09
jul
2026

CASO BRB: Des. Ricardo Duailibe segue na pressão por ato de Froz Sobrinho

Froz apoiou Duailibe para presidente…

O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques, pediu novas informações ao Desembargador Ricardo Tadeu Bugarin Duailibe, presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) sobre a gestão dos depósitos judiciais mantidos no Banco de Brasília (BRB). A instituição financeira está no centro das investigações relacionadas ao Banco Master.

Em novo despacho, o ministro determinou a intimação do TJ-MA e de outros quatro tribunais estaduais para que informem, no prazo de 10 dias, se houve fatos novos ou relevantes desde as manifestações já apresentadas ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Além da Maranhão, foram intimados os tribunais da Paraíba, Bahia e Alagoas, além do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT).

O pedido integra um procedimento aberto pelo CNJ no âmbito de uma representação que aponta possíveis movimentações atípicas envolvendo a administração de depósitos judiciais pelo BRB.

– Maranhão R$ 2,8 bilhões

No dia 21  de julho de 2025, o então Diretor Executivo de Atacado e Governo do Banco de Brasília – BRB, Diogo Ilário de Araújo Oliveira, assinou o contrato nº 85/2025 conjuntamente com Desembargador José de Ribamar Froz Sobrinho, presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) que também assinou o documento em outra data, 20 de agosto de 2025. No começo de abril de 2056, Diogo Ilário foi demitido do BRB, ele é um dos gestores ligados a ex-presidente BRB, Paulo Henrique Costa, preso pela Polícia Federal em abril em nova fase da Operação Compliance Zero deflagrada pela PF. Ilário integrava antiga gestão, investigada pelos negócios com o Banco Master que deram prejuízo bilionário ao BRB.

Do Tribunal de Justiça do Maranhão, foi retirado do Banco do Brasil uma carteira de R$ 2,8 bilhões relativo a depósitos judiciais, administrativos e fianças, bem como dos recursos destinados ao pagamento de precatórios e requisições de pequeno valor – RPV, toda a fortuna foi direto para o Banco de Brasília (BRB).

– Froz disse que ele é o responsável 

Durante a sessão do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) realizada no dia 28 de janeiro, o Desembargador presidente José de Ribamar Froz Sobrinho que assinou o contrato transferindo os quase R$ 3 bilhões para o BRB puxou toda a responsabilidade para ele e afirmou que qualquer agravante ele é o responsável.


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