maio
2025
Promotor reage após juíza tentar humilhá-lo durante júri no interior do MA, “você senta onde eu quiser, eu que mando aqui”
Promotor de Justiça Márcio Antônio agiu de forma educada, com serenidade e dentro da lei contra a tentativa de intimidação da juíza recém-empossada Comarca de Cantanhede, Bruna Fernanda.
VÍDEO – Empossada no cargo de juíza pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) há apenas cinco meses, Bruna Fernanda Oliveira da Costa deu a primeira demonstração — e da pior forma — de que precisa aprender muito sobre a magistratura. Na quarta-feira (14), a juíza tentou humilhar publicamente o promotor de Justiça Márcio Antônio Alves de Oliveira por causa da posição da cadeira em que o membro do Ministério Público do Maranhão (MP-MA) estava sentado durante a sessão do Tribunal do Júri da Comarca de Cantanhede.
O Blog do Domingos Costa teve acesso ao vídeo (assista acima), que mostra o momento da confusão. A juíza Bruna Fernanda, natural de Pernambuco, com residência em Curitiba (PR), que chegou à Comarca de Cantanhede no dia 17 de dezembro de 2024, demonstrou um comportamento grosseiro e hostil contra o promotor e, aos gritos, chegou a usar a expressão chula “palhaçada” na frente de todos os presentes: advogados, partes nos processos, funcionários e público.
O vídeo mostra que a juíza profere palavras de autoritarismo contra o promotor. “Eu, aqui, digo quem fica em qualquer lugar. Se você quiser ficar ali, no final da mesa, você fica”, dispara a magistrada de forma completamente arbitrária contra o membro do MP-MA.
Em seguida, assim que a juíza completa sua fala, o promotor Márcio Antônio se pronuncia educadamente, mas a Dra. Bruna Fernanda chega a perguntar se o membro do MP-MA irá agredi-la: “Você vai me bater?”, pergunta, sem nenhuma explicação óbvia para o questionamento.
Em suma, a juíza queria que, no lugar do promotor, ficasse sentada na cadeira à direita “sua funcionária”, mas alguém precisa informá-la que a funcionária é do Fórum da Comarca — e não sua.
– Reação do Promotor de Justiça
De imediato, Márcio Antônio reagiu de forma educada, com serenidade e dentro da lei contra a ação da juíza. O Promotor manteve-se firme e não abriu mão da prerrogativa do Ministério Público, de sentar-se à direita da juíza.
O promotor explanou adequadamente sua assiduidade nas sessões de julgamento do Tribunal do Júri Popular da Comarca de Cantanhede, retornando de férias nesta semana, e deixou muito bem claro que sua posição de assento, conforme decisão vinculante, é do lado direito da magistrada — e que não abriu mão da prerrogativa.
Pior do que a atitude da juíza foi a ação dela após a audiência. Na ata da sessão do júri, à qual o Blog do DC teve acesso — acredite — ela acusa falsamente o promotor Márcio de “violência de gênero, machismo estrutural”.
Agora, imagina se toda a confusão não tivesse sido gravada? Como ficaria a posição do promotor perante a ata da sessão do júri assinada apenas pela juíza Bruna Fernanda Oliveira da Costa?
– Vitaliciamento em risco

Fala da juíza Bruna ao propagar inverdades contra o promotor Márcio, tipificando-a de machismo ou desrespeito, enfraquece a luta contra violência de gêneros.
A atitude da juíza recém-empossada coloca em risco seu vitaliciamento, período de estágio probatório de dois anos, contados a partir do início do exercício no cargo, durante o qual o desempenho do magistrado é avaliado. Após este período, o juiz se torna vitalício, garantindo-lhe a inamovibilidade e a irredutibilidade do cargo, podendo apenas ser removido mediante sentença judicial transitada em julgado.
O Blog do DC tomou conhecimento de que a AMPEM — Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão — vai denunciar a juíza Bruna Fernanda Oliveira da Costa na Corregedoria Geral da Justiça (CGJ-MA) e no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
– Enfraquece a causa feminina com discurso falso
Além disso, a fala da juíza ao propagar inverdades acerca da conduta do promotor, tipificando-a como machismo ou desrespeito, enfraquece a causa feminina na luta contra a violência de gênero, tendo em vista que notícias como essas podem descredibilizar ações reais de violência.


Estranho né?! Isso tudo acontecer e ter uma pessoa prontamente gravando rsrsrs diversos magistraDOS, HOMENS, são arrogantes, de fato, e eu nunca vi UMA ÚNICA matéria esculachando dessa forma. Já entendemos o que aconteceu.
Ele não precisa sentar coladinho dela não! Essa publicação foi tentando intimidar a juíza e diminuir a mulher!
Ele não precisa sentar coladinho dela não! Essa publicação foi tentando intimidar a juíza e diminuir a mulher!
Ele não precisa sentar coladinho dela não! Essa publicação foi tentando intimidar a juíza e diminuir a mulher!
Ele não precisa sentar coladinho dela não! Essa publicação foi tentando intimidar a juíza e diminuir a mulher!
Achei essa matéria bastante parcial. A conduta do promotor não foi a de alguém que quer agilizar o Júri e servir a sociedade. O juiz é uma figura que deve ser respeitada – e o promotor permaneceria se sentando à direita, de modo que sua prerrogativa não seria violada. Acho que não é tão preto no branco quanto parece, e a forma como essa matéria se refere à juiza… bom, sei não. Se a intenção era convencer, não convenceu nadinha.
Que texto mais tosco e tendencioso. Dá tempo de apagar pra não passar mais vergonha hein…
Fiquei bem curiosa pra saber o que aconteceu um minutos antes do vídeo começar a ser gravado…
Não dá pra tirar conclusões com esse vídeo aparentemente cortado.
Quem é essa louca varrida? Tem que ser defenestrada do Judiciário ugentemente.
É triste ver isso. Briga de egos e a tal juíza ainda tenta criar uma situação de “violência de gênero”. Típica cartada de quem apela porque sabe que perdeu a razão.
juiza mimada demais “eu que mando aqui” “eu quero é essa cadeira” e no final com voz mansa. é uma psicopata
O promotor pareceu muito mais equilibrado que a magistrada e agiu nos limites da lei.
Qual seria o próximo passo? Acusar o promotor de assédio? Entendo que a audiência foi suspensa pela intolerância da juíza, pois o promotor estava defendendo as suas prerrogativas. Ah, mas não precisa ser tão próximo da juíza… Pelo que entendi a juíza queria colocar uma servidora entre ela e o promotor e, de fato, a lei fala à direita e não imediatamente à direita. Mas é uma questão simples e de bom senso. Enquanto isso a população aguarda a conclusão dos processos judiciais.
A lei é explícita: “sentar-se no mesmo plano e imediatamente à direita dos juízes singulares ou presidentes dos órgãos judiciários perante os quais oficiem” (Lei Complementar n°75/1993, art. 18, inc. I, al. “a”).
Essa promotor tá de brincadeira né? Palhaçada é pouco . Cadê as falas Machistas do promotor????
imagino como ele irá tratar advogados e servidores depois do estágio probatório.Nao sei o que aconteceu antes da filmagem mais o vídeo prova o descontrole da juíza
Parabéns pelo posicionamento do promotor, comigo ia ser disso pra pior, as vezes o remédio de uma pessoa folgada é outro batendo na porta.
Promotor foi coerente com o que diz a lei, a magistrada estava completamente exaltada
Esse Juíza precisa urgentemente ser punida com exoneração a bem do serviço público.
Imagina o que ela não faz com o pobre Advogado. Se duvidar, urina na cabeça dele.
CNJ urgentemente!!!!
Parabéns ao promotor de Justiça que demonstrou ser um verdadeiro promotor de júri ao não aceitar ilegalidades. Infelizmente ainda há juízes que se veem acima das partes e melhores que advogados e promotores. Essa moça não tem maturidade pra ser magistrada. É uma criança.
O promotor está de brincadeira. No júri, a acusação deve estar em posição equiparada à defesa. Ele quer ficar colado com a Juíza. Não está certo. Deixe a secretaria da Juíza ficar do lado dela.
Parabéns pela lucidez e veracidade no texto. Pelos comentários, o FEMINISMO é caso de saúde pública.
O comportamento dessa juíza a ponta do iceberg que denota a decadência das instituições democráticas do País, uma agente pública em estágio probatório comportando-se como uma déspota, imagina depois da vitalicização, se é que vai conseguir. Quando se assiste ao vídeo do episódio, remonta à época dos juízes ordinários das capitanias hereditárias.
Reportagem com claro cunho político tentando convencer alguns de que o promotor esta correto ao praticar ato de desrespeito à magistrada e ao poder judiciário.
Vi o promotor tranquilo e agindo com mais sensatez. Não pra tudo isso Dr. Juíza…
texto tendencioso e parcial vindo de outro HOMEM que não aceita ver uma MULHER em um posição de poder superior a ele, tanto o medíocre escritor da matéria quanto o promotor enfadonho tem muito a aprender quando se trata de respeitar MULHERES e reconhecer sua própria insignificância
texto tendencioso e parcial vindo de outro HOMEM que não aceita ver uma MULHER em um posição de poder superior a ele, tanto o medíocre escritor da matéria quanto o promotor enfadonho tem muito a aprender quando se trata de respeitar MULHERES e reconhecer sua própria insignificância
ELE NÃO PRECISA ESTAR SENTADO FUNGANDO NA JUÍZA
Dentro do meu simples conhecimento juridico,essa senhora recém empossada no cargo,merece por parte do CNJ uma analise do caso e uma férias antecipadas