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Estabilidade nas pesquisas e apoio municipal reforçam o protagonismo de André Fufuca no cenário eleitoral maranhense.
A recente pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas mostrou que cenário político no Maranhão para o Senado Federal começa a desenhar contornos de estabilidade e potencial estratégico.
Enquanto nomes tradicionais mantêm o “recall” de candidaturas passadas, o ministro André Fufuca surge como um dos nomes com desempenho mais estável no levantamento.
Diferente de candidatos que dependem de nichos específicos, o ministro apresenta uma distribuição de votos uniforme, flutuando entre 18% e 22% em praticamente todos os recortes: homens, mulheres, diferentes faixas etárias e níveis de escolaridade.
Essa transversalidade demonstra uma capacidade de atingir diversos setores da sociedade de forma independente, superando barreiras ideológicas de direita ou esquerda.
Essa independência, somada à baixa rejeição, coloca Fufuca com o maior potencial de crescimento assim que a campanha ganhar as ruas e o eleitorado iniciar o processo de decisão. Outro fator de destaque é o reforço de 120 prefeitos que já declararam apoio à pré-candidatura de André Fufuca.
A robustez dos números, base eleitoral bem distribuída, baixa rejeição e forte apoio municipal consolidam Fufuca como um dos protagonistas para a corrida ao Senado.
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A CNN Brasil repercutiu, ao vivo, nesta quinta-feira (12) em um dois seus jornais, a decisão absurda do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que determinou busca e apreensão contra o jornalista maranhense Luís Pablo.
Moraes atendeu a um pedido de Flávio Dino que relatou a PF reclamação alegando que Pablo teria divulgado matérias contendo informações de crime de perseguição (stalking).
Ocorre que não existiu perseguição, Luís Pablo não é stalking de Flávio Dino. E nenhuma informação falsa foi divulgada pelo blogueiro, muito pelo contrário, o comunicador apenas publicou fatos checados que possuem grande valor notícia à sociedade.
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Billclinton Sousa Moraes é presidente da Câmara de Vereadores do município de Zé Doca.
O presidente da Câmara de Vereadores do município de Zé Doca, Billclinton Sousa Moraes, foi alvo do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) esta semana.
A Corte identificou falhas graves no Portal da Transparência da Câmara, sob responsabilidade do presidente Billclinton, relativas ao exercício financeiro de 2025. A avaliação realizada entre 6 e 7 de agosto de 2025 apontou que o portal atingiu apenas 9,52% dos critérios essenciais e 37,15% da avaliação global, sendo classificado no nível “Básico”.
De acordo com o TCE-MA, a Câmara deixou de atender 4 dos 6 itens essenciais de transparência, principalmente sobre receitas, despesas e relatórios de gestão fiscal (atualidade e série histórica). Além disso, 39 dos 60 itens obrigatórios não foram cumpridos, incluindo informações institucionais, convênios e transferências, recursos humanos, diárias, licitações, contratos, obras, planejamento, ouvidoria, LGPD, governo digital e atividades finalísticas.
A falta de informações claras e atualizadas compromete o acompanhamento das ações da Câmara pela sociedade e dificulta o controle social. A legislação brasileira, incluindo a Lei de Responsabilidade Fiscal e a Lei de Acesso à Informação, determina que órgãos públicos disponibilizem, de forma clara e acessível, dados sobre execução orçamentária e financeira, independentemente de solicitações.
Diante da gravidade, o TCE-MA determinou, em caráter de urgência, que a Câmara Municipal de Zé Doca promova, em até 10 dias úteis, as medidas corretivas necessárias para adequar o portal aos critérios de transparência, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00. O presidente da Câmara poderá se manifestar e apresentar defesa no prazo de 30 dias.
O caso reforça a importância da transparência pública e do controle social, garantindo que a população tenha acesso a informações essenciais sobre a gestão dos recursos públicos em Zé Doca.
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Pomotor de Justiça Aarão Carlos Lima Castro, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Lago da Pedra.
O promotor de Justiça Aarão Carlos Lima Castro, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Lago da Pedra, no Maranhão, instaurou um Inquérito Civil para apurar suspeitas de nepotismo cruzado, possível existência de servidores fantasmas e irregularidades na transparência administrativa envolvendo as prefeituras de Lago do Junco e Lago dos Rodrigues.
A investigação teve início a partir da Notícia de Fato registrada no Ministério Público após denúncia anônima encaminhada pela Ouvidoria, relatando possíveis irregularidades nas nomeações de servidores entre os dois municípios.
De acordo com a denúncia, parentes do prefeito de Lago do Junco estariam vinculados à folha de pagamento da Prefeitura de Lago dos Rodrigues. Entre os nomes citados estão Antônio Borges de Souza Filho, Arnaldo Miranda Souza e Eliane Miranda Souza, apontados como familiares do gestor municipal.
Segundo o Ministério Público, há indícios de nomeações recíprocas de parentes entre as administrações municipais, o que pode configurar nepotismo cruzado, prática proibida pela Súmula Vinculante nº 13 do Supremo Tribunal Federal, além de possíveis casos de servidores fantasmas.
O promotor Aarão Carlos Lima Castro determinou a expedição de ofícios aos municípios investigados para que informem e comprovem os vínculos funcionais das pessoas citadas, incluindo o envio de fichas financeiras, portarias de nomeação ou exoneração e documentação funcional.
Também foram solicitados currículos, comprovantes de escolaridade, folhas de frequência e relatórios de atividades dos servidores investigados, a fim de verificar se há compatibilidade entre a qualificação técnica e os cargos ocupados, além de confirmar se houve efetivo exercício das funções.
Além disso, o Ministério Público pretende colher depoimentos de servidores efetivos das Secretarias de Administração dos dois municípios, para verificar se os investigados eram vistos exercendo suas atividades nos locais de trabalho.
De acordo com a portaria, as condutas investigadas podem representar violação aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade, previstos no artigo 37 da Constituição Federal, além de eventual prática de improbidade administrativa.
O inquérito civil foi oficialmente instaurado e terá continuidade com novas diligências para aprofundar a investigação e esclarecer os fatos.
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Prefeito Magno Cartágenes, do município de Guimarães.
O Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) identificou graves irregularidades no Portal da Transparência da Prefeitura Municipal de Guimarães, sob responsabilidade do prefeito Ariomágno Ferreira Cartagenes, referentes ao exercício financeiro de 2025. Em avaliação realizada entre 3 e 4 de novembro de 2025, o portal atingiu apenas 51,52% dos critérios essenciais e 48,57% da avaliação global, sendo classificado como “Básico”.
Segundo a análise do TCE-MA, a Prefeitura deixou de atender 6 dos 11 itens essenciais de transparência, especialmente em áreas como receitas e despesas históricas, planejamento, prestação de contas e leis orçamentárias (LDO e LOA). Além disso, 38 dos 58 itens obrigatórios não foram cumpridos, incluindo informações sobre convênios, transferências, recursos humanos, licitações, contratos, obras, ouvidoria, LGPD, saúde e educação.
A ausência de informações atualizadas e completas prejudica o acompanhamento da gestão pública pela sociedade, comprometendo o controle social e a fiscalização por órgãos de controle. A legislação brasileira, incluindo a Lei de Responsabilidade Fiscal e a Lei de Acesso à Informação, determina que dados sobre gestão fiscal e execução orçamentária devem estar disponíveis de forma clara e acessível, independente de solicitação.
Diante da gravidade da situação, o TCE-MA determinou, em caráter de urgência, que a Prefeitura de Guimarães promova, em até 10 dias úteis, todas as medidas corretivas necessárias para regularizar o Portal da Transparência, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00. A decisão também prevê que o prefeito e o controlador do município podem se manifestar e apresentar justificativas no prazo de 30 dias.
O caso expõe, mais uma vez, a importância da transparência na gestão pública e o papel do controle social, mostrando que a população tem o direito de acompanhar, em tempo real, como os recursos públicos estão sendo utilizados.
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Prefeito Leandro Oliveira da Silva, de Santo Amaro.
O Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) concedeu medida cautelar determinando que a Prefeitura de Santo Amaro do Maranhão corrija irregularidades no Portal da Transparência do município. A decisão foi assinada pelo conselheiro Marcelo Tavares Silva, relator do processo.
A representação foi apresentada pelo núcleo de fiscalização do próprio tribunal após auditoria realizada no portal eletrônico da prefeitura durante avaliação feita em dezembro de 2025. O processo envolve a gestão do prefeito Leandro Oliveira da Silva.
De acordo com relatório técnico do TCE-MA, o portal da transparência do município apresentou índice de atendimento de 75,76% dos critérios essenciais, mas apenas 44,72% na avaliação global, o que resultou na classificação no nível “básico” de transparência.
A análise identificou diversas falhas na divulgação de informações obrigatórias.
Entre os principais problemas apontados estão ausência de atualização de dados sobre receitas públicas, falta de informações atualizadas do Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO), ausência de publicação adequada da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária Anual (LOA), falhas em dados sobre licitações, contratos, convênios e obras, ausência de informações completas sobre recursos humanos, diárias e planejamento, além de problemas em áreas como ouvidoria, e-SIC e cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Segundo o tribunal, dos 11 itens considerados essenciais, quatro não foram atendidos. Já entre 58 itens obrigatórios avaliados, 38 apresentaram irregularidades.
Na decisão, o relator considerou que estão presentes os requisitos legais para concessão de medida cautelar, principalmente diante da violação aos princípios da publicidade e da transparência previstos na Constituição e na legislação de acesso à informação.
Com isso, o TCE determinou que a prefeitura regularize o Portal da Transparência no prazo de 10 dias úteis, corrigindo as falhas apontadas no relatório técnico. Caso a determinação não seja cumprida, poderá ser aplicada multa diária de R$ 1.000 ao gestor municipal.
O tribunal também determinou a citação do prefeito e do controlador interno do município, José Vital Sousa Silva, para que tomem ciência da decisão e apresentem defesa ou esclarecimentos no prazo de 30 dias.
A decisão foi publicada no Diário Oficial Eletrônico do TCE-MA e leva a assinatura do conselheiro Marcelo Tavares Silva.
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A decisão foi assinada pelo conselheiro Marcelo Tavares Silva.
O Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) decidiu não suspender, em caráter cautelar, o processo de registro de preços destinado à compra de medicamentos e insumos pela Prefeitura de São Pedro dos Crentes. A decisão foi assinada pelo conselheiro Marcelo Tavares Silva.
A representação foi apresentada pela empresa Udilife Com Importação e Exportação Ltda, que apontou supostas irregularidades no Registro de Preços Eletrônico nº 012/2025, cujo valor estimado é de R$ 8.282.531,55. O processo tem como objetivo registrar preços para futura contratação de empresa fornecedora de medicamentos, insumos e materiais correlatos para atender a Secretaria Municipal de Saúde no exercício de 2026.
Segundo a empresa, houve atropelo de prazos e falta de respeito ao contraditório na fase externa do certame. A representante afirmou que apresentou impugnação ao edital no dia 5 de janeiro de 2026, mas que a resposta da administração municipal teria sido divulgada apenas horas antes da sessão pública, o que, segundo a denúncia, teria prejudicado a elaboração adequada das propostas.
A licitação é de responsabilidade do prefeito Râmulo Costa Arruda, da secretária municipal de Saúde Amarene Maria de Sousa Arruda Aguiar e do pregoeiro Semaias da Silva Morais, citados no processo como responsáveis pelo procedimento licitatório.
Ao analisar o pedido de suspensão do processo, o relator verificou que a sessão pública ocorreu no dia 14 de janeiro de 2026 e que o certame já se encontra adjudicado, conforme informações disponíveis no Portal de Compras Públicas.
Na decisão, o conselheiro destacou que, embora existam pontos levantados pela empresa que merecem apuração técnica, não ficou demonstrado risco imediato de dano que justificasse a suspensão urgente da licitação.
Outro ponto observado foi que o resultado do certame indicou a adjudicação do objeto a diversas empresas, o que, segundo o relator, sugere que houve participação ampla e competição no processo.
Diante disso, o pedido de medida cautelar foi indeferido, mas o Tribunal decidiu dar continuidade à análise da representação.
O processo será agora encaminhado à Unidade Técnica do TCE-MA, que deverá elaborar relatório de instrução. Após essa fase, os responsáveis citados no processo serão chamados a apresentar defesa, garantindo o contraditório e a ampla defesa.
A decisão foi publicada no Diário Oficial Eletrônico do TCE-MA e leva a assinatura do conselheiro Marcelo Tavares Silva, relator do caso.
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OAB destacou que medidas de busca e apreensão envolvendo profissionais da comunicação devem ser realizadas com cautela e dentro dos limites estritos da investigação em curso, respeitando princípios constitucionais como a preservação do sigilo da fonte e a proteção ao livre exercício da atividade jornalística.

A Ordem dos Advogados do Brasil seccional Maranhão (OAB-MA), por meio da Comissão de Defesa da Liberdade de Expressão e de Imprensa, divulgou nesta quarta-feira (11) uma nota pública sobre o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na residência do blogueiro Luís Pablo.
De acordo com a entidade, a diligência ocorreu no dia 10 de março de 2026 e foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal, no âmbito de uma investigação que tramita sob sigilo de Justiça. Segundo as informações citadas na nota, durante a operação foram apreendidos equipamentos utilizados no exercício da atividade jornalística, incluindo computador e aparelhos celulares. A situação gerou preocupação institucional da comissão, que destacou que a Constituição Federal garante a liberdade de expressão e de imprensa como direitos fundamentais.
A OAB-MA ressaltou ainda que, conforme entendimento do próprio Supremo Tribunal Federal, medidas de busca e apreensão envolvendo profissionais da comunicação devem ser realizadas com cautela e dentro dos limites estritos da investigação em curso, respeitando princípios constitucionais como a preservação do sigilo da fonte e a proteção ao livre exercício da atividade jornalística.
Na manifestação, a comissão reafirmou o compromisso da entidade com a defesa da liberdade de imprensa e com as garantias constitucionais que asseguram o exercício do jornalismo no país. A OAB-MA também afirmou que permanecerá vigilante na proteção dos direitos dos jornalistas e profissionais da comunicação que atuam no Maranhão.
Por fim, a entidade destacou a importância do respeito ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa, bem como ao pleno acesso da defesa aos autos, conforme previsto na Constituição e na legislação vigente. A nota foi assinada pela Comissão de Defesa da Liberdade de Expressão e de Imprensa da OAB Maranhão e divulgada em São Luís nesta quarta-feira (11).
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Nesta terça-feira (10), o deputado estadual Yglésio Moyses usou a tribuna da Assembleia Legislativa para denunciar uma busca e apreensão realizada pela Polícia Federal contra o jornalista Luís Pablo. O parlamentar afirmou a determinação é do ministro Alexandre de Moraes.
Yglésio fez críticas ao magistrado e afirmou que a medida seria uma tentativa de intimidar profissionais da imprensa. “Hoje chegou uma busca e apreensão na casa do jornalista Luís Pablo. Vocês da imprensa, cuidado, a Federal bateu na casa do Luís Pablo com ordem do Xandão”, afirmou.
De acordo com o deputado, a busca e apreensão teria relação com informações divulgadas pelo blogueiro envolvendo o ministro Flávio Dino e o uso de um veículo Toyota SW4, preta blindada, em posse do ministro que é frequentemente usado por sua esposa [Daniela Lima] e filho em deslocamentos particulares na capital maranhense.
“Alexandre de Moraes, um canalha perseguindo a imprensa, já até do Maranhão. A gente sabe a pedido de quem é, porque ‘Xandão’ com seu Dino é unha e carne”, criticou.
Yglésio ainda desafiou a adoção de medidas semelhantes contra si, ainda que com caráter meramente intimidatório. “Manda lá em casa, pode mandar. Eu estou esperando mandar”, declarou o deputado.
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Blogueiro publicou uso irregular de um veículo, Toyota Hilux SW4, pertencente ao TJ-MA que estaria sendo utilizado, em São Luís, pela esposa do Ministro do STF, e por esse motivo, está sendo acusado de perseguição contra o ex-governador do MA.

Luís Pablo não é stalking de Flávio Dino e nunca perseguiu o ministro do STF, apenas publicou fatos checados que possuem valor notícias à sociedade.
Nesta quinta-feira (12), a Polícia Federal distribuiu um release, também publicado no site da instituição, de apenas dois minúsculos parágrafos, no qual informa que a PF “cumpriu mandado de busca e apreensão em investigação sobre possível perseguição a ministro do STF”.
De acordo com a Polícia Federal, o blogueiro Luís Pablo teria divulgado matérias contendo informações que podem caracterizar, em tese, crime de perseguição (stalking) contra o ex-governador do Maranhão, hoje no Supremo Tribunal Federal.
Ocorre que não existiu perseguição, Luís Pablo não é stalking de Flávio Dino. E nenhuma informação falsa foi divulgada pelo blogueiro, muito pelo contrário, o comunicador apenas publicou fatos checados que possuem grande valor notícia à sociedade.
Com mais de uma década de divulgação de matérias jornalistas prestados ao Maranhão, Pablo fez apenas seu trabalho cotidiano de informar os maranhenses.
Os dois posts em questão, que causaram o ódio do Supremo Tribunal Federal, são denúncias sobre o uso de um veículo Toyota SW4, preta blindada, em posse do ministro que é frequentemente usado por sua esposa [Daniela Lima] e filho em deslocamentos particulares na capital maranhense, segundo publicou Pablo em seu blog de notícias.
Sobre o caso da “SW4 do TJMA”, o jornalista produziu duas matérias, destacando que o carro foi custeado com recursos do Fundo Especial de Segurança dos Magistrados (FUNSEG-JE) e está sendo usado para fins pessoais e familiares.
“A investigação do site constatou que o carro SW4 foi repassado ao ministro Flávio Dino, de forma contínua e sem ato público que formalize a cessão.” Diz trecho do post.
As matérias são:
2 – SW4 do TJMA segue em uso pela família de Flávio Dino; autoridades ignoram pedidos de esclarecimento
Transformar esses dois posts como arma para motivar uma operação de busca e apreensão contra o jornalista é uma tremenda covardia contra a imprensa maranhense. Para além disso, é um grave ataque a liberdade de imprensa. Tentar calar, intimidar a voz de jornalistas é, também, um ataque a democracia brasileira, tanto defendida pelos ministros do STF, que aliás, são guardiões da CF…
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