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A propriedade foi negociada por R$ 50 milhões e o pagamento seria realizado da seguinte forma: R$ 7,5 milhões pagos no ato da assinatura do Contrato; R$ 500 mil para serem pagos em 20/01/2019; R$ 10 milhões em uma assunção de dívida junto ao Banco do Nordeste do Brasil; R$ 32 milhões pagos em 8 (oito) parcelas anuais no valor de R$ 4 milhões iniciando em 20/12/2019 e terminando em 20/12/2026.

Terras que somam 12.685,22 hectares no município de Alto Parnaíba/MA foram vendidas por R$ 50 milhões pelo ex-deputado Manoel Ribeiro e deu inicio a caso que resultou na “operação Inauditus”.
A “operação Inauditus” deflagada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (1º) envolve venda de terras no município de Alto Parnaíba/MA que pertenciam ao presidente da Assembleia Legislativa, Manoel Ribeiro. O ex-parlamentar foi alvo de busca e apreensão em suas propriedades em São Luís, onde foram encontradas armas e dinheiro em espécie.
A decisão datada de 04 de março de 2026, de 102 páginas, é do STJ – Superior Tribunal de Justiça, assinada pelo relator, o Ministro Francisco Falcão.
Conforme apuração do Blog do Domingos Costa, o caso chegou à Polícia Federal por meio do Inquérito n. 1.670/DF, instaurado para apuração de fatos narrados pelo empresário Maurílio Ramalho de Oliveira, em acordo de colaboração premiada firmado com a Polícia Federal, homologado nos autos da Pet n. 15.656/DF.
A decisão abrange 17 alvos, entre eles dois Desembargadores, dois juízes, assessores judiciários, advogados empresários e pessoas no entornos dos investigados:
• Antônio Pacheco Guerreiro Júnior – desembargador (afastado)
• Luiz de França Belchior Silva – desembargador (afastado)
• Douglas Lima da Guia – juiz de Direito
• Tonny Carvalho Araújo Luz – juiz de Direito
• Lúcio Fernando Penha Ferreira – ex-assessor
• Sumaya Heluy Sancho Rios – ex-assessora
• Maria José Carvalho de Sousa Milhomem – assessora
• Eduardo Moura Sekeff Budaruiche – assessor
• Francisco Adalberto Moraes da Silva – ex-servidor do TJMA
• Karine Pereira Mouchrek Castro – ex-assessora
• Ulisses César Martins de Sousa – advogado
• Eduardo Aires Castro – advogado
• Antônio Edinaldo de Luz Lucena – empresário
• L U C E N A Infraestrutura Ltda – empresa investigada
• Manoel Nunes Ribeiro Filho – investigado
• Aline Feitosa Teixeira – investigada
• Jorge Ivan Falcão Costa – investigado
As acusações configuraria, em tese, a prática do crime de corrupção passiva (art. 317 do CP), corrupção ativa (art. 333 do CP), lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei n. 9.613/98), em possível contexto de organização criminosa (art. 2º da Lei n. 12.850/13).
– Venda de terras
O delator o empresário Maurílio Ramalho de Oliveira, realizou em 11 de outubro de 2017 um “Contrato de Promessa de Compra e Venda de Imóvel Rural e Outras Avenças” de várias propriedades rurais de propriedade do ex-deputado estadual Manoel Ribeiro, as quais totalizam 12.685,22 hectares.
De acordo com os termos do Contrato de Compra e Venda, a propriedade foi negociada por R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) e o pagamento seria realizado da seguinte forma: 1. R$ 7.500.000,00 (sete milhões e quinhentos mil reais) pagos no ato da assinatura do “Contrato de Promessa de Compra e Venda”; 2. R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) para serem pagos em 20/01/2019; 3. R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais) em uma assunção de dívida junto ao Banco do Nordeste do Brasil; 4. R$ 32.000.000,00 (trinta e dois milhões de reais) pagos em 8 (oito) parcelas anuais no valor de R$ 4.000.000,00 (quatro milhões de reais) iniciando em 20/12/2019 e terminando em 20/12/2026.
Segundo o delator, na ocasião da compra da propriedade existia um litígio entre o vendedor, ex-deputado Manoel Ribeiro, e Euclides De Carli, envolvendo a posse de 1.244,49 hectares da propriedade objeto do Contrato de Compra e Venda, e por esse motivo fez constar no Contrato de Compra e Venda cláusulas que suspendiam o pagamento das parcelas anuais caso o vendedor, Manoel Ribeiro saísse derrotado no processo.
Consta ainda no contrato que as parcelas anuais só seriam pagas após o georreferenciamento da propriedade e que eventuais posseiros teriam que ser retirados da propriedade pelo vendedor, Manoel Ribeiro.
Ainda de acordo com o delator, Maurílio Ramalho, em novembro de 2020 houve uma decisão desfavorável ao ex-deputado no processo litigioso entre este e Euclides De Carli, decisão essa que prejudicava a atividade agrícola desenvolvida pelo delator na propriedade.
De acordo com o delator, para resolver o problema Manoel Ribeiro teria negociado decisões judiciais no total de R$ 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil reais) para reverter a decisão de primeira instância com o desembargador Guerreiro Júnior.
Ainda de acordo com o delator, o ex-deputado estadual condicionou a assinatura do aditivo ao adiantamento de valores referente à compra do imóvel para quitação da dívida que este possuía com o desembargador Guerreiro Júnior.
Foi então que começou a rede de venda de sentenças envolvendo todos os 17 anos da operação deflagrada nesta manhã.
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A Polícia Federal continua cumprindo os mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão em várias cidades do Maranhão no bojo da operação Inauditus deflagaada nesta quarta-feira (1º)
A prisão do investigado Lúcio Fernando Penha foi efetuada ainda a pouco. Também foram alvos da ação os desembargadores do TJ-MA, Luiz de França Belchior e Antonio Pacheco Guerreiro Júnior.
Advogados, juízes, empresários e servidores do TJ-MA também foram alvos da Polícia Federal, além do ex-deputado Manoel Ribeiro.
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Operação Inauditus realiza cumprimento de mandados, afastamento de servidores e sequestro de bens.

Operação mira corrupção no judiciário, com prisões, afastamentos e bloqueio de até R$ 50 milhões.
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (1º/4), a Operação Inauditus, para cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), com o objetivo de instruir inquérito que apura possíveis crimes de corrupção ativa e passiva, de lavagem de dinheiro e de organização criminosa, envolvendo decisões judiciais no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA).
As diligências revelaram um esquema de direcionamento de decisões, com celeridade seletiva, de distribuição por prevenção e de atuação conjunta de servidores, entre outros, com o objetivo de beneficiar parte em litígio, mediante vantagens indevidas.
Também foram identificadas movimentações financeiras com indícios de triangulação e de ocultação da origem ilícita dos recursos.
Além das buscas, foi decretada a prisão preventiva do principal operador do esquema; ademais, o afastamento de cinco servidores, a proibição de acesso ao TJMA e de contato entre os investigados, o monitoramento eletrônico de seis pessoas e o sequestro e o bloqueio de bens até o valor de R$ 50 milhões, de forma solidária entre os principais envolvidos.
As medidas alcançam gabinetes, escritórios de advocacia e pessoas jurídicas, cumpridas em São Luís, em São José de Ribamar, em Arari, em Balsas, em Bacabal e em Guimarães (MA); em Fortaleza (CE), em São Paulo (SP) e em Lagoa Seca (PB).
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Júlio Filho dá novo passo político ao ingressar no PL.
Na reta final das articulações políticas para as eleições deste ano, o pré-candidato a deputado estadual Júlio Filho confirmou sua filiação ao Partido Liberal (PL).
A decisão foi oficializada após uma reunião realizada nesta terça-feira (31 de março), com importantes lideranças da legenda.
O encontro contou com a presença do deputado federal Josimar Maranhãozinho e do deputado estadual Hélio Soares, reforçando o alinhamento político e o apoio ao nome de Júlio Filho dentro do partido.
Apontado como uma das lideranças em ascensão na Grande Ilha, Júlio Filho chega ao PL com a missão de fortalecer a chapa proporcional da sigla.
Nos bastidores, a expectativa é de que ele figure entre os nomes mais competitivos na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema).
A movimentação é vista como estratégica, especialmente neste momento decisivo de definições partidárias, em que os grupos políticos buscam consolidar candidaturas com potencial eleitoral e ampliar a representatividade no parlamento estadual.
Com a filiação, Júlio Filho passa a integrar oficialmente o grupo político liderado por Josimar Maranhãozinho, ampliando sua base de apoio e entrando de vez na corrida eleitoral.
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César Cutrim e seu filho, o criminoso condenado, de alta periculosidade, Gilbson César Soares Cutrim Júnior.
César Cutrim (camisa preta), dono do falido Jornal Itaqui Bacanga, externou a um jornalista maranhense que possui informações privilegiadas repassadas pelo deputado estadual Othelino Neto, do PSB, dando conta de uma suposta operação da Polícia Federal que será realizada no Maranhão.
César é pai do criminoso Gilbson César Soares Cutrim Júnior, autor do assassinato de João Bosco Sobrinho Pereira. Crime brutal ocorrido à luz do dia e na frente de diversas câmeras no dia 19 de agosto de 2022, na frente do Edificio Tech Office na Ponta da Areia em São Luís. A vítima era funcionário do ex-secretário de Estado da Educação (SEDUC), Felipe Camarão.
O contexto da conversa reveladora sobre a suposta operação da PF ocorreu quando o jornalista [que pediu reservas em relação à sua identidade] foi até César Cutrim pedir para ele parar de atacar o setor de comunicação da Assembleia Legislativa do Maranhão com posts recheados de fake news, calúnias, difamação e injuria.
“Evite processos e mais condenação, você já foi preso várias vezes por outros crimes e isso não é bom para você, seu histórico é péssimo na polícia e na justiça”, aconselhou o colega.
Contudo, Cesár afirmou que só poderia deixar de fazer suas publicações após a operação da Polícia Federal que, segundo ele, ocorreria dentro das próximas semanas.
Na oportunidade, Cutrim assegurou que foi informado pelo deputado estadual oposicionista, Othelino Neto da ação da PF contra o governador Brandão, sua família e que abrangeria a Assembleia Legislativa do Maranhão.
Ainda segundo César, seu contato é direto com Othelino, sem atravessador. Cutrim também confirmou que o deputado é a pessoa que lhe fornece material para publicação e informações cotidianas sobre processos judiciais, noticias de bastidores e eventuais movimentações da Polícia Federal.
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A capital maranhense tem um novo comando, Esmênia Miranda Ferreira da Silva, que até ontem era vice-prefeita de São Luís, assumiu a chefia do Executivo Municipal nesta terça-feira, dia 31.
Ela ficará no cargo até o término do mandato, em dezembro de 2028.
A mudança ocorre porque Braide decidiu disputar o Governo do Maranhão nas eleições de 2026, respeitando o prazo legal de desincompatibilização.
Esmênia é natural de Bacabal, onde nasceu em 18 de julho de 1982, vai completar 44 anos.
Formada em Geografia e História pela Universidade Estadual do Maranhão, Esmênia também possui mestrado em História pela Universidade Federal do Maranhão.
Sua atuação profissional começou na área de segurança pública: ingressou na Polícia Militar do Maranhão em 2007.
Na área educacional, passou a lecionar História em 2011 no Colégio Militar Tiradentes I.
Ela foi secretária municipal de Educação de São Luís durante o primeiro mandato de Braide, cargo que ocupou até maio de 2021.
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O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), encaminhou à Câmara Municipal o termo de renúncia ao cargo, no qual formaliza a saída da chefia do Executivo municipal.
No documento, Braide declara que a renúncia é “irrevogável” e afirma que a decisão atende às exigências legais de desincompatibilização, tendo em vista sua intenção de disputar o governo do Maranhão nas eleições de 2026.
O texto também estabelece que a medida produz efeitos imediatos a partir do protocolo, independentemente de deliberação do Legislativo municipal.
Com a renúncia, a vice-prefeita Esmênia Miranda assume a chefia do Executivo municipal pelo período restante do mandato, conforme previsto na Lei Orgânica do Município.
Leia a carta de renúncia
Eu, EDUARDO SALIM BRAIDE, brasileiro, casado, advogado, portador do RG n.º [trecho suprimido], atualmente no exercício do cargo de Prefeito Municipal de São Luís (MA), para o qual fui eleito nas Eleições Municipais de 2024, com mandato iniciado em 1º de janeiro de 2025 e com término previsto para 31 de dezembro de 2028, DECLARO, para os devidos fins de direito, que RENUNCIO IRREVOGAVELMENTE ao mandato de Prefeito Municipal de São Luís (MA), a partir da presente data, nos termos do art. 84 da Lei Orgânica do Município, comunicando formalmente à Câmara Municipal por este ato.
A presente renúncia é formulada em cumprimento às exigências de desincompatibilização previstas no art. 1º, inciso III, alínea “b” c/c o inciso II, alínea “a”, item 13, todos da Lei Complementar n.º 64, de 18 de maio de 1990 (Lei das Inelegibilidades), combinado com o art. 9º da Lei n.º 9.504, de 30 de setembro de 1997 (Lei das Eleições), tendo em vista minha intenção de concorrer ao cargo de Governador do Estado do Maranhão, nas Eleições Gerais de 2026.
Declaro ainda ter plena ciência de que a presente renúncia é ato unilateral, irrevogável e irretratável, produzindo seus efeitos jurídicos imediatamente a partir do protocolo deste instrumento na Câmara Municipal, independentemente de qualquer deliberação ou votação dos membros do Legislativo Municipal.
Em decorrência da presente renúncia, nos termos do art. 85 da LOM de São Luís (MA), a Vice-Prefeita Municipal de São Luís (MA), a Sr.ª Esmênia Miranda Ferreira da Silva, assumirá o cargo de Prefeita Municipal pelo período remanescente do mandato, cumpridos os procedimentos a cargo da Câmara Municipal de São Luís para a respectiva posse.
mar

Aliados de Camarão declararam apoio a Braide em comentários do anúncio de candidatura pelo Instagram.
Assim que Eduardo Braide, do PSD, anunciou por meio da publicação de um vídeo em sua conta no Instagram, nesta terça-feira (31), que irá disputar o governo do Maranhão nestas eleições, os aliados do vice-governador Felipe Camarão, do PT, não perderam tempo e encheram os comentários em favor do agora ex-prefeito de São Luís.
Três deputados estaduais dinistas, como Leandro Bello, Júlio Mendonça e Carlos Lula deixaram claro que irão caminhar com Braide nestas eleições.
O deputado federal Rubens Pereira Júnior, do PT, foi outro a declarar apoio. Seguindo do líder político Mávio Rocha, que também é pré-candidato a deputado visando a disputa de outubro.
De forma que o anúncio de Braide ao governo marca, automaticamente, o fim da pré-candidatura de Camarão ao governo.
Diante do abandono dos seus próprios aliados, o que será de Felipe nestas eleições, até agora, ninguém sabe…
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Anúncio do prefeito foi efeito pelas redes sociais…
O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), anunciou através de redes sociais, nesta manhã se terça-feira (31) , que será candidato a governador do Maranhão. O chefe do Executivo da capital confirmou o que já era dado como certo nos bastidores da sucessão desde o ano passado quando começaram as especulações sobre sua participação no pleito de outubro próximo.
“A decisão mais importante da minha vida”, disse o Eduardo Braide em vídeo publicado para anunciar sua decisão de concorrer ao Governo do Estado, algo que já vinha sendo confirmado por seus aliados ao longo da semana passada.
A carta de renúncia Braide foi lida nesta manhã na Câmara Municipal de São Luís, deixando o comando da prefeitura para a vice-prefeita Esmêmia Miranda (PSD),pós cinco anos no comando do maior colégio eleitoral do Maranhão.
Com a confirmação da candidatura do PSD, já são três pré-candidaturas confirmadas: Orleans Brandão (MDB), Lahesio Bonfim (Novo) e agora Eduato Braide que chega com um discurso de fazer no Estado o que fez por São Luís.
mar

Orleans lidera e pressiona adversário.
A nova pesquisa da Econométrica, realizada entre os dias 18 e 21 de março com 1.556 eleitores em todo o Maranhão, revela um movimento importante no cenário eleitoral para o Governo do Estado: o crescimento de Orleans Brandão no voto estimulado, consolidando seu nome em primeiro na disputa após o lançamento de sua pré-candidatura no Multicenter Sebrae, em São Luís.
No principal recorte da pesquisa — o cenário estimulado — Orleans aparece com 39,1% das intenções de voto, abrindo vantagem sobre Eduardo Braide, que registra 32,5%.
Em seguida aparecem Lahesio Bonfim, com 13,9%, e Felipe Camarão, com 5,1%. O dado chama atenção porque consolida Orleans na liderança quando os eleitores são apresentados aos nomes, indicando maior consolidação e reconhecimento eleitoral.
O desempenho ganha ainda mais relevância quando analisado no contexto político recente.
O crescimento de Orleans ocorre logo após o grande evento de lançamento de sua pré-candidatura, realizado no Multicenter Sebrae, que reuniu lideranças políticas de todo o estado e demonstrou forte capilaridade.
A pesquisa sugere que esse movimento teve impacto direto na ampliação do seu recall e na migração de eleitores indecisos.
Outro ponto importante é que, na pesquisa espontânea, Orleans já aparecia tecnicamente empatado com Braide (23,8% contra 23,3%), mas no cenário estimulado consegue abrir uma vantagem significativa.
Esse comportamento indica um candidato em crescimento, que se fortalece à medida que sua candidatura se torna mais conhecida pelo eleitorado.
Os números reforçam uma tendência clara: a disputa pelo Governo do Maranhão está em aberto, mas com Orleans Brandão em trajetória ascendente, impulsionado por articulação política e visibilidade recente, enquanto seus adversários ainda enfrentam dificuldades para ampliar sua base de apoio no cenário consolidado.
A pesquisa foi encomendada pelo Jornal Pequeno e realizada entre os dias 18 a 21 de março de 2026, com 1556 eleitores em 60 municípios do Maranhão.
O levantamento possui margem de erro de aproximadamente 2,5 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, estando registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MA-06947/2026.

