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Contratos de obras em Bom Lugar entram na mira do Ministério Público por suspeita de irregularidades

Prefeita de Bom Lugar, Marlene Miranda…
O Ministério Público do Maranhão instaurou um Inquérito Civil para investigar possíveis irregularidades e eventuais danos aos cofres públicos na execução de contratos de obras firmados entre a Prefeitura de Bom Lugar e a empresa Edificar Construtora Locações e Comércio Ltda., conhecida como Construtora Tata. As apurações envolvem os Contratos nº 20200143, 20200153 e 20200154, originados das Tomadas de Preços nº 03/2020 e 04/2020.
Segundo a portaria assinada pelo promotor de Justiça Lindemberg do Nascimento Malagueta Vieira, as investigações tiveram origem após a análise de um procedimento administrativo anterior, no qual foram identificados indícios de irregularidades relacionadas à execução física e financeira das obras contratadas.
De acordo com o Ministério Público, os elementos já reunidos apontam a necessidade de aprofundar as investigações para verificar a possível ocorrência de lesão ao erário e eventual prática de atos de improbidade administrativa.
A investigação também busca rastrear o fluxo dos recursos públicos utilizados nos contratos e verificar se os pagamentos realizados correspondem efetivamente aos serviços executados.
Como primeiras medidas, o Ministério Público determinou a solicitação dos boletins de medição das obras, notas de empenho, ordens bancárias e demais comprovantes de pagamento emitidos pela Prefeitura de Bom Lugar.
Além disso, o Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) foi acionado para realizar uma análise técnica sobre a relação entre os pagamentos efetuados pelo município e as transferências financeiras realizadas pela empresa investigada.
A Assessoria Técnica da Procuradoria-Geral de Justiça também deverá realizar pesquisas complementares de preços de mercado para verificar a existência de possível sobrepreço nos contratos analisados.
O procedimento tramita sob sigilo em parte de seus documentos, especialmente aqueles relacionados a relatórios de inteligência financeira, medida considerada necessária pelo Ministério Público para preservar a eficácia das investigações.
A portaria foi publicada no Diário Eletrônico do Ministério Público do Maranhão em 1º de junho de 2026. Até o momento, não há conclusão sobre a existência de irregularidades, e o caso segue em fase de apuração.
jun

Multidão lota centro cultural na maior festa das mães já realizada em Bacabal.
A tradicional Festa das Mães idealizada por Roberto Costa chegou à sua 16ª edição na noite de sábado (31) e entrou para a história como a maior já realizada.
O Centro Cultural de Bacabal ficou pequeno diante da multidão que participou de uma noite marcada por sorteios, música e momentos de forte emoção.
Além do show de Wanderley Andrade, um dos nomes mais conhecidos do brega paraense, a programação distribuiu mais de 30 PIX de R$ 1 mil, 10 bicicletas elétricas e os prêmios mais aguardados do grande bingão: quatro motos e um carro zero quilômetro.
Antes de subir ao palco, Wanderley Andrade destacou a felicidade de retornar à cidade após mais de duas décadas. “Há mais de 20 anos que não venho aqui em Bacabal. É uma alegria enorme chegar aqui. O Roberto Costa me convidou e eu estou muito grato a Deus por cantar os grandes sucessos, como Conquista, Traficante do Amor e tantas músicas de sucesso.”
O evento, que bateu recorde de público, também impulsionou a economia local, gerando oportunidade de renda para dezenas de vendedores ambulantes, e foi marcado pela organização, segurança e tranquilidade durante toda a programação.
Ao chegar no evento acompanhado do deputado estadual Davi Brandão e de Orleans Brandão, Roberto Costa foi recebido com demonstrações de carinho por parte das mães presentes. “Ah, meu filho, o Roberto Costa é do povo. A gente gosta dele demais, viu”, disse a aposentada Ivanilde Almeida.
Durante a festa, Orleans Brandão agradeceu a receptividade dos bacabalenses e destacou a importância do diálogo com a população.
“Muito obrigado primeiramente a Deus, muito obrigado ao povo de Bacabal que me recebeu tão bem. Roberto citou aqui que sempre fomos parceiros enquanto eu estava como secretário. A minha missão era conversar com prefeitos, deputados, vereadores, mas principalmente conversar com a população e transformar o nosso diálogo em grandes ações. Quero parabenizar todas as mães que estão aqui e tenho certeza que a gente fez muito, mas que pode fazer muito mais.”
Mas foi na hora do sorteio do carro que a emoção tomou conta do Centro Cultural. O prêmio mais cobiçado da noite, um Fiat Mobi zero quilômetro, acabou transformando o sonho de duas mães em realidade.
Quando os nomes foram anunciados, a comemoração tomou conta do público e arrancou aplausos de milhares de pessoas que acompanhavam o sorteio.
A primeira ganhadora foi Luana Kerlem, moradora do bairro Juçaral. “Estou muito feliz por esse prêmio. Quero agradecer pelo que o nosso prefeito está fazendo por nossa cidade e por sempre valorizar as mães de Bacabal”, disse.
A segunda contemplada foi Maria Oliveira, moradora da Rua Frederico Leda, que mal conseguia encontrar palavras para descrever o momento. “Eu não tenho nem palavras para agradecer ao Roberto Costa, só sei que estou feliz demais!”
Ao final da programação, Roberto Costa comemorou o sucesso de mais uma edição da festa e a participação popular.
Em um momento especial da noite, o prefeito convidou ao palco a mãe quilombola Clarice Carvalho, mãe de Ágatha Isabelly e Allan Michael, desaparecidos desde o dia 4 de janeiro, e Mariana Carvalho, influenciadora digital conhecida por compartilhar nas redes sociais os desafios da maternidade atípica. As duas foram aplaudidas pelo público presente.
“Estou muito feliz. Foi uma festa bonita, de emoção, com a alegria das mães ganhadoras, mas também a alegria de quem participou. Já são 16 anos dessa festa e tivemos aqui o nosso amigo Orleans Brandão, que veio nos prestigiar, e o deputado Davi Brandão. A gente tem esse amor por essa festa das mães, que é uma tradição. Este ano, fizemos um bingo e contamos com Wanderley Andrade, que foi um show à parte, onde todo mundo dançou e brincou. É isso que queremos para esta cidade. Vamos continuar trabalhando muito por nossa cidade”, afirmou Roberto Costa.
maio
De acordo com a decisão, a ordem de prisão foi assinada pelo desembargador José Nilo.

Vereador Kaká do Frigo Sá.
O vereador de Timon-MA, Luis Carlos da Silva Sá, conhecido como Kaká do Frigo Sá, foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) no município de Campo Maior, nessa sexta-feira (29).
Contra o parlamentar havia um mandado de prisão preventiva expedido pela 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão, no âmbito de uma ação penal que apura um homicídio ocorrido em janeiro de 2023.
De acordo com a decisão, obtida pela Coluna, a ordem de prisão foi assinada pelo desembargador José Nilo Ribeiro Filho e tem validade até julho de 2045.
A defesa do vereador havia ingressado com pedido de Habeas Corpus alegando ausência de contemporaneidade para a manutenção da prisão preventiva, sustentando que Kaká do Frigo Sá colaborou com as investigações e permaneceu em liberdade durante o andamento do inquérito.
No entanto, a Terceira Câmara Criminal do TJ-MA decidiu manter a prisão preventiva, entendendo que permanecem os riscos à instrução criminal e destacando a gravidade do caso investigado.
A decisão também revogou uma liminar anterior que havia convertido a prisão em medidas cautelares, as quais ele estava cumprindo em liberdade até ter sido preso às 21h45 dessa sexta-feira por uma equipe da Polícia Rodoviária Federal.
Após a prisão realizada pela PRF em Campo Maior, o vereador foi encaminhado ao sistema prisional, ficando à disposição da Justiça do Maranhão.
maio
Por Daniel Blume, secretário-geral da OAB MA
Há memórias que não pertencem apenas a quem as viveu: pertencem também ao lugar, às pessoas e ao tempo que juntos atravessamos.
Ao celebrar os 75 anos do Jornal Pequeno, revisito parte da história do Maranhão e, inevitavelmente, da própria Ordem dos Advogados do Brasil em nosso Estado.
Falo não apenas como advogado e secretário-geral da OAB Maranhão, mas como alguém que cresceu vendo o Jornal Pequeno circular pelas mãos do povo nas bancas, nos ônibus, nas conversas de esquina.
O “Órgão das Multidões” sempre esteve ali: firme, inquieto, resistente, como certas instituições que o tempo não consegue dobrar. E foram muitas as tempestades.
Fundado em 1951 por Ribamar Bogéa, o JP nasceu com a ousadia dos que não temem contrariar interesses hegemônicos, Enquanto parte da imprensa se acomodava à conveniência dos poderosos, o Jornal Pequeno escolheu o caminho mais dificil: o da crítica, da denúncia e da defesa das causas populares. Pagou por isso. Enfrentou censura e perseguições. Mas não recuou.
Essa obstinação ética -que prefiro chamar de coragem ajudou a moldar gerações e, de certo modo, a própria cultura jurídica maranhense, pois onde há injustiça denunciada, há o Direito convocado. Onde há voz que resiste, há cidadania que se fortalece. Onde há imprensa livre, a democracia respira.
É impossível não traçar um paralelo com a trajetória da OAB Maranhão, que hoje soma 94 anos de existência.
A Ordem nasceu antes, é verdade, mas compartilha com o Jornal Pequeno a mesma vocação histórica: a defesa da liberdade, da justiça e da dignidade. humana. Somos instituições siamesas na luta.
Enquanto o JP enfrentava os anos de chumbo com manchetes que desafiavam o silêncio imposto, a OAB ergula-se como trincheira jurídica contra os abusos daquele tempo.
Enquanto o jornal denunciava violações de direitos, a Ordem buscava assegurar que esses direitos não fossem apenas promessas constitucionais.
Caminhamos lado a lado: a pena e o processo, a manchete e a sustentação oral instrumentos distintos a serviço da mesma causa.
Ao olhar para esses 75 anos do Jornal Pequeno, vejo mais do que a história de um veículo de comunicação. Vejo um capítulo essencial da cidadania maranhense. Vejo um jornal que atravessou décadas sem perder a alma; que ingressou no mundo digital sem perder o cheiro da tinta nem o compromisso com o povo.
E, ao pensar nos 94 anos da OAB Maranhão, percebo que também nós seguimos aprendendo que a democracia não é um estado permanente, mas um exercício diário.
A verdade não é conforto: é responsabilidade. E o Direito, como a boa imprensa, só permanece vivo quando mantém vínculo com a realidade humana.
Celebrar o Jornal Pequeno é, portanto, celebrar o Maranhão. É homenagear a liberdade de expressão, a resistência e a coragem de Ribamar Bogéa e de todos os que mantiveram vivo esse compromisso ao longo das décadas. Há instituições que envelhecem; outras atravessam o tempo.
O JP pertence a essa segunda espécie: a das casas que não se sustentam apenas por paredes ou manchetes, mas por convicções. E talvez por isso continue necessário-porque, em tempos de ruido e velocidade, ainda preserva algo cada vez mais raro: independência com memória.
Daqui, do meu lugar na Ordem, deixo não apenas o reconhecimento institucional, mas também a gratidão pessoal, porque um Maranhão com o Jornal Pequeno é um Maranhão mais informado, mais irreverente. e mais livre. E isso faz toda a diferença para quem acredita que o Direito só se realiza plenamente quando encontra eco na sociedade.
Que venham muitos anos mais. O JP segue firme. A OAB segue vigilante. E o Maranhão prossegue maior por abrigar duas instituições que fizeram do tempo não um desgaste, mas uma prova de permanência e persistência.
maio
O senador Weverton (PDT-MA), vice-líder do governo Lula, adquiriu uma fazenda em Matões do Norte, interior do Maranhão, avaliada em R$ 15 milhões, valor que ultrapassa em mais de três vezes o patrimônio que declarou nas eleições de 2022.

Compra de fazenda em Matões com pista de pouso é o maior escândalo desta década na política maranhense.
Nada e nenhum outro escândalo envolvendo políticos maranhenses se aproxima da dimensão da compra por parte do senador maranhense Weverton Rocha, do PDT, de uma fazenda localizada no município de Matões do Norte.
A fazenda de R$ 15 milhões adquirida pelo senador é cortada por um igarapé e tem um casarão de dois andares e uma área equivalente a 2 mil campos de futebol. A propriedade fica em Matões do Norte, município no interior do Maranhão. Logo ao lado do imóvel, o parlamentar construiu uma pista de pouso e mandou perfurar 25 poços que alcançam o lençol freático.
Weverton é vice-líder do governo Lula no Senado e foi relator da indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), que acabou rejeitada no plenário do Senado. O valor da fazenda é mais do que o triplo declarado por ele nas eleições de 2022.
Uma série de reportagens publicada pelos principais veículos de comunicação do país revela também ligações do senador e de seu entorno com o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. Os dois compartilham o uso, por exemplo, de uma mesma aeronave – que, no papel, pertence a um representante do empresário. O Careca do INSS é acusado de operar esquema de fraude na aposentadoria de segurados do INSS.]
– Senador pagou R$ 140 mil só em impostos para transferir fazenda
A escritura do imóvel registra a compra e venda de uma parte da fazenda, no valor de R$ 7 milhões, em setembro de 2024. A área negociada é de 837 hectares. A compra foi realizada pela DJ Agropecuária, Comércio e Prestação de Serviços Ltda, que pertence ao senador. O documento diz ainda que a quitação ocorreu por meio de transferência bancária. Só de ITBI, imposto pago na transmissão de bens imóveis, Weverton pagou mais R$ 140 mil.
O restante da fazenda será escriturada conforme os pagamentos forem realizados.
Nas eleições de 2022, quando disputou o governo do Maranhão, Weverton declarou ter um patrimônio de R$ 4,2 milhões, incluindo R$ 500 mil em espécie. A fazenda, portanto, custou 257% a mais que todos os bens do político.
Em nota, Weverton afirmou que “todas as minhas atividades econômicas e empresariais estão, e estarão, devidamente declaradas nas minhas declarações anuais de renda ou das empresas das quais faço parte, dentro da lógica financeira e legalidade fiscal”.
– Administrador de empresa de senador foi contador do Careca do INSS
A DJ Agropecuária Comércio e Prestação de Serviços Ltda tem capital social de R$ 10 mil, sendo 20% em nome do Weverton e 80% em nome da Rocha Holding Patrimonial Ltda, uma holding familiar do senador.
No papel, a DJ Agropecuária é administrada por Rodrigo Martins Correa, de 40 anos, contador que também era responsável pelas empresas do Careca do INSS. A informação foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pelo Metrópoles.
Rodrigo Correa também é um dos donos da Voga, firma suspeita de operar empresas usadas para lavar dinheiro da Farra do INSS.
– Senador também comprou apartamento em bairro nobre de São Paulo
Em abril deste ano, sete meses depois de concluir a compra de uma parte da fazenda, o senador adquiriu novo bem: um apartamento de R$ 1,2 milhão no Jardim Paulista, bairro nobre de São Paulo.
O imóvel tem área de 250 metros quadrados e foi comprado em três parcelas, sendo uma inicial de R$ 300 mil e outras duas de R$ 450 mil, de acordo com a escritura.
Como senador, Weverton tem salário de R$ 46.366,19 brutos, o equivalente a R$ 29.170,24 líquidos.
maio

A Câmara Municipal de Nina Rodrigues cassou, nesta quinta-feira (28), o mandato do vereador Thalyson Berg.
A Câmara Municipal de Nina Rodrigues cassou, nesta quinta-feira (28), o mandato do vereador Thalyson Berg (Progressistas). A decisão foi tomada por quebra de decoro parlamentar, após denúncia de recebimento irregular de valores ligados ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).
A denúncia que resultou na cassação foi publicada no último dia 09 de janeiro pelo Blog do Domingos Costa, no post intitulado “Metido a moralista, Vereador de Nina Rodrigues possui esposa, mãe e a irmã recebendo abono do Fundeb em Vargem Grande”.
A cassação foi aprovada por sete votos favoráveis e uma abstenção. A votação ocorreu após a conclusão dos trabalhos da Comissão Processante, criada para apurar a denúncia contra o parlamentar.
Segundo a denúncia, Thalyson Berg teria recebido, de forma irregular, valores e abonos do Fundeb em Vargem Grande. Os pagamentos teriam ocorrido mesmo depois de ele ter sido eleito e diplomado vereador em Nina Rodrigues.
O pedido de cassação foi aceito pela Câmara em fevereiro deste ano. Depois do cumprimento dos prazos legais, a Comissão Processante apresentou parecer recomendando a perda do mandato.
O relatório foi levado ao plenário e aprovado pela maioria dos vereadores presentes.
A comissão responsável pela análise do caso foi formada pelos vereadores Erlan (Partido Democrático Trabalhista), Júnior da Zitinha (Progressistas) e Totô (Movimento Democrático Brasileiro). Totô foi escolhido relator do processo pela maioria dos integrantes do colegiado.
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maio

Miqueias Martins Correa, conhecido como “Mika Boy”, morto no dia 25 de maio de 2025, dentro do seu carro.
A Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) da Polícia Civil do Maranhão investiga o assassinato de Miqueias Martins Correa, conhecido como “Mika Boy”, encontrado morto dentro do seu veículo, um HB20 Hyundai, no banco do passageiro dianteiro, na tarde de segunda-feira (25), no povoado Ribeiro, região da comunidade São Francisco, em Itapecuru-Mirim.
Conforme apuração do Blog do Domingos Costa, a Polícia busca saber a identidade da pessoa que estava com “Mika Boy” nesse percurso de São Luís até a cidade de Itapecuru-Mirim.
Não está claro se ele foi rendido ainda em São Luís e levado até Itapecuru-Mirim ou a trama criminosa aconteceu apenas quando “Mika” chegou no município.
Checagem do Blog do DC atesta que, pouco após o meio dia, Miqueias Martins Correa publicou uma foto em um grupo do aplicativo de troca de mensagem WhatsApp, afirmando que estava em Itapecuru.
A Polícia Civil também investiga o paradeiro do celular da vítima, para identificar com quem ele falou e trocou mensagens ao longo do dia, antes de ser assassinado.
Uma das linhas de investigação aponta para o fato de que “Mika Boy” foi até Itapecuru deixar um “produto” e, ao chegar no local, deu-se inicio a trama criminosa que resultou no assassinato de Miqueias. Pelo menos três pessoas participaram do crime.
A Polícia também já sabe que, após a confirmação da morte de “Mika Boy”, mais de uma pessoa esteve no apartamento onde ele morava, em São Luís. A SHPP quer saber quem são essas pessoas, o que foram fazer e o que levaram do local.
Mais saber mais sobre o caso, clique nos link abaixo…
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R$ 6,6 milhões em movimentações suspeitas colocam servidor e advogado na mira do Ministério Público em Bom Jardim.
O Ministério Público do Maranhão instaurou um Procedimento Administrativo para investigar movimentações financeiras consideradas atípicas envolvendo o servidor público e advogado Danilo Mohana Pinheiro Carvalho Lima e a Prefeitura de Bom Jardim. A portaria foi publicada no Diário Eletrônico do Ministério Público no dia 25 de maio de 2026.
De acordo com o procedimento assinado pelo promotor de Justiça Francisco de Assis Maciel Carvalho Junior, que responde pela Promotoria de Bom Jardim, as investigações têm como base informações repassadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), a partir do Relatório de Inteligência Financeira (RIF) nº 19.914 do COAF.
Segundo o Ministério Público, o relatório aponta que Danilo Mohana Pinheiro Carvalho Lima movimentou cerca de R$ 6,6 milhões entre créditos e débitos no período de janeiro de 2012 a setembro de 2015. O valor seria incompatível com a renda mensal declarada pelo investigado, estimada em aproximadamente R$ 4,4 mil.
A investigação também aponta que parte significativa dos recursos recebidos teria origem em órgãos públicos, incluindo as prefeituras de Bom Jardim, Montes Altos, Santa Rita, Arari e Araioses, além de câmaras municipais. O Ministério Público afirma existir suspeita de fracionamento de valores e possíveis repasses para outros agentes públicos.
O procedimento foi aberto para apurar possíveis crimes de lavagem de capitais, desvios de verbas públicas, crimes contra o sistema financeiro nacional e atos de improbidade administrativa.
Na portaria, o promotor Francisco de Assis Maciel Carvalho Junior destaca que já existe análise técnica indicando a necessidade de quebra de sigilo bancário e fiscal dos investigados, medida considerada essencial para rastrear a movimentação financeira e aprofundar as apurações.
Entre as providências determinadas pelo Ministério Público está a elaboração, no prazo de 15 dias, de representação judicial para solicitar a quebra de sigilo bancário e fiscal das pessoas físicas e jurídicas citadas no relatório do COAF. A medida deve abranger o período entre 2012 e 2015.
O Ministério Público informou ainda que o caso seguirá sob investigação para apurar a existência de irregularidades envolvendo recursos públicos no município de Bom Jardim.
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Prefeita Elcilene Pinheiro Pereira dos Santos, conhecida como “Professora Cici”.
O Ministério Público do Maranhão instaurou um Inquérito Civil para investigar ilegalidades na Concorrência Eletrônica nº 005/2025, realizada pela Prefeitura de Conceição do Lago Açu/MA para contratação de empresa de engenharia responsável pela recuperação de estradas vicinais do município, sob a gestão da prefeita Elcilene Pinheiro Pereira dos Santos, conhecida como “Professora Cici”.
A investigação foi formalizada por meio da Portaria nº 53/2026, assinada pelo promotor de Justiça Lindemberg do Nascimento Malagueta Vieira, titular da 2ª Promotoria de Justiça Especializada de Bacabal.
De acordo com o documento, a apuração teve origem na Notícia de Fato nº 008069-509/2025, instaurada ainda em novembro de 2025, após denúncias envolvendo possíveis violações aos princípios da legalidade administrativa, isonomia e transparência no processo licitatório.
Segundo o Ministério Público, o prazo inicial da Notícia de Fato foi encerrado sem que todas as diligências necessárias fossem concluídas, tornando indispensável a conversão do procedimento em Inquérito Civil para aprofundamento das investigações.
Entre os pontos investigados estão possíveis falhas na condução do certame, ausência de informações técnicas consideradas essenciais e suposta omissão de agentes públicos em fornecer documentos requisitados pela Promotoria.
O MP determinou a expedição de novas requisições ao Agente de Contratação e ao Secretário Municipal de Obras e Infraestrutura de Conceição do Lago Açu, cobrando o envio da documentação completa da concorrência eletrônica.
A Promotoria advertiu ainda que a eventual continuidade da omissão no fornecimento de dados poderá configurar crime previsto no artigo 10 da Lei da Ação Civil Pública, além de possível ato de improbidade administrativa.
O objetivo do procedimento é reunir elementos que permitam verificar se houve favorecimento indevido, irregularidades administrativas ou prejuízos ao interesse público durante a contratação da empresa responsável pelas obras de recuperação das estradas vicinais.
O caso seguirá sob acompanhamento do Ministério Público, que poderá adotar medidas judiciais e extrajudiciais conforme o avanço das investigações.
maio

Prefeito Samuel Ribeiro, do PL.
O Ministério Público do Maranhão instaurou um Inquérito Civil para investigar denúncias de supostas irregularidades envolvendo descontos de empréstimos consignados de servidores da Prefeitura de São Pedro da Água Branca que teriam sido feitos nos contracheques, mas não repassados ao Banco do Brasil, na gestão do prefeito Samuel Ribeiro, do PL.
A investigação foi aberta pelo promotor de Justiça Thiago Cândido Ribeiro e publicada no Diário Eletrônico do Ministério Público no dia 25 de maio de 2026.
Segundo o Ministério Público, a denúncia foi apresentada pela vereadora Marcella de Andrade Ribeiro de Souza, que apontou possível retenção indevida de valores descontados de servidores municipais a título de empréstimos consignados.
De acordo com a denúncia, embora os descontos tenham sido realizados diretamente na folha de pagamento dos funcionários públicos, os valores não teriam sido transferidos ao Banco do Brasil, instituição responsável pelos contratos de empréstimos.
O caso pode configurar atos de improbidade administrativa e possível dano ao patrimônio público, além de prejuízos financeiros aos próprios servidores municipais, que podem ter ficado inadimplentes mesmo com os descontos realizados em seus salários.
A portaria também destaca que a ex-prefeita Marília Gonçalves de Oliveira foi notificada diversas vezes pelo Ministério Público para prestar esclarecimentos e apresentar documentos, mas permaneceu sem resposta, segundo o órgão ministerial.
Diante da gravidade das denúncias e da ausência de esclarecimentos, o Ministério Público decidiu converter a Notícia de Fato em Inquérito Civil para aprofundar as investigações.
Entre as medidas determinadas pelo MP estão pedidos de informações ao Banco do Brasil, à atual gestão municipal e a notificação do ex-secretário municipal de Finanças.
O procedimento investigatório terá prazo inicial de um ano, podendo ser prorrogado conforme o andamento das apurações.

