 98800-6992.
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Imprensa aliada à candidata Mariana Carvalho sustentava que o ex-presidente do Basil passaria três dias em Imperatriz neste segundo turno para fazer campanha em favor da bolsonarista.

Bolsonaro não cumpriu com a promessa de ficar três dias em Imperatriz em favor de Mariana Carvalho.
O ex-presidente da República, Jair Mesias Bolsonaro (PL), cancelou a viagem prevista para a cidade de Imperatriz onde iria reforçar apoio à candidatura de Mariana Carvalho (Republicanos) neste segundo turno.
Bolsonaro participou da primeiro turno e fez palanque para Mariana. Ele também mandou aliados anunciarem que passaria três dias na segunda maior cidade do Maranhão neste segundo turno para potencializar a campanha de Carvalho.
Contudo, antes de retomar a Imperatriz, o ex-presidente mandou fazer uma pesquisa eleitoral para saber o cenário. O resultando foi tão desanimador que fez Jair cancelar seu retorno ao reduto.
Os números apontam a liderança de Rildo com mais de 15 pontos percentuais sobre Mariana, o que desanimou o ex-chefe do Planalto.
Bolsonaro, então, decidiu apenas gravar vídeo e mandar pra Imperatriz…
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Vereador Nilton, de Cândido Mendes é investigado pela Polícia Civil por abuso de menores.
A cidade de Cândido Mendes, no Maranhão, está mergulhada em uma onda de revolta e perplexidade diante das acusações chocantes contra Josenilton Santos do Nascimento, atual presidente da Câmara Municipal. De acordo com documentos do inquérito policial n.º 215624/2023, o vereador está sob investigação por manter e compartilhar conteúdos de natureza abominável, envolvendo menores de idade. Esses materiais, segundo fontes da Polícia Civil, foram encontrados em seu próprio dispositivo celular e contêm imagens e vídeos explícitos e perturbadores.
As investigações apontam para um cenário ainda mais sombrio. Testemunhas relataram que Josenilton não apenas mantinha esses materiais em sua posse, mas também contava com a ajuda de um cúmplice para atrair vítimas e obter registros das cenas. Esse intermediário, identificado nos autos, seria responsável por garantir o contato do vereador com as vítimas. Conforme descrito nos relatos, há suspeitas de que ele usava sua posição de poder para obter acesso a essas crianças e adolescentes vulneráveis, abusando de sua posição de confiança e do aparato político para encobrir suas ações.
A situação se agravou a tal ponto que a Justiça do Maranhão determinou uma operação de busca e apreensão na residência do presidente da Câmara, onde foram coletadas evidências que corroboram as denúncias. Conversas perturbadoras e imagens foram recuperadas do aparelho, e a natureza das acusações abala profundamente a imagem do legislativo de Cândido Mendes. Segundo as autoridades, o conteúdo encontrado é suficiente para desencadear um processo criminal que pode resultar em penas severas para o acusado.
As provas coletadas são esmagadoras e difíceis de serem ignoradas. Com a revelação dessas informações, a comunidade de Cândido Mendes clama por justiça e exige a renúncia imediata do vereador, que há muito deveria zelar pela moralidade e bem-estar da população, mas agora se encontra no epicentro de um dos maiores escândalos da história da cidade.
Diante de tamanha atrocidade, cabe à justiça trazer respostas rápidas e exemplares. Cândido Mendes espera que essa investigação sirva como um marco contra a corrupção moral e o abuso de poder, e que todos os envolvidos paguem por seus crimes, restaurando, assim, a confiança no poder público local.
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O Ministério Público do Maranhão, por meio da 5ª Promotoria de Justiça Especializada de Timon, converteu a Notícia de Fato nº 003397-252/2024 em Procedimento Administrativo para investigar possíveis irregularidades no processo de inexigibilidade nº 002/2023, que resultou na contratação da empresa IMC Barros Auditoria e Contábil. O contrato foi alvo de denúncia do vereador José Wilma da Silva Resende, que apontou indícios de fraude e ilegalidade.
A conversão do processo foi realizada pelo Promotor de Justiça Sérgio Ricardo Souza Martins, no dia 22 de outubro de 2024, e publicada no Diário Eletrônico do MP-MA nessa quarta-feira (23). A investigação busca verificar a regularidade da contratação da empresa IMC Barros por meio de inexigibilidade de licitação, questionando a legalidade do processo e a conformidade com os princípios constitucionais de impessoalidade e moralidade.
A Notícia de Fato foi originalmente instaurada em junho de 2024, e com o prazo de 120 dias esgotado, o Ministério Público decidiu pela instauração do Procedimento Administrativo. A Promotoria de Justiça já determinou o envio do caso para análise técnica do NATAR (Assessoria Técnica em Contabilidade), que emitirá um parecer conclusivo sobre o processo.
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Decreto do prefeito de Bacuri…
O prefeito de Bacuri, Washington Luís de Oliveira, decidiu suspender temporariamente [leia-se cancelar] o concurso público da prefeitura, atendendo à recomendação do Ministério Público do Maranhão. A suspensão foi oficializada por meio do Decreto Nº 18/2024, publicado nesta quinta-feira, 24, no Diário Oficial do município.
A medida ocorre após a Promotoria de Justiça de Bacuri, representada pelo promotor Igor Adriano Trinta Marques, levantar preocupações sobre a falta de transparência na contratação do Instituto Social da Cidadania Juscelino Kubitschek, responsável pelo certame.
Além disso, foram apontadas possíveis irregularidades no processo de execução do concurso, que oferecia 371 vagas, incluindo cadastro de reserva para diversos cargos, como assistente social, psicólogo, enfermeiro e professor.
O Ministério Público destacou a necessidade de que os gastos com o concurso obedeçam ao teto da Lei de Responsabilidade Fiscal, uma vez que o valor contratado para o Instituto foi de R$ 228,5 mil. A recomendação também ressaltou a urgência de verificar a legalidade dos procedimentos relacionados ao concurso.
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Prefeitos do PDT declararam apoio a Roberto Costa na presença de Marcus Brandão e Iracema Vale.
Na tarde desta quinta-feira (24), o prefeito eleito da cidade de Bacabal, Roberto Costa (MDB), recebeu apoio de mais seis prefeitos, todos do PDT, partido cujo comandante no Maranhão é o senador Weverton Rocha.
Da declaração conjunta participaram o prefeito de Fortuna, Sebastião Costa; Samia Moreira, de Santa Quinteria; João Igor Carvalho, de São Bernardo; Neto Carvalho, de Araioses; Jonas Magno, de Rosário e Flavio Furtado, de Duque Bacelar.
O encontro foi intermediado pelo prefeito Erlânio Xavier, de Igarapé Grande, um dos dirigentes estaduais do PDT. Obviamente, o ato político tem aval direto de Weverton.
O encontro ganhou ainda mais importância devido a presença da presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale (PSB) e do presente estadual do MDB, Marcus Brandão.
Há quem diga que o encontro desta tarde, em favor de Roberto Costa, em si, diz muito sobre as eleições de 2026…
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O ex-secretário de Estado da Segurança Pública (SSP-MA), Jefferson Miler Portela e Silva, prendeu na manhã desta quinta-feira (24) mais um “punheteiro” em São Luís.
Uma funcionária de uma loja foi surpreendida durante um atendimento por um homem que acabou se tocando e ejaculando nas costas dela no João Paulo, bairro onde o titular da Delegacia de Polícia Civil é exatamente Jefferson Portela.
Após o fato e a devida identificação feita por câmeras de vigilância da loja, o homem foi preso. Nas imagens as quais o Blog do Domingos Costa teve acesso (assista acima), quem aparece e faz questão de segurar o braço do preso algemado é o delegado Portela.
– Segunda prisão de um “punheteiro” feita por Jefferson
Essa é a segunda prisão decorrente de masturbação que curiosamente tem o ex-secretário de Segurança no caso.
O primeiro ocorreu no último dia 19 de junho. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostrou o momento em que um homem se masturba ao lado de uma passageira dentro de um avião que decolou de Brasília com destino a São Luís. Quem também estava no voo, e deu voz de prisão ao homem, foi Jefferson Portela.
O título deste post, obviamente, é apenas uma brincadeira.
Parabéns a Jefferson Portela pelos dois “GRANDES” feitos…
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Gestão do prefeito “Toinho Patioba” é alvo do Ministério Público do Maranhão.
O Ministério Público do Estado do Maranhão, por meio da Promotoria de Justiça de Dom Pedro, converteu a Notícia de Fato n° 000262-054/2024 em Inquérito Civil para investigar possíveis irregularidades envolvendo a empresa Elétrica Real Ltda. e a Prefeitura de Gonçalves Dias/MA, sob a gestão do prefeito Antônio Soares da Sena, conhecido popularmente como “Toinho Patioba”.
A decisão foi formalizada na Portaria-PJDOP – 102024, publicada nessa quarta-feira (23).
De acordo com o Relatório de Inteligência Financeira (RIF) do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a empresa Elétrica Real Ltda. teria realizado operações financeiras suspeitas relacionadas ao recebimento de valores pela prefeitura de Gonçalves Dias. A empresa, aberta em abril de 2015, está sendo investigada por supostas movimentações financeiras que podem indicar irregularidades de acordo com a Lei nº 9.613/98, que trata da prevenção e combate à lavagem de dinheiro.
O Ministério Público destacou que o inquérito tem como objetivo apurar possíveis danos ao patrimônio público e verificar a responsabilidade da administração municipal na contratação da empresa Elétrica Real. O processo investigativo será conduzido com base nas atribuições constitucionais do MP, que, conforme o artigo 129, inciso III, da Constituição Federal, tem a função de promover inquéritos civis e ações públicas em defesa do patrimônio público e de outros interesses sociais e individuais.
A conversão da Notícia de Fato em Inquérito Civil ocorre após o prazo inicial de 30 dias para investigações preliminares. Com a formalização do inquérito, novas diligências serão realizadas, incluindo a análise de pregões presenciais nº 11/2018 e 036/2018, além da Tomada de Preços nº 07/2020 e das respectivas Notas de Empenho já anexadas ao procedimento.

