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Os deputados estaduais Yglésio Moysés (PSB), Wellington do Curso (PSC), Eric Costa (PSD) e Osmar Filho (PDT) criticaram, na sessão plenária desta quarta-feira (26), o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), por conta da terceira greve de ônibus que acontece em sua gestão na capital maranhense.
Deputado Yglésio: “A palavra do prefeito não tem nenhum valor porque tudo o que ele disse que faria de melhorias no transporte público está acontecendo exatamente o contrário. Não tem ônibus novo, tampouco incrementos na qualidade do transporte. Isto é estelionato eleitoral”.
Deputado Wellington do Curso: “Esse caos no sistema de transporte coletivo de São Luís se estende desde a gestão João Castelo. É o terceiro ano de Braide e temos a terceira greve. É preciso que se encontre uma solução porque a população não aguenta mais. E não adiante só retornar os ônibus. É preciso circular mais ônibus com atendimento adequado à população”, ressaltou.
Deputado Osmar Filho: “É preciso que o prefeito mantenha um canal de conversação com a Câmara de Vereadores e, juntos, busquem encontrar uma solução para o impasse que está criado em relação aos subsídios ao sistema de transporte público de São Luís. É um prejuízo incalculável. Fica registrada a falta de sensibilidade do prefeito Braide e o apelo para que possa liderar o quanto antes este processo e buscar equacionar essa situação”.
Deputado Eric Costa: “É momento de implantarmos uma frente para buscarmos o diálogo, acionarmos os sindicatos, o Ministério Público, convocarmos a Prefeitura, o Procon para chegarmos a uma solução”.
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Cândido Ribeiro, desembargador do TRF1 e seu filho, o advogado Ravik Bello Ribeiro, são suspeitos de comandar um esquema de venda de sentenças de cerca de R$ 60 milhões.

Investigado pela PF, Desembargador federal maranhense Cândido Ribeiro, do TRF-1 é aposentado por invalidez.
O desembargador maranhense Cândido Artur Medeiros Ribeiro Filho, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), foi aposentado por invalidez permanente pelos colegas da corte. O magistrado é investigado na Operação Habeas Pater, que apura venda de sentençås para membros de facções criminosas. Por causa dessa apuração, ele também responde a um processo administrativo no Conselho Nacional de Justiça.
Segundo o jornal Estadão, Cândido Ribeiro foi submetido a exames com um neurologista que identificou “comprometimento cognitivo secundário ao uso de álcool”. Essa condição o colocaria sob incapacidade laborativa, embora não haja alienação mental.
“O paciente teve dificuldades em desenhar um cubo e não conseguiu se recordar de palavras previamente memorizadas”, diz o laudo do processo de aposentadoria do desembargador.
A aposentadoria de Cândido Ribeiro foi definida em sessão da Corte Especial Administrativa do TRF1, no último dia 13 de abril. O parecer foi encaminhado pela Corte ao CNJ, para ser anexado ao processo que ele responde junto ao Conselho. Com a aposentadoria, Cândido Ribeiro manterá o salário mensal de R$ 36.663,50.
De toda forma, mesmo que fosse condenado pelo CNJ, a pena máxima imposta pelo conselho também seria a aposentadoria, que neste caso seria compulsória. Isso, no entanto, não o livra da investigação criminal a que responde.
Cândido Ribeiro e o filho, o advogado Ravik de Barros Bello Ribeiro, são suspeitos de comandar um esquema de venda de sentenças em favor de um grupo de traficantes que movimentou cerca de R$ 60 milhões nos últimos anos, com a compra e venda de imóveis, carros, jóias e criptomoedas. Caso pai e filho sejam condenados, podem pegar até 12 anos de prisão.
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Sem negociação, a greve dos rodoviários de São Luís entrou em seu segundo dia nesta quarta-feira (26). O deputado federal Duarte (PSB-MA), indignado com a falta de sensibilidade da prefeitura para com a população ludovicense, visto realização de coletiva de imprensa pelo prefeito Eduardo Braide, foi para as suas redes sociais manifestar apoio aos moradores da capital Maranhense que dependem da utilização diária do transporte.
“O prefeito fala muito, não resolve nada, a greve continua e ainda mente várias vezes para a população. É muita contradição e mentira”, diz Duarte.
O parlamentar destaca que essa não é a primeira vez que ocorre greve na gestão de Braide e que o mesmo não se esforça para abrir caminhos por uma entrega de serviço de qualidade.
“Essa é a terceira greve da gestão. Prefeito, se você não tem maturidade, conhecimento de gestão para dialogar com os setores, intervenha no sistema, ou você tem rabo preso? Por que você não vai lá no Ministério das Cidades? Tem dinheiro federal lá, um programa chamado REFROTA, que coloca recursos na conta da prefeitura, para que possa comprar ônibus. Eu te ajudo, vamos lá juntos buscar esse recurso, que tem que cair na conta da prefeitura, para que se garanta serviço essencial. O povo de São Luís não aguenta mais sofrer”, proferiu.
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Na noite desta quarta-feira (26) durante evento na Casa da Mulher Brasileira em São Luís, o governador Carlos Brandão (PSB) e o Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB, trataram de enterrar os rumores plantado pelos “fogueteiros” especulando um infundado rompimento entre a dupla vencedora das eleições 2022. Pelas imagens capturadas pelo Blog do Domingos Costa durante o evento, percebe-se a completa sintonia entre os socialistas. Em tempo, a expressão “fogueteiros” é atribuídas aos aliados do senador Weverton Rocha (PDT) que na campanha eleitoral passada usava o slogan: “foguete não tem ré”.
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Durante cerimônia de lançamento do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania – Pronasci 2, realizado na noite desta quarta-feira (26) na Casa da Mulher Brasileira em São Luís, o Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, falou sobre o um pedido de prisão contra ele formulado na Procuradoria-Geral da República (PGR) por um grupo de deputados federal bolsonaristas.
Os parlamentares acusam Dino de omissão imprópria e crime de responsabilidade — ambos previstos no Código Penal brasileiro – e pedem que ele seja responsabilizado como coautor por abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, crimes que estão sendo imputados aos envolvidos que foram presos pelos ataques de 8 de janeiro.
Dino zombou da ação transloucada dos oposicionista e disparou: “Passei a noite sem dormir, com acessos de risos, porque né possível que essa gente seja tão desvairada, tão desatinada ao ponto de querer transformar a vítima em algoz. Nós fomos vítimas de uma tentativa de golpe no dia 08 de janeiro, portanto, não somos investigados”.
As imagens do vídeo deste post foram capturadas pelo Blog do Domingos Costa durante o evento…
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Três processos já em fase de cumprimento de sentença e liquidação de sentença por arbitramento deve gerar um novo e grande desgaste para o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA).
Os processos foram protocolados no ano de 2006 perante o Juízo da Vara Única da Comarca de Riachão (MA) e, resumidamente, trata sobre rescisão judicial de contratos de compra e venda de imóveis rurais (fazendas) situados no âmbito no município de Carolinas. Em suma, à época, os réus venderam terras as quais não eram os donos.
Conforme apuração do Blog do Domingos Costa, hoje, o caso tramita no TJ-MA e os réus estão todos condenados a pagarem danos morais, danos materiais e ressarcimento dos lucros cessantes num montante atualizado que chega a R$ 131,9 milhões.
Os processos foram propostos por Marilne Rotta, Antônio Rotta e Gregorio Cabreira Júnior, contra a Imobiliária Gaúcha LTDA, de Cascavel, no Paraná, Hermes Kucinski e Valdir Kuncinski.
– Transferência de bens
Os advogados da parte autora do processo, têm feito um trabalho incansável de investigação de vendas e transferências de bens a terceiros, por parte dos executados que atuam para fraudar a execução. Identificou-se que os donos da Imobiliária Gaúcha LTDA estavam vendendo o patrimônio e transferindo o dinheiro para a conta das esposas. Assim, o Juiz determinou a penhora de valores nas contas delas.
A penhora, em partes, conseguiu alcançar um saldo de R$ 14,6 milhões nas contas das esposas dos executados: a Sra. Rosana Mary Nogueira Kucinsk, casada em comunhão universal de bens com Hermes Kucinsk, e Ivone Brugin Kucinsk, casada em comunhão universal de bens com Valdir Kucinsk. O senhor Hermes Kucinsk e o senhor Valdir Kucinsk, são irmãos e sócios-proprietários da empresa IMOBILIÁRIA GAÚCHA LTDA.
– Carta de garantia judicial
Ocorre que para convencer membros do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA), a empresa apresentou uma suposta carta de fiança como garantia do pagamento emitida pela PACIFIC BANK – GARANTIAS REAIS E FIDEJUSSÓRIAS LTDA, pessoa jurídica de direito privado, portadora do CNPJ (MF) sob o nº 07.456.800/0001-60.
Acontece que o suposto Contrato de Fiança não é nenhuma modalidade de seguro, pois não está vinculada à SUSEP e nem pode ser contrato de fiança posto que a empresa não faz parte do sistema financeiro nacional, não é vinculada e nem regulada pelo Banco Central.
Ao lermos a suposta garantia fidejussória (confira abaixo), é possível identificar que o documento não tem validade jurídica e, ainda, existe a suspeita que seja mais uma tentativa de fraude a execução (senão suposta tentativa de estelionato) por parte dos devedores.
Conforme consta no corpo do próprio documento: “Esta Carta de garantia somente terá validade quando assinada digitalmente, na forma da MP n° 2.200-2/2001, que instituiu a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil; e desde que assinada pelos signatários e representantes legais da PACIFICBANK – GARANTIAS REAIS E FIDEJUSSÓRIAS LTDA (Garantidora), IMOBILIÁRIA GAÚCHA LTDA (Garantido), e pela Beneficiária quando ou se for requisitado pela Garantidora”. Ocorre que o documento não fora assinado pelas pessoas listadas acima, e ainda, consta apenas uma espécie de colagem borrada do que seria uma assinatura eletrônica em nome da suposta empresa garantidora.
A espécie de colagem é pelo fato de a suposta assinatura eletrônica ser a única parte do documento que apresenta dados borrados e/ou de difícil leitura, bem como não consta os dados da empresa certificadora emitente do certificado digital.
Se não bastasse isso, o Blog do DC identificou que o suposto selo verde nº 67b80716-9e5a-11eb-a8b3-0242aac1300003, colado no documento, está vinculado à empresa WUZU SERVIÇOS DIGITAIS LTDA e está vencido desde 02/07/2021.
Além disso, a empresa garantidora responde a vários processos judiciais por suspeita de participar de um esquema de pirâmide que deu um prejuízo de cerca de R$ 300.000,00 (trezentos milhões de reais), nas pessoas que investiram nela.
O Blog do DC consegui apurar, também, que a empresa é investigada pelo Tribunal de Contas da União nos autos nº TC 042.441/2021-8.
Relatos em portais de notícias evidencias que a empresa possui diversas reclamações, até mesmo de calote milionário.
De forma que a carta de garantia judicial supostamente falsa é caso de polícia e apontam para os supostos delitos de falsidade ideológica, fraude processual, tentativa de estelionato entre outros.
– CLIQUE AQUI E CONFIRA A ÍNTEGRA DA SUPOSTA CARTA DE FINANÇA –
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Jefferson Portela optou por Weverton Rocha e atraiu Carlos Brandão – candidato de Flávio Dino.
Também na política, o mundo dá volta…
Considerado o maior traidor da política do Maranhão, o delegado da Polícia Civil, Jefferson Miler Portela e Silva, ex-secretário de Estado da Segurança Pública (SSP-MA) é cotado para assumir um cargo no ministério da Justiça e Segurança Pública sob a liderança de Flávio Dino.
Porém, para ser nomeado na função federal – até agora não especificada, Portela precisa da autorização do governador Carlos Brandão, isto porque Jefferson é delegado da ativa da Polícia Civil do Maranhão.
Para quem tem a memória curta, o Blog do Domingos Costa faz questão de lembrar, Jefferson Portela foi por sete anos ininterruptos secretário de Segurança Pública durante os dois governos Flávio Dino, mas nas eleições de 2022, traiu o socialista e não apoiou Carlos Brandão ao Palácio dos Leões, optou pelo senador Weverton Rocha.
Hoje, o delegado da Civil precisa exatamente daquele que ele tanto desprezou…
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Braide durante coletiva ao lado de Diego Rafael, secretário da SMTT…
O prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD) convocou coletiva de imprensa na sede do Palácio de La Ravardière para as 11h30, e durante o encontro, em vez de fazer anúncios que levariam ao fim da greve dos rodoviários que já dura dois dias e afeta mais 800 mil pessoas em toda Ilha, o gestor apenas debochou da população.
Esperava-se que Braide anunciasse ônibus novos a exemplo da entrega de coletivos que realizou meses atrás na praça Maria Aragão, mas isso não aconteceu. Esperava-se, também, que o prefeito de São Luís anunciasse pagamentos ao Sindicato das Empresas de Transporte (SET) para que o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado do Maranhão (Sttrema) decretassem o fim da greve, mas isso também não ocorreu.
Para tentar enganar a população de São Luís, Braide apenas enrolou ao afirmar que não terá novo aumento de passagem e que o repasse de subsídio será mediante melhorias no sistema de transporte, ou seja, em vez do diálogo com os empresários, o prefeito aumentar ainda mais a crise em plena greve.
Para tentar pressionar ainda mais os empresários do setor de transporte, Eduardo Braide disse que enviará à Câmara de Vereadores um projeto de revisão do contrato de concessão do transporte público e aumento da validade dos créditos eletrônicos (passagem) de 1 para 5 anos, ocorre que no Parlamento, o prefeito não tem maioria para aprovar absolutamente nada e enfrenta grande rejeição entre os 31 vereadores.
Na prática, a coletiva do prefeito não serviu para absolutamente nada, foi apenas midiática, como entrar ao vivo durante a exibição do telejornal JMTV 1ª edição, da TV Mirante, filial da rede Globo do Maranhão.
E, enquanto o prefeito debocha do povo de São Luís em coletiva de imprensa, mais de 800 mil pessoas estão sem transporte público, causando um prejuízo incalculável à população e o setor comercial da capital.
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Ivaldo foi um dos coordenadores de Weverton; abandou o cargo de adjunto na SAF para fazer parte do “foguete sem ré”…
O competente jornalista Diego Emir publicou em seu blog nesta quarta-feira (26) que o pedetista ex-vereador por São Luís Ivaldo Rodrigues irá se tornar assessor especial no Governo Carlos Brandão (PSB), caso esse erro político seja consumado, será desmoralizante para o Palácio dos Leões.
Desmoralizante por vários aspectos…
Primeiro é que Ivaldo, na campanha eleitoral, decidiu romper com Carlos Brandão e Flávio Dino e, numa grande cerimônia na sede do PDT – na Rua dos Afogados – assinou sua “refiliação” ao partido, na ocasião, aproveitou para declarar apoio a candidatura do seu amigo Weverton Rocha ao governo do Maranhão.
Quando Ivaldo Rodrigues optou por Weverton em detrimento de Brandão, no dia 02 de junho de 2022 – em plena campanha eleitoral, todas as mídias alinhadas ao “foguete em ré” alardearam o fato da seguinte forma: “Ivaldo Rodrigues abandona Brandão e declara apoio a Weverton”.
Somado a traição de Ivaldo contra Brandão, o ex-vereador pedetista não teve sequer a honradez de informar que iria abandoar a função de secretário adjunto da Agricultura Familiar do Estado (SAF), cargo que até então ocupava no Governo.
Ivaldo foi um dos traíras que não teve a consideração de informar que iria trocar de grupo político, pegou todos de surpresa e numa noite chuvosa apareceu retornando ao seu antigo partido como tripulante do “foguete sem ré”.
O ex-vereador por São Luís tomou essa decisão porque teve a promessa que no suposto governo de Weverton se tornaria secretário de Estado.
Ora, a regra da política é simples: Ivaldo tomou sua decisão e agora tem que sofrer as consequências dela.
Como agora posicionar Ivaldo no governo que ele desprezou? Como trazer para o governo um adversário, enquanto dezenas de aliados que apoiaram Brandão ainda estão na fila esperando sua vez?
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Secretário de Obras da gestão Braide perdido durante indagações dos vereadores…
Os secretários de Saúde, Joel Nunes, e Obras, David Col Debella, da Prefeitura de São Luís, foram convocados para prestar esclarecimentos sobre supostas irregularidades ocorridas na capital maranhense, principalmente no Hospital da Criança. O chamamento se deu após recusa da unidade de saúde em atender um bebê indígena, que acabou vindo a óbito.
Autor da proposição, o vereador Edson Gaguinho foi o primeiro a falar. E, em cerca de dez minutos de explanação, fez uma série de questionamentos sobre o atraso nas obras do Hospital da Criança, que se arrasta na gestão do prefeito Eduardo Braide, mesmo tendo sido deixado pelo seu antecessor Edivaldo Holanda Júnior praticamente finalizado.
O ponto de maior questionamento feito por Gaguinho disse respeito a uma parceria que seria firmada entre a Prefeitura e o Governo, em fevereiro de 2022, que acabou não ocorrendo por recusa da gestão de Braide e Joel, mesmo com a garantia de finalização das obras em 45 dias e transferência dos pacientes para o Hospital Genésio Rêgo.
Ao se defender dos questionamentos, Joel tentou culpar o então secretário de Saúde do Estado, o atual deputado Carlos Lula. Mas foi repreendido e enquadrado pelo vereador Nato Júnior, que questionou que Joel não aceitou a oferta, mas, mais de um ano depois, o hospital continua da mesma forma. O secretário de saúde de Braide emudeceu na réplica.
Outro ponto de inconsistência nos discursos dos secretários de Braide foi o valor gasto e o que falta para finalizar as obras da unidade de saúde. O vereador Raimundo Penha bateu forte em relação aos números citados por Joel e Col Debella, e cobrou o cronograma de obras existentes para a melhoria da saúde na capital.
Em resumo, a convocação mostrou o despreparo dos secretários municipais e a falta de conhecimento das pautas das suas próprias pastas. E ratificou o caos que está instalado na gestão do prefeito Eduardo Braide, sobretudo na área da saúde.

