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O cantor Fernandinho é filho da secretária de Educação de Raposa; ele aparece na folha de pagamento com salário de R$ 3 mil reais, mas não exercer a função.
Mais uma grave denúncia envolvendo a gestão do prefeito Eudes Barros, do PL, no município de Raposa. Luís Fernando da Silva Balata (foto), conhecido como Fernandinho, cantor de banda de forró, aparece na folha de pagamento da prefeitura raposense recebendo todo mês o salário de R$ 3.000,00 (três mil reais).
Conforme apuração do Blog do Domingos Costa, Fernandinho é filho da secretária Municipal de Educação, Verismar Gomes da Silva e está nomeado no cargo comissionado “Encarregado de Atividades Auxiliares”, lotado na Secretaria Municipal de Planejamento.
O dinheiro que o filho da secretária de Educação de Raposa recebe, impreterivelmente todo final de mês, em sua conta bancária é oriundo de repasses de recursos do FPM – Fundo de Participação dos Municípios.
– Funcionário fantasma
Consoante a matrícula número 1351-4, a carga horária da nomeação de Fernandinho é de 40 horas semanais, isto é, precisa trabalhar nos dois turnos – manhã e tarde, de segunda a sexta-feira. Ocorre que o Encarregado de Atividades Auxiliares” não dá expediente em lugar algum, apenas recebe sem efetivamente trabalhar.
Luís Fernando da Silva Balata é o que se chama de “funcionário fantasma” – aquele que recebe salário mensalmente, mas nunca comparece no ambiente de trabalho para exercer a respectiva função pública comissionada a qual foi nomeado no determinado órgão público.
Curiosamente, Fernandinho é sobrinho do Procurador Geral do Município, o advogado Clodoaldo Gomes da Rocha, que deveria minimamente orientá-lo da ilegalidade.
Já passou da hora do Ministério Público reagir contra os seguidos desvios de recursos públicos na prefeitura de Raposa por meio de funcionários fantasmas, conforme os links de matérias anteriores no final deste post publicados pelo Blog do DC.
– Outro lado
O Blog do DC buscou contato com Fernandinho para, caso queira, apresentar um posicionamento, mas o “Encarregado de Atividades Auxiliares” da prefeitura optou em não falar a respeito da denúncia que mostra destala ele como funcionário fantasma da prefeitura de Raposa. O espaço permanece franqueado.
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Com a nomeação, Weslley Martins se torna o único Maranhense Coordenador Nacional de Atendimento do INSS na Regional Nordeste.
O Diário Oficial desta quinta-feira (06) publicou a nomeação de Weslley Aragão Martins no cargo de Coordenador de Gestão do Relacionamento com o Cidadão do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) na Superintendência Regional do Nordeste.
Com a nomeação por meio da Portaria N° 1834, Weslley Martins se torna o único maranhense a assumir a funcão. Ele será um dos cinco coordenadores nacionais responsáveis pela Gestão do Relacionamento com o Cidadão de nove estados e vinte e três Gerências-Executivas com sede em Recife/Pernambuco.
Essa é a primeira vez que um Maranhense é chamado para fazer frente a uma posição tão estratégica e necessária no INSS que cuida do trato direto com os segurados da Previdência Social, desenhando fluxos, procedimentos e rotinas institucionais.
Weslley foi Gerente-Executivo por duas gestões no Estado do Maranhão e conseguiu unificar e trazer avanço e melhoria no INSS no Estado do Maranhão com suas articulações institucionais com todos os órgãos do executivo federal, estadual e municipal.
Ele é considerado como a maior referencia no Estado do Maranhão quando se trata de Previdência Social, englobando e articulando ações conjuntas com o Governo do Estado, Prefeituras, Judiciário, OAB e instituições públicas e privadas.
O Maranhão possui um indicado direito da Região do Itaqui-Bacanga. Nascido e criado na Vila Embratel, passou no concurso em primeiro lugar em 2016, nas cotas e em décimo sétimo no geral.
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Mariana filiou nesta quarta(05) no PL de Bolsonaro…
Em ato realizado na sede nacional do partido em Brasília, nesta quarta-feira (5), a suplente de deputada federal Mariana Carvalho oficializou sua filiação ao PL (Partido Liberal) com aval do ex-presidente Jair Bolsonaro. A filiação foi abonada pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e Valdemar Costa Neto, presidente nacional da sigla.
No vídeo divulgado nas redes sociais, Mariana aparece ao lado Valdemar e de Michelle Bolsonaro confirmando sua nova filiação. No registro, ela assina a ficha de adesão e destaca o apoio de lideranças nacionais ao seu projeto político visando as eleições de 2026.
Embora Mariana esteja pregando que irá disputar cadeira na Câmara Federal, ela está construindo seu nome como candidato a vice-governadora na chapa que será encabeçada por Eduardo Braide (PSD) na disputa pelo governo do Maranhão em 2026.
Aliados de Carvalho afirmam que ela possui duas qualidades para ser a escolhida como vice: é mulher e faz política na região Tocantina e Sul do Maranhão.
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No Maranhão, a facção Primeiro Comando da Capital (PCC) também possuía o “Consorcio Rota Energia” – em Timon, com atuação em atividades de intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral; e também, a empresa “JOI Locações” – Pedrinhas em São Luís: atua na locação de automóveis.

Postos de combustíveis usados para lavar o dinheiro do PCC são da rede “HD” e “Diamante”.
Cinco postos de combustíveis foram interditados em três cidades do Maranhão durante a Operação Carbono Oculto 86, que investiga um esquema de lavagem de cerca de R$ 5 bilhões ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Além dos postos, duas empresas maranhenses também são investigadas por envolvimento com o grupo criminoso, uma delas fica em São Luís.
A operação, conduzida pela Polícia Civil do Piauí, foi realizada nesta quarta-feira (5) no Piauí, Maranhão e Tocantins, onde foram interditados um total de 49 postos de combustíveis suspeitos de ligação com o PCC.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Piauí, o grupo usava empresas de fachada, fundos de investimento e fintechs para lavar dinheiro, fraudar o mercado de combustíveis e esconder patrimônio.
– Postos interditados no MA
– Posto HD 25: BR-316, Km 420 – Povoado Livramento em Peritoró;
– Posto HD 36: BR-316, Km 421 – Povoado Livramento em Peritoró;
– Posto HD 28: BR-316, Km 514 – Povoado Buriti Corrente em Caxias;
– Posto Diamante 28: BR-316, Km 514 – Buriti Corrente em Caxias (Posto HD 28);
– Posto Diamante 23: BR-230, São Raimundo das Mangabeiras.
– Empresas investigadas no MA
– Consorcio Rota Energia – em Timon: atua em atividades de intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral;
– JOI Locações – Pedrinhas em São Luís: atua na locação de automóveis.
– Sobre a operação
A Operação Carbono Oculto 86mira pessoas e empresas envolvidas em um esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) no Piauí, no Maranhão e em Tocantins.
A Polícia Civil do Piauí identificou uma ligação direta entre empresários locais e operadores financeiros de São Paulo. Entre os alvos estão antigos proprietários de redes de postos e intermediários utilizados como “laranjas” em holdings.
De acordo com a investigação, foram identificados cerca de R$ 5 bilhões em movimentações atípicas das empresas envolvidas no esquema.
A operação cumpriu mandados de busca e apreensão em: duas casas localizadas em condomínio de luxo nos bairros Uruguai e Novo Uruguai, na Zona Leste de Teresina; cinco apartamentos nas zonas Leste, Sudeste e Sul de Teresina; e uma casa localizada em condomínio em Araraquara (SP). A Justiça determinou o bloqueio de R$ 348 milhões em bens de 10 pessoas e 60 empresas.
Durante a operação diversos bens foram apreendidos, entre eles estão um Porsche de R$ 550 mil e um avião modelo Cessna Aircraft 210M, que pertence ao empresário Haran Santhiago Girão Sampaio. Outros três aviões não foram localizados durante o cumprimento de mandados de busca. Os aviões devem ser enviados à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para inserção de gravame — uma restrição nos documentos das aeronaves.
– Quem são as pessoas investigadas
– Rogério Garcia Peres: gestor da Altinvest Gestão de Recursos, apontado como operador financeiro do PCC.
– Denis Alexandre Jotesso Villani: empresário paulista ligado à Rede Diamante, envolvido em 40 empresas, incluindo 12 postos no Piauí.
– Haran Santhiago Girão Sampaio e Danillo Coelho de Sousa: antigos donos da “Rede HD”, responsáveis pela expansão e posterior venda da rede.
– Moisés Eduardo Soares Pereira e Salatiel Soido de Araújo: empregados e intermediários locais usados como “laranjas” em holdings com sede em São Paulo.
– Empresas e fundos de investimento investigados
A investigação identificou empresas e fundos que compunham a estrutura do esquema:
– Pima Energia Participações Ltda.: holding criada antes da compra da Rede HD, associada ao Jersey Fundo de Investimentos e à Altinvest.
– Mind Energy Participações Ltda.: empresa de São Paulo usada para transferir unidades da rede.
– Rede Diamante / DNPX Diamante Nice Participações Ltda.: nova bandeira que assumiu 12 postos no Piauí e Maranhão, controlada por Denis Villani.
– Fundos e fintechs: Altinvest, Jersey FIP, GGX Global Participações, Duvale Distribuidora e Copape Produtos de Petróleo.
No total, mais de 70 CNPJs estão ligados direta ou indiretamente ao esquema criminoso. A Polícia Civil do Piauí, por meio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), e o Judiciário adotaram medidas para interromper o fluxo de dinheiro ilegal. Entre as ações estão prisões temporárias, buscas em casas e empresas, bloqueio de contas e bens, interdição de postos e suspensão das atividades das empresas investigadas.
A Justiça determinou que os investigados compareçam ao tribunal quando intimados. Eles estão proibidos de sair de Teresina ou mudar de endereço sem autorização. Também não podem se comunicar entre si, nem por redes sociais, aplicativos ou por terceiros.
– Como era o esquema
Segundo a Polícia Civil do Piauí, o valor de R$ 5 bilhões foi identificado em movimentações atípicas das empresas envolvidas no esquema. A suspeita é que ele seja semelhante ao descoberto na Operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto.
Segundo os investigadores, empresários locais estão ligados aos mesmos fundos e operadores já identificados operação de agosto, considerada a maior operação contra o crime organizado já realizada no Brasil.
Para dificultar a identificação dos reais beneficiários, os suspeitos usaram nomes de laranjas, constituíram fundos e usaram fintechs para movimentações financeiras, mesmo modo de operação verificado na outra operação.
A investigação aponta ainda que os postos vendiam combustível adulterado e que usaram fraude fiscal para deixar de pagar milhões de reais em impostos.
– Braço do PCC no Nordeste
A investigação teve início após a venda da rede HD, que possui dezenas de postos no Piauí, Maranhão e Tocantins, em dezembro de 2023. A polícia descobriu que a rede foi vendida à Pima Energia e Participações, que havia sido criada apenas seis dias antes da operação.
Informações levantadas pelos investigadores indicaram ainda inconsistências patrimoniais e alterações societárias suspeitas.
A investigação identificou ainda depósito de mais de R$ 700 mil de um dos suspeitos para uma empresa citada na operação Carbono Oculto por ligação com o esquema do PCC.
Ainda segundo a investigação, há indícios de fraude fiscal e de emissão de notas fiscais frias pelo grupo, além do uso de fundos e holdings para ocultar recursos.
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Ameaça do deputado estadual Edson Araújo (PSB-MA) ao deputado federal Duarte Jr. (PSB-MA).
O vice-presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), deputado Duarte Jr. (PSB-MA), registrou nesta quarta-feira (5/11) um boletim de ocorrência contra o deputado estadual Edson Araújo (PSB-MA) por suposta ameaça.
Araújo é vice-presidente da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura (CBPA). A entidade está entre as associações investigadas pela Polícia Federal na Operação Sem Desconto, deflagrada em abril deste ano e que apura descontos irregulares em benefícios do INSS, entre 2019 e 2024.
Duarte Jr. pediu, também, ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), uma escolta para ele e para a família. Segundo o boletim de ocorrência, o deputado estadual Edson Araújo enviou uma mensagem com “ameaça de mort3” ao parlamentar federal. A ameaça foi visualizada por Duarte nas dependências da Câmara, o que coloca a investigação sob responsabilidade da Polícia Legislativa Federal.
Conforme prints divulgados nas redes sociais pelo próprio Duarte, Edson Araújo diz que ainda “iria se encontrar com Duarte”. O deputado federal perguntou se aquilo era uma ameaça, e Edson afirmou que sim. Em seguida, o vice-presidente da CPMI do INSS perguntou o que Araújo iria fazer, ao que ele respondeu: “Você vai saber”.
Na segunda-feira (3/11), a CPMI do INSS ouviu Abraão Lincoln Ferreira da Cruz, presidente da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura (CBPA), que chegou a ser preso durante a audiência por falso testemunho e liberado após pagar fiança. Durante o depoimento, Duarte Jr. questionou Abraão sobre Edson Araújo.
“O Edson Araújo, deputado estadual do meu estado do Maranhão, filiado ao meu partido, recebeu quase R$ 5 milhões, inclusive alguns desses valores em contas de seus assessores nomeados na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão. O senhor acha isso lícito? A que se deve esse depósito? Por que Edson Araújo recebeu quase R$ 5 milhões?”, perguntou o deputado federal.
Abraão permaneceu calado durante a oitiva. No decorrer da audiência, Duarte Jr. disse que Edson Araújo deveria ser expulso do PSB.
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Deputado Federal Pedro Lucas Fernandes.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (5) projeto de lei que cria um sistema de certificação de infraestruturas para conceder um selo àquelas sustentáveis. O texto será enviado ao Senado.
De autoria do deputado Pedro Lucas Fernandes (União-MA), o Projeto de Lei 420/25 foi aprovado com parecer favorável do relator, deputado Nilto Tatto (PT-SP).
Segundo o projeto, os empreendimentos certificados poderão receber recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima em montante vinculado à categoria da certificação.
– O programa
O Programa Nacional de Infraestruturas Sustentáveis e Resilientes seguirá normas técnicas elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ou por entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro) para essa finalidade.
A submissão à certificação será voluntária e se aplica a empreendimentos de infraestrutura de grande porte que sejam efetiva ou potencialmente causadores de degradação significativa do meio ambiente, nos termos de regulamentação.
Os empreendimentos certificados ganharão o Selo de Sustentabilidade e Resiliência, com indicação da categoria da certificação alcançada.
– Categorias
A certificação dependerá do alcance de critérios que, somados, poderão indicar a categoria do selo:
– priorização de materiais e tecnologias de baixo impacto ambiental;
– redução de emissões de gases de efeito estufa durante o ciclo de vida da infraestrutura;
– compensação de emissões residuais;
– implementação de sistemas de redução e reaproveitamento de água, gestão de resíduos sólidos e redução do consumo energético;
– uso de tecnologias e soluções que minimizem danos em caso de desastres naturais;
– apresentação de plano manutenção e adaptação contínua para prolongar a vida útil e a segurança da infraestrutura; e
– adoção de práticas que fortaleçam a capacidade do empreendimento de resistir a eventos climáticos extremos e outros desastres ambientais.
Padrões
Devem ser definidos normas e padrões técnicos que assegurem infraestruturas sustentáveis e resilientes. Esses padrões devem permitir avaliar a capacidade de adaptação às mudanças climáticas e a contribuição do empreendimento para reduzir seus impactos, considerando as emissões evitadas e as inovações tecnológicas aplicadas.
Crítica, resiliente e sustentável
O texto traz definições para o programa. Assim, infraestruturas críticas são aquelas cuja interrupção ou destruição provoque sério impacto social, ambiental, econômico, político, internacional ou à segurança do Estado e da sociedade.
Estrutura resiliente é aquela planejada, construída e operada para suportar eventos climáticos extremos e outras situações adversas a fim de garantir a continuidade dos serviços ou sua rápida recuperação.
No caso da estrutura sustentável, será assim considera a que minimizar os impactos ambientais associados, promover a eficiência no uso de recursos naturais e incorporar inovações tecnológicas para a redução das emissões de gases de efeito estufa.
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Apresentação custaria mais de R$ 654 mil e servidores têm remunerações atrasadas desde 2024.

Show de Maiara e Maraísa é barrado pela Justiça após denúncia do MP.
Após pedido do Ministério Público do Maranhão (MPMA), a Justiça determinou nesta quarta-feira, 5, a suspensão do show da dupla sertaneja Mayara e Maraísa, que seria realizado no próximo sábado, 8, durante as comemorações do aniversário do município de Governador Nunes Freire.
A apresentação artística custaria R$ 654 mil aos cofres públicos, incluindo gastos com palco, iluminação, som, recepção, hospedagem, abastecimento de veículos e equipe de apoio.
A sentença, proferida pelo juiz Bruno Chaves de Oliveira, acolhe os pedidos feitos pela promotora de justiça Rita de Cássia Pereira Souza, que está respondendo temporariamente pela comarca, em Ação Civil Pública ajuizada, nesta terça-feira, 4, contra o Município e o prefeito Luis Fernando de Castro Braga.
O Município deve publicar, no prazo de 24h, na página principal do portal da prefeitura, o aviso de cancelamento do show devido à decisão judicial.
Os acionados estão proibidos de efetuar pagamentos ou transferências financeiras relativas ao contrato assinado com a dupla e nem contratar outra atração artística da mesma magnitude.
A multa por descumprimento determinada é de R$ 70 mil diários, a serem pagos pessoalmente pelo gestor municipal.
O montante deve ser transferido ao Fundo Estadual dos Direitos Difusos.
A Ação foi fundamentada no fato de que servidores municipais ainda não receberam o pagamento das férias referentes aos anos de 2023 e 2024 e demais vantagens funcionais.
Além disso, as mensalidades sindicais descontadas em folha de pagamento também não foram repassadas ao sindicato.
•CONTRASTE:
Em setembro, o MPMA instaurou procedimento administrativo para fiscalizar a aplicação dos recursos no aniversário da cidade.
A Promotoria também encaminhou Recomendação ao Município, solicitando que se abstivesse de utilizar recursos públicos para organizar e realizar eventos festivos e shows, especialmente, o da dupla.
Porém, após o recebimento da Recomendação, a Prefeitura começou a divulgar a realização do show da dupla.
O Município informou que seriam utilizados recursos financeiros próprios, previstos em dotação orçamentária da Secretaria de Cultura, mas não comprovou o recebimento das receitas.
Encaminhou a cópia de processo de inexigibilidade de licitação, iniciado em 16 de setembro, para contratação das cantoras.
Antes disto, o MPMA já havia instaurado, em fevereiro, um Procedimento Administrativo para acompanhar as providências adotadas pelo Município para regularizar o pagamento das vantagens atrasadas dos servidores.
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Entre fevereiro e outubro de 2025, a gestão do prefeito Rigo Teles realizou um marco histórico na educação de Barra do Corda: a entrega de 29 escolas reconstruídas, ampliadas ou reformadas em povoados e bairros do município.
O avanço, resultado de uma ação conjunta das secretarias municipais de Infraestrutura e Educação, conta também com o apoio da deputada Abigail, parceira constante da administração na busca por investimentos que fortalecem o ensino público.
Com estruturas modernas, acessíveis e equipadas, as novas escolas garantem mais conforto, segurança e qualidade no aprendizado.
“A maior herança que uma gestão pode deixar é na educação. Estamos transformando o futuro das nossas crianças com trabalho e compromisso”, afirmou Rigo Teles.
As obras integram o programa de reestruturação da rede municipal, que vem tornando Barra do Corda referência em gestão educacional no Maranhão.
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Deputado Federal Cléber Verde e o agiota “Branco da Madeireira” são amigos de “longas datas”…
Desde que a Polícia Federal prendeu o casal Tatiele de Sousa Silva e José Isac Lobato Paiva sob acusação de prática do crime de lavagem de dinheiro, após serem flagradas sacando R$ 700 mil em espécie, em uma agência bancária localizada no município de Zé Doca/MA, o Deputado Cleber Verde (MDB) ficou inquieto.
O parlamentar sabe que Tatiele e José Isac são respectivamente irmã e cunhado do agiota Elinilson de Sousa Silva, conhecido pelo apelido de “Branco da Madeireira”, que possui atuação na região de Zé Doca e da Baixada Maranhense.
Cléber é muito amigo de “Branco” e possui “negócio” com o empresário.
A preocupação do deputado federal aumentou após saber que o juiz Ronaldo Castro Desterro e Silva, da 1ª Vara Federal da Seção Judiciária do Maranhão, autorizou a quebra do sigilo dos dados telefônicos e telemáticos do casal Tatiele de Sousa Silva e José Isac Lobato Paiva no bojo do processo nº 1087685-44.2025.4.01.3700.
O temor de Verde é que seu nome ou a palavra “emenda” possa aparecer em alguém tipo de diálogo ou troca de mensagens envolvendo o agiota “Branco da Madeireira”…
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– Bancos estão informando a Polícia Federal sobre provisão de saques acima de R$ 100 mil em São Luís
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Prefeito de Itaipava do Grajaú, “Júnior do Posto”.
O Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio do Promotor de Justiça Francisco Hélio Porto Carvalho, instaurou um Procedimento Administrativo para apurar possíveis irregularidades em processos licitatórios realizados pela Prefeitura de Itaipava do Grajaú, sob a gestão Jovaldo Cardoso Oliveira Junior, o “Júnior do Posto”.
A medida foi formalizada por meio da Portaria assinada em 9 de setembro de 2025, que converteu a Notícia de Fato nº 001373-282/2024 em Procedimento Administrativo nº 001373-282/2024, com base no artigo 129, inciso II, da Constituição Federal e nas Resoluções nº 174/2017 e nº 23/2007 do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
De acordo com o MP, a conversão do procedimento tem como objetivo dar continuidade à apuração de denúncias relacionadas a licitações municipais, envolvendo supostos contratos irregulares firmados entre os anos de 2022 e 2025.
A portaria determina o envio de ofício à Prefeitura de Itaipava do Grajaú, solicitando informações e cópias dos processos licitatórios mencionados na denúncia, bem como dos contratos celebrados com as empresas vencedoras.
O promotor também designou o servidor Kleberson Morais Matos, agente administrativo da Promotoria, para secretariar os trabalhos durante a investigação.
Além disso, o MPMA determinou a publicação da portaria no Diário Oficial eletrônico e sua fixação no átrio da Promotoria de Justiça por um período de 15 dias, em cumprimento às normas de transparência.

